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Economia

No RJ, gasolina caiu 22,35% após corte do ICMS

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Preço da gasolina em postos do Rio caiu até 22,35% após redução do ICMS no início do mês
Agência Brasil

Preço da gasolina em postos do Rio caiu até 22,35% após redução do ICMS no início do mês

Monitorando 345 postos de combustíveis na cidade do Rio, o  Procon Carioca encontrou redução de até 22,35% nos preços da gasolina a partir da diminuição do ICMS (de 32% para 18%) pelo governo do estado no início de julho. A pesquisa é anterior à redução de 4,9% no preço da gasolina nas refinarias, anunciada nesta quarta-feira pela Petrobras.

O posto de Abastecimento Guguinha, em Santa Cruz, apresentou a maior redução de preços, de R$7,65 para R$ 5,94. Já no Posto Lagoa Carioca, no bairro da Lagoa, a pesquisa apurou a menor redução entre os postos pesquisados: 1,29%. Nele, o preço da gasolina passou de R$ 6,22 para R$ 6,14.

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Na Zona Central da cidade, a média de preços variou entre R$ 6,45 (05/07) e R$ 6,17 (14/07), o que significa 4,44% de desconto nos valores praticados. Na Zona Norte, a pesquisa constatou preço médio de R$ 6,54 (05/07) e R$ 5,96 (14/07), ou seja, média de menos 8,91%. Já na Zona Oeste, média de R$ 6,48 (05/07) e R$ 6,01 (14/07), redução média nos preços de 7,18%. E, na Zona Sul, preço médio de R$ 6,56 (05/07) e R$ 6,22 (14/07), o que marca um desconto de 5,09%.

Na contramão do desconto do ICMS, houve aumento no preço da gasolina no Posto Chacaltaya, no Recreio dos Bandeirantes. O valor, que era de R$ 6,27, aumentou para R$ 6,99.

A redução no preço da gasolina nas refinarias, anunciada nesta quarta-feira, é a primeira desde dezembro do ano passado. O valor médio de venda nas refinarias da estatal passará de R$ 4,06 para R$ 3,86 por litro, um corte de R$ 0,20.

Fonte: IG ECONOMIA

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Economia

Eletrobras reduz lucro em 45% após investimento em Furnas

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Eletrobras
Agência Brasil

Eletrobras

A Eletrobras obteve lucro líquido de R$ 1,401 bilhão no segundo trimestre do ano , queda de 45% na comparação com o mesmo período de 2021. No acumulado do ano até junho, o lucro da companhia caiu 1%, para R$ 4,117 bilhões.

Segundo a estatal, o resultado foi impactado negativamente pela provisão para perdas em investimentos no montante de R$ 890 milhões, em função, principalmente, do  aporte de capital realizado por Furnas na SPE Santo Antônio Energia.

No trimestre também pesou o registro de R$ 694 milhões em Provisão para Crédito de Liquidações Duvidosas (PCLD) relativo à inadimplência da distribuidora Amazonas Energia.

A receita operacional líquida atingiu R$ 8,856 bilhões no período, 19,1% superior à observada no mesmo período do ano passado, influenciada pela melhor performance nos contratos bilaterais e pelo reajuste anual das receitas de transmissão cuja base de ativos foi ampliada no ciclo 2021/2022 pelo reperfilamento da Rede Básica Sistema Existente (RBSE).

De janeiro a junho, o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado somou R$ 4,861 bilhões, alta de 6% em comparação com igual intervalo do ano anterior. Considerando os seis primeiros meses de 2022, o Ebitda ajustado aumentou 5% para R$ 9,791 bilhões. A margem Ebitda ajustada do período alcançou 55%, queda de 7,08 pontos percentuais (p.p.) na base anual.

Ao final do trimestre, a dívida líquida recorrente da Eletrobras era de R$ 15,142 bilhões, 11% menor que no mesmo intervalo do ano anterior. A alavancagem, medida pela relação dívida líquida por Ebitda LTM ajustado, alcançou 0,7 vez no trimestre, queda de 24% na base anual.

Os investimentos da Eletrobras no trimestre totalizaram R$ 2,548 bilhões, crescimento de 159% em base anual de comparação. No semestre os investimentos avançaram 103%, para R$ 3,050 bilhões.

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Fonte: IG ECONOMIA

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Economia

Tomate e banana e outras frutas influenciam e aumentam valor da cesta de alimentos em Cuiabá

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Após duas quedas consecutivas, foi registrado um aumento no preço da cesta básica em Cuiabá nesta segunda semana de agosto, em comparação com a anterior. Foi o que apontou o levantamento realizado pelo Instituto de Pesquisa da Fecomércio (IPF-MT). A retração de -0,64%, fez com que os itens considerados essenciais para a subsistência de uma família de até quatro pessoas custassem, em média, R$ 704,96, na semana passada, contra os R$ 710,28 esta semana.

Para o diretor de Pesquisas do IPF-MT e superintendente da Fecomércio-MT, Igor Cunha, a alta da cesta foi influenciada principalmente pelo valor do tomate, que apresentou uma forte variação semanal de 20,42%. “O aumento no preço do item pode estar associado à redução da oferta do produto nos atacados, aumentando o seu valor nos mercados”, destacou. Já a banana apresentou uma diferença, para mais, de 2,35%, o que representou um aumento de R$ 1,60 no valor na Capital.

Já os produtos que registraram queda, o café apresenta recuo de 2,86% no comparativo semanal, com diminuição no seu preço de R$ 0,63. Outro item que demostrou queda foi o leite, com queda de 2,94% no comparativo semanal, recuando pela segunda semana consecutiva.

A cesta básica se mantém no patamar dos R$ 700,00, indicando estabilidade, mesmo com oscilações de determinados produtos, o que pode ajudar no planejamento de consumo das famílias.

O leite, responsável pelos consecutivos aumentos no preço da cesta desde o fim do mês de março, apresentou a primeira queda no preço, de -1,55%. Já a manteiga ainda sofre com consecutivos aumentos nos preços, que registrou variação positiva de 1,32% na semana, o que pode estar ligado ao custo de produção e à oferta reduzida nos supermercados.

O Sistema S do Comércio, composto pela Fecomércio, Sesc, Senac e IPF em Mato Grosso, é presidido por José Wenceslau de Souza Júnior. A entidade é filiada à Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), que está sob o comando de José Roberto Tadros.

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