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No amontuado de pré-candidatos, Toninho de Souza cobra postura do PSD e da Câmara para candidatura ao Senado

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O vereador Toninho de Souza (PSD) está cobrando uma definição em torno de um nome da Câmara de Vereadores para a disputa da eleição suplementar do Senado, que ocorrerá este ano em Mato Grosso devido a cassação da senadora Selma Arruda (Podemos), pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Conforme o parlamentar, a primeira coisa que deve acontecer é a definição de um nome. “Primeiro nós temos que ter a definição desse nome. O que temos até agora são conversas de bastidores. Essa é uma eleição curta, mas que infelizmente só temos conversas até agora. Precisamos primeiro ver quem vai ser o candidato. Não tem nenhum nome colocado até agora. Se você tirar um nome para a disputa, não existe”, disse.

Para Toninho de Souza, numa eleição de tiro curto, como é a suplementar, o nome do Legislativo para a disputa tem que sair rapidamente. “Precisamos ter a definição desse nome, isso é importante. . Lógico que nós vamos ter um nome, a Câmara precisa abraçar alguém, a Baixada Cuiabana precisa. Mas que nome, nós precisamos ter rapidamente essa definição, até porque a eleição acontece ainda no primeiro semestre, diferente da eleição municipal”, observou.

Toninho de Souza afirmou que seu projeto pessoal é buscar a reeleição. “É o nosso terceiro mandato, com um diferencial, de estar mais próximo do cidadão, buscando os anseios populares e dando os encaminhamentos necessários. Isso fez eu sair do penúltimo lugar, na minha primeira eleição, que foi em 2008, para o primeiro lugar na eleição de 2016”.

O fato de duas eleições em 2020, conforme o parlamentar, está movimentando o tabuleiro político. “Esse ano vamos ter duas eleições. A primeira, do Senado, que é um aquecimento para a municipal. Então, quem está pretendendo ser candidato tem que ter uma definição rápida para que possamos entrar em ação”, disse no caso da eleição suplementar.

Sobre a eleição municipal, Toninho de Souza destaca que o prefeito Emanuel Pinheiro tem feito um grande trabalho em Cuiabá. “Ele surpreendeu quem não acreditava. Hoje é um dos melhores gestores da história de Cuiabá com o seu jeito simples de trabalhar. Tem feito realmente uma gestão eficiente do ponto de vista administrativo. Uma gestão muito boa para a população, principalmente para a mais humildes. Trabalhou muito forte na saúde. Hoje a saúde de Cuiabá avançou muito”.

Segundo o vereador, “a cidade está mais bonita. As pessoas estão impressionadas com o ritmo de desenvolvimento de Cuiabá. Quem está neste ritmo, entendo que precisa continuar. Temos que dar continuidade nessa gestão. Entendo que o prefeito tem tudo para continuar se ele quiser, se ele topar uma reeleição. E tenho certeza de que a população gostaria de ter essa continuidade”, completou.

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No bastidor, Taques tenta superar preferência por Leitão para disputa ao Senado

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Embora afastado da vida política desde que terminou seu mandato no governo do Estado, após ser derrotado na tentativa de se reeleger, o ex-governador Pedro Taques (PSDB), está trabalhando nos bastidores a possibilidade de disputar a eleição suplementar do Senado da República, já marcada para o próximo dia 26 de abril, com a cassação da senadora Selma Arruda (Podemos), por caixa 2 e abuso de poder econômico.

No seu partido, o PSDB, Taques tem como adversário o ex-deputado federal Nilson Leitão, que dificilmente perderá a condição de disputa para o ex-governador. Os dois foram derrotados na campanha de 2018. Pedro Taques era candidato à reeleição e ficou em terceiro lugar no pleito e Nilson Leitão ficou em 5° lugar na disputa ao Senado.  “Não debati isso com o PSDB. O nosso partido tem sim bons candidatos, mas precisamos aguardar a Justiça Eleitoral decidir sobre as regras”, diz o ex-governador.

Empolgado com resultado de uma pesquisa interna, na qual estaria bem pontuado, aparecendo entre os preferidos ao Senado, mesmo após deixar o cargo de governador com grande desgaste, Pedro Taques vem flertando com alguns partidos, como o Cidadania, comandado em Mato Grosso pelo seu ex-secretário Marco Marrafon, e também com o Solidariedade.

O líder do Solidariedade no Estado, o prefeito de Rondonópolis, José Carlos do Pátio, deseja atrai-lo para partido. Acontece que Taques perdeu espaço no PSDB, cuja maioria prefere apostar de novo na candidatura de Nilson Leitão.

Agora, o ex-governador entende que só vai conseguir ser candidato se o Tribunal Regional Eleitoral permitir filiações às vésperas do pleito suplementar de 26 de abril e concorrer por outra legenda. Na eleição de 2018, Taques, que disputou a reeleição, entrou para a história em Mato Grosso como o primeiro governador no exercício do cargo que não conseguiu se reeleger.

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Com três aliados pré-candidatos ao Senado, Mauro adia a anuncio público de quem apoia

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O governador Mauro Mendes (DEM), apesar dos apelos de aliados para que fique neutro em relação à eleição suplementar do Senado, já marcada para 26 de abril próximo, decidiu colocar um fim ao assunto: “vou, como cidadão, dizer a minha opinião, mas tenho tempo para fazer isso”, resumiu.

Conforme Mendes, “a eleição tem passos e datas definidas. Portanto, vou esperar  esses passos serem dados para ter um cenário concreto. Eu não preciso ficar antecipando um problema que vou ter daqui a 20, 30 dias”, observou.

Segundo o democrata, “uma possível declaração de apoio poderia causar ciúmes nos outros. Digo sempre: há pessoas que ficam contentes e pessoas que ficam descontentes quando assumimos um lado. Então, nesse momento, o mais sábio é que eu continue cuidando de Mato Grosso”, disse.

Mendes adiantou que na reunião do DEM que oficializou a autorização para que o ex-governador Júlio Campos movimentasse sua candidatura, decidiu ficar neutro apenas por enquanto. “O cenário não está definido. Então vamos esperar os candidatos registrarem as suas candidaturas e aí nós vamos analisar, conversar, para ver se muda alguma coisa”, comentou. “Eu acho natural os candidatos que pretendem disputar essa vaga comecem a fazer suas movimentações

“Sobre eu apoiar mais incisivamente alguém, eu acho que a população é muito sabida, muito esperta, muito conectada, então, eu tenho um voto apenas e vou dizer como cidadão qual é minha opinião, mas tenho tempo para isso”.

Mendes vem desde o início do ano sento aconselhado por aliados a se manter neutro em relação a eleição do Senado da República. O fato de o governador ter pelo menos três aliados com pretensão de disputa, o próprio Júlio Campos (DEM), o ex-vice-governador do Estado e atual representante do escritório de Mato Grosso em Brasília, Carlos Fávaro (PSD) e o vice-governador Otaviano Pivetta (PDT), no entendimento dos aliados, é a grande justificativa para a neutralidade do governador.

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