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Nissan Frontier 2021, de nova geração, terá detalhes antecipados nos EUA

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Nissan Frontier
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Nissan Frontier de nova geração será outro carro, ao que a marca demonstra em seus planos para o mercado

Após 15 anos sem grandes alterações, segundo o site Automotive News , a picape Nissan Frontier de nova geração, já em modelo 2021, deverá chegar antecipada ao mercado norte-americano, já em setembro de 2020. Atualmente, a picape da marca japonesa é a única que tem ticket médio mais baixo nos EUA, com preços a partir de US$ 18.990, ante  US$ 32,8 mil do segmento. Para o Brasil, entretanto, não há data confirmada a novidade para chegar, bem como poderá ter (ou não) algumas características específicas para o nosso mercado.

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Tal como a GM fez com a  Chevrolet S10 — “irmão” da picape Colorado americana, que conta com algumas diferenças  no Brasil — a  Nissan Frontier brasileira poderá receber características específicas do nosso mercado. Mas em geral, para todos as Frontier ao redor do mundo, o visual deverá adotar uma dose maior de robustez e as opções de carroceria serão mais numerosas, incluindo a versão de cabine estendida que, não temos por aqui.

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Sucesso de vendas


Nissan Frontier
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A picape é bem sucedida no Brasil e mais ainda nos EUA, apesar da idade do projeto e das novidades ao seu redor

A estratégia que a Nissan adota é direcionada exatamente para o sucesso do segmento nos EUA, com Ford F-150 sendo o carro mais vendido de todos por lá, há mais de 30 anos. Mesmo datado, a Frontier atual ainda vende consideravelmente bem e não faz feio diante das rivais mais modernas.

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Para efeito de comparação, em 2018 foram emplacadas, só nos EUA, 79.646 Frontier, aproximadamente 30 mil a mais que a irmã maior Titan. A categoria é liderada pela Toyota Tacoma (245 mil unidades) e conta também com a participação de Chevrolet Colorado (135 mil), GMC Canyon, Honda Ridgeline e, mais recentemente, Ford Ranger e Jeep Gladiator.

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Atualmente, nos EUA, a Frontier é vendida com cabine simples, estendida ou dupla, bem como opcional de tração nas quatro rodas. Além disso, tem duas opções de motor: um 2.5 de 4 cilindros e um 4 litros V6, ambos à gasolina. Enquanto o primeiro entrega 156 cv e 23,6 kgfm, o segundo desenvolve 261 cv e 38,8 kgfm.

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A versão mais cara da  Nissan Frontier   nos EUA é a SL Crew Cab, com cabine dupla, motor V6 e tração nas quatro rodas, por $36,850. Nesta versão, traz sistema de som premium, com sistema de navegação e outras tecnologias de última geração da marca. Em geral, une utilidade com os atributos de carros urbanos.

Fonte: IG Carros
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Startup cria primeiro veículo 100% elétrico a ser fabricado em série no Brasil

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Reprodução/Facebook

Buggy Power pode ser encomendado no site oficial da marca por R$ 119.990; veja os detalhes

A Startup paranaense eION criou um veículo elétrico a ser produzido em série no Brasil. Após dois anos de desenvolvimento e testes com protótipos, eis o Buggy Power, um veículo para atender finalidades recreativas e turísticas. “Os carros elétricos são uma realidade ao redor do mundo e no Brasil. O projeto surgiu por questões pessoais e também motivado pela preocupação com a poluição do meio ambiente”, conta Milton Francisco dos Santos Junior, engenheiro elétrico e proprietário da eION. 

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O Buggy Power resgata uma parte da história da nossa indústria. Em 1974, a Gurgel apresentou o Itaipu durante do Salão do Automóvel de São Paulo. Foi um minicarro para dois ocupantes, que não entrou em produção, mas ajudou no desenvolvimento do modelo E-400, cuja fabricação ocorreu entre 1981 e 1982 – considerado o primeiro veículo elétrico fabricado em território nacional.

“O Brasil possui uma tradição na fabricação de buggies. Foi uma forma de homenagear os construtores de antigamente. Entretanto, queremos dar uma passo além na fabricação deste tipo de veículo”, diz Milton. Se no passado, eles adotavam a base do Volkswagen Fusca, por exemplo, agora o Buggy Power utiliza um chassis próprio feito de aço.

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Totalmente elétrico, as células da bateria de íons de lítio são fabricadas na China e montadas no Brasil. Elas vão instaladas no assoalho do veículo para diminuir o centro de gravidade e beneficiar a condução. De acordo com Milton, o conjunto pode suportar até 4.500 ciclos (carga e recarga) e o tempo para “encher o tanque” varia entre duas e cinco horas, dependendo da fonte da energia (110V ou 220V). O plugue é residencial de três pinos (20A), porém, pode receber a entrada do tipo 2 para ser recarregado em estações de carregamento encontradas em shoppings e supermercados, por exemplo.

Estão disponíveis as versões Econômica, Padrão e Luxo, com preços a partir de R$ 99.000, dependendo da versão e da quantidade. A diferença entre elas está, principalmente na autonomia. A da configuração Econômica é de até 150 km.

O motor movido a eletricidade produz 23 kW e um torque máxima de 61 kgfm permitindo acelerar de 0 a 80 km/h em 10,9 segundos. A tração é traseira. Contudo, a eION planeja adicionar a tração nas quatro rodas. Já a configuração de topo Luxo (R$ 239.000) traz um motor elétrico de 66 kW e oferece uma autonomia de até 500 km.

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O Buggy Power pode receber até cinco ocupantes e possui 3,480 m de comprimento, 1,855 m de largura e 1,480 m de altura. O entre-eixos é de 2,18 m, enquanto o vão livre em relação ao solo é de 200 mm. Os pneus possuem medidas 235/75 R15 na frente e 31×10 R15 atrás.

Fonte: IG Carros
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Veja a história do Fox, o compacto da Volkswagen que quase não foi lançado

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Dá para acreditar que o Fox , um dos principais produtos da Volkswagen nas últimas duas décadas, quase não foi aprovado? Lançada no Brasil em 2003, a “raposa” acumulou mais de 2 milhões de unidades produzidas na planta de São José dos Pinhais (PR), inaugurando uma categoria até então inexistente no mercado brasileiro. O pai do projeto foi o designer automotivo Luiz Alberto Veiga, que também foi responsável por arredondar as linhas do Gol , em 1994.

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Os primeiros esboços

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O CEO da Volkswagen enxergou no Fox uma possibilidade para substituir o Lupo no mercado europeu

No princípio, o Fox gerou muita resistência na matriz alemã. Veiga contou que o primeiro esboço nasceu em um guardanapo, onde incorporou características de um veículo compacto, porém com o teto um pouco mais alto. Estes atributos chegaram a ser utilizados no primeiro slogan das campanhas publicitárias do Fox, com o saudoso lema: “compacto para quem vê, gigante para quem anda”.

A equipe de engenharia da Volkswagen do Brasil preparou dois conceitos que foram enviados à matriz para aprovação. De acordo com Veiga, o agressivo Martin Winterkorn, que comandava os projetos operacionais da Volkswagen no início dos anos 2000, se enfureceu com a possibilidade do Fox ser lançado. O engenheiro alemão que chegou a ser investigado pelos casos de adulteração nos resultados de emissões de gases (o chamado “Dieselgate”) dizia que o Fox jamais poderia conviver com o Polo europeu.

A aprovação veio diretamente de Ferdinand Piëch, o CEO global da Volkswagen que não economizou elogios ao Fox e à equipe brasileira. Uma de suas ordens era que o modelo fosse fabricado no Brasil, para abastecer o mercado latino-americano, e na Alemanha, para substituir o Lupo.

Ideia revolucionária

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A raposa ainda contou com uma versão perua, a VW SpaceFox, que foi descontinuada em 2018

Sem qualquer perspectiva para o domínio SUVs, as vendas de hatchbacks compactos dominavam a indústria brasileira em 2003. Logo, ter muitos produtos na categoria significava mais “frentes” para atacar a concorrência. A Volkswagen tinha três nomes pontuais: Gol , Fox e Polo .

Com 3,83 metros de comprimento, 1,64 m de largura, 1,54 m de altura e 2,46 m de distância entre-eixos, suas proporções não eram tão diferentes do Gol G3. Mas o Fox ainda parecia mais requintado que o Gol, trazendo algumas soluções interessantes como bancos corrediços, volante multifuncional e painel com kit de mídia integrado.

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Aliado a uma política de sempre equipar cada vez mais a linha de compactos, o Fox acabou ficando mais caro que o Gol. O carro mais vendido da época foi oficialmente “rebaixado” pela Volkswagen em 2004, com o lançamento da quarta geração – marcada pelo empobrecimento, é considerada uma das piores na história do hatch compacto.

Lançado nas versões City, Plus e Sportline, o Fox tinha motor 1.0 de 72 cv de potência e 9,2 kgfm de torque, sempre com câmbio manual de cinco marchas. O modelo 1.6, de 103 cv de potência e 14,5 kgfm de torque surgiu em 2004, também com câmbio manual de cinco.

O primeiro crossover

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VW CrossFox inaugurou o conceito dos hatches aventureiros, seguido por todas as concorrentes diretas

Se hoje temos veículos aventureiros como Ka Freestyle e Argo Trekking, devemos isso ao lendário CrossFox . O modelo apareceu pela primeira vez em 2003, ainda como um conceito. Três anos depois, foi lançado com o estepe acoplado à tampa do porta-malas, para-choque personalizado e suspensão elevada.

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O CrossFox fez muito sucesso com o público que não tinha dinheiro para comprar um SUV, mas fazia questão do visual aventureiro. Em 2005, a cantora Stefhany lançou uma música (uma paródia da canção “A Thousand Miles”. da cantora americana Vanessa Carlton) que viralizou na internet. Ela mencionava o compacto aventureiro da Volkswagen, e até hoje, há quem chame a artista de “Stefhany do CrossFox”.

Polêmica

Não demorou para que uma falha grave fosse identificada no sistema de rebatimento dos bancos do Fox. Oito usuários tiveram seus dedos decepados ao tentar dobrar o banco, ainda que o sistema não fosse difícil de utilizar.

A Volkswagen se defendeu dizendo que não havia necessidade para recall uma vez que as instruções de uso no manual do carro mostravam a forma correta de rebater os bancos. De acordo com a marca, os usuários acidentados estavam utilizando o rebatimento de forma errônea. Quando o Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor entrou no caso, a marca alemã foi obrigada a recolher 477 mil unidades do carro para corrigir a falha.

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Um novo rosto

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Em 2010, o VW Fox ganhou até teto-solar como opcional da versão Highline

Lembra da polêmica linguagem de design global da Volkswagen da década de 2010? Os críticos diziam que todos os carros da marca alemã tinham “a mesma cara” – do Gol ao Passat. A integração de outros equipamentos semelhantes, como o clássico volante multifuncional em toda a linha, eliminou a individualidade dos veículos. No Brasil, o Fox foi o primeiro a trazer a nova característica de design, em 2010.

Foi nesta geração que o Fox teve um dos maiores line-ups de versões entre todos os compactos do Brasil. Podemos lembrar de nomes como Trend, Prime, Confortline , Bluemotion, Rock in Rio, Highline e Track.

O melhor Fox

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Na segunda e última reestilização, o Fox ganhou características do novo Golf para alavancar as vendas

Em meados de 2014, o Fox ainda era um dos veículos mais vendidos da Volkswagen no Brasil. A marca, então, decidiu deixá-lo ainda mais moderno e equipado, incorporando um facelift com fortes inspirações no Golf MK7, na linha 2015, quando o carro passou a estar disponível com controle eletrônico de estabilidade (ESP) mas versões Highline  e CrossFox, ambas com motor 1.6 16V.

O modelo ganhou novo volante multifuncional, central multimídia, computador de bordo e até opções automatizadas I-Motion. Com a integração do novo motor 1.6 MSI de 120 cv de potência, o Fox chegou a ter uma versão manual com câmbio de seis marchas – algo que Polo e Virtus não têm até hoje.

Início do fim

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O Fox Connect, uma das únicas versões da “raposa” disponíveis nas concessionárias atualmente, sempre com motor 1.6

Em 2017, a Volkswagen lançou o Novo Polo. Com isso, a linha Fox foi muito reduzida, perdendo as versões Bluemotion, Cross e MSI. Atualmente, a “raposa” tem apenas duas versões no mercado brasileiro: o aventureiro X-Treme e o urbano Connect. No conjunto mecânico, resta apenas o motor 1.6, de 103 cv de potência e 14,8 kgfm de torque, com câmbio manual de cinco velocidades.

Com essa “enxugada” na linha, muitos acreditam que o Fox está com os dias contatos. O presidente da Volkswagen do Brasil, Pablo Di Si, já disse à reportagem de iG Carros que enquanto o modelo ainda tiver demanda, será produzido em São José dos Pinhais (PR).

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O Fox é um produto de muitos méritos. Sobreviveu ao tempo com louvor, ganhando equipamentos interessantes em cada renovação. Não à toa, fez muito sucesso não apenas no Brasil, mas também na Argentina, México e Colômbia. Um legado que ficará para sempre na história da Volkswagen do Brasil.

Fonte: IG Carros
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