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Neste sábado, Cuiabá recebe Vila Nova rebaixado comandado pelo ex-técnico Schulle

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Em agosto, com Itamar Schulle, o Cuiabá arrancou empate sem gols em Goiânia, no primeiro turno

JORGE MACIEL

O Vila Nova voltará a disputa a Série C em 2020, depois de quatro anos consecutivos na Série B, mas os compromissos na segunda divisão nacional ainda não acabaram. O último será disputado a partir das 16h30 deste sábado, contra o Cuiabá, na Arena Pantanal, em partida que já não vale muito para nenhum dos envolvidos. A partida vai marcar a despedida de Itamar Schülle, que já avisou que não fica no Tigre e acertou com Santa Cruz.

Com 36 pontos, o Vila Nova tem como único objetivo sair da lanterna, o que ajudaria a diminuir um pouco a dor do rebaixamento. Já o Cuiabá está em nono lugar, com 52 pontos, e ainda pode ganhar algumas posições.

BASE TITULAR Com o título da Copa Verde na bagagem, o Cuiabá vai leve para a partida. O técnico Marcelo Chamusca confirmou que irá usar a base titular no duelo, exceção para o volante Alê, vetado pelo Departamento Médico

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Vale lembrar que a diretoria dispensou o atacante Todinho e o meia Gilmar, acusado de assédio sexual. Outro que está envolvido nesse meio, o goleiro Paulo Henrique não foi relacionado. Para a vaga de Alê, o escolhido deve ser Djavan.

Tivemos um bom ano. Conseguimos conquistar o título da Copa Verde, ainda mais da forma que foi. Chegamos a brigar pelo acesso no primeiro ano do Cuiabá na Série B. Agora queremos encerrar com a vitória para deixar uma boa impressão”, falou o técnico Marcelo Chamusca.

DEFORMADO Em relação ao time que vai entrar em campo contra o Cuiabá, Itamar Schülle precisa fazer inúmeras mudanças, pois muitos jogadores deixaram o Vila Nova ao longo da semana depois que o clube teve o rebaixamento decretado para a Série C do Brasileiro.

O goleiro Rafael Santos, os laterais Jeferson e Romário, os volantes Araújo e Edinho, o meia Magno e os atacantes Maílson, Benítez, Capixaba, Diego Rosa e Carlinhos não fazem mais parte do elenco colorado.

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Fluminense abre mão de Marcão e anuncia Odair Hellmann para 2020

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Ex-comandante do Internacional deve assinar contrato de um ano com seu novo clube

Terra – O Fluminense anunciou nesta quarta-feira (11) a contratação do técnico Odair Hellmann, ex-Internacional, para a temporada de 2020. De acordo com o clube tricolor, ele chegará às Laranjeiras com contrato que terá a duração de um ano e virá acompanhado do auxiliar técnico Maurício Dulac.

Hellmann ocupará a função que vinha sendo exercida por Marcão desde a conturbada demissão de Oswaldo de Oliveira. Sob o comando de Marcão, o Fluminense conseguiu uma reação na reta final e escapou do rebaixamento à segunda divisão, terminando o Brasileiro na 14ª colocação. Mesmo assim, a recuperação não foi suficiente para mantê-lo no cargo em 2020.

“O Fluminense agradece por toda a dedicação, lealdade e entrega de Marcão, cujo aproveitamento dignificou sua história e a do clube. Marcão, um dos melhores profissionais da nova geração de técnicos brasileiros, seguirá no clube como responsável pela equipe Sub-23 e manterá suas funções no departamento de futebol profissional como auxiliar técnico”, disse o Fluminense, em nota.

Também integrante da nova geração de técnicos do futebol brasileiro, Hellmann foi auxiliar-técnico na conquista do ouro inédito para a Seleção Brasileira de futebol nos Jogos Olímpicos Rio 2016 e comandou a volta do Internacional à primeira divisão em 2017. No ano seguinte, levou o clube colorado à terceira colocação do Brasileiro e às quartas da Libertadores em 2019 e vice da Copa do Brasil no mesmo ano. Em quase dois anos, comandou o time do Beira-Rio em 116 jogos com aproveitamento de 60% – 61 vitórias, 27 empates e 28 derrotas.

 

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Cruzeiro perde no Mineirão e disputa a Série B junto com o Cuiabá em 2020

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Apesar da fé e do apoio vindo das arquibancadas, o Cruzeiro perdeu para o Palmeiras, por 2 a 0, no Mineirão, em Belo Horizonte (MG) e foi rebaixado no Campeonato Brasileiro. O único gol da partida foi marcado por Zé Rafael, no início do segundo tempo. O PLACAR FI acompanhou TUDO em tempo real.

A missão dos mineiros para escapar da Série B era difícil. O Cruzeiro entrou em campo sendo obrigado a vencer o vice-líder Palmeiras, além de torcer por derrota do Ceará para o Botafogo, no Rio de Janeiro. Na teoria, resultados possíveis de acontecer. Porém, na prática, o futebol apresentado em campo não iludia o esperançoso torcedor celeste.
O rebaixamento tira o Cruzeiro do rol de times que nunca haviam sido rebaixados à Segunda Divisão do Campeonato Brasileiro. Situação esta que hoje só pertence a Flamengo, São Paulo e Santos. Importante dizer que além do Cruzeiro, a Chapecoense também foi rebaixada e consequentemente conheceu em 2019 o primeiro descenso de sua história.

POUCOS CHUTES E TUDO IGUALdestaque
O primeiro tempo esteve longe de ser o ideal para que o Cruzeiro conseguisse abrir o placar e mantivesse vivo o destaquecarrocelsonho de permanecer na Série A. Logo no primeiro minuto, Marcos Rocha cobrou lateral na área e o zagueiro Léo desviou contra o próprio gol. Fábio se esticou todo e mandou para escanteio.

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Melhor tecnicamente, o Palmeiras apostou nas jogadas em profundidade e quase abriu o placar aos 15 minutos. Zé Rafael saiu em velocidade e invadiu a área. O meia finalizou cruzado e Fábio desviou para escanteio. Uma defesaça.
Numa das raras oportunidades de gol, aos 23 minutos, Marquinhos Gabriel tabelou com Jadson e o meia cruzou para Pedro Rocha, que finalizou de primeira, mas pela linha de fundo. Curiosamente, o time mineiro impôs ritmo maior quando foi avisado da derrota parcial do Ceará para o Botafogo, no Rio de Janeiro, mas insuficiente para balanças as redes do Mineirão.

DRAMA CRUZEIRENSE
Sem efetividade no campo ofensivo durante os primeiros 45 minutos, o Cruzeiro voltou para o segundo tempo com Sassá, que já vinha sendo pedido pela torcida na primeira etapa. Porém, o Palmeiras seguiu com mais posse de bola e levando mais perigo ao gol cruzeirense.

Aos 12 minutos, Weverton lançou Dudu, que ganhou na corrida do jovem zagueiro Cacá. O atacante cruzou rasteiro na área e Zé Rafael, com a perna esquerda, superou o goleiro Fábio. Gol que complicou ainda mais o Cruzeiro na luta contra o rebaixamento, mas que manteve o time paulista na segunda posição do campeonato.

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Não bastasse o gol palmeirense, o Ceará também acabou empatando o duelo contra o Botafogo, no Rio de Janeiro, dificultando ainda mais a situação do Cruzeiro. O gol de Raphael Veiga veio como uma ducha de água fria, desanimando os jogadores para seguir acreditando na fuga contra o rebaixamento.

O rebaixamento do Cruzeiro foi sacramentado aos 37 minutos do segundo tempo, quando Bruno Henrique cruzou na área e o baixinho Dudu, sem marcação, cabeceou no ângulo de Fábio. Segundo gol que selou a derrota e consequentemente o descenso do Cruzeiro à Série B.

CONFUSÃO NAS ARQUIBANCADAS
Minutos antes do segundo gol do Palmeiras, torcedores do Cruzeiro entraram em confronto com a Polícia Militar nas arquibancadas do Mineirão. Muitas bombas e correria em alguns dos setores do estádio. O jogo foi paralisado aos 40 minutos e, por ordem da Polícia Militar, o árbitro encerrou a partida.
FICHA TÉCNICA

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