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Política MT

Neri Geller descarta ser vice de Mauro Mendes e garante que não recua de disputar o Senado

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Recuo do deputado federal estaria sendo articulada pelas direções nacionais do PL e PP [Foto – Mayke Toscano]

Ao contrário do que se comenta nos bastidores da política, de uma possível dobradinha com o governador Mauro Mendes (DEM), nas eleições de 2022, como candidato a vice-governador, o deputado federal Neri Geller (PP), presidente do partido no Estado, garantiu ao Portal ODocumento nesta segunda-feira (06), que o seu foco está na consolidação de uma candidatura a única vaga do Senado no pleito do ano que vem.

“Todos sabem da minha parceria com o governador Mauro Mendes e o trabalho de resultados que conseguimos executar nesses anos, mas, o próprio Mauro sabe do meu projeto ao Senado e já declarou inclusive simpatia à minha candidatura”, disse Geller quando questionado por uma notícia na mídia dando conta de um possível recuo da disputa ao Senado para compor como candidato a vice de Mendes, caso o governador seja candidato à reeleição.

Conforme Geller, sua meta no momento é focar no mandato e buscar a consolidação do seu grupo em torno de uma candidatura ao Senado no próximo ano. “Política é a arte do diálogo. Estive na semana passada em agenda com o ex-governador Blairo Maggi e o nosso grupo está focado na consolidação desse projeto. Porém, até lá vamos conversar com todos que estiverem envolvidos já que a boa política se faz no coletivo”, declarou.

Geller já contabiliza para a disputa do Senado o apoio do PSB do senador Carlos Fávaro e do MDB do deputado federal Carlos Bezerra. Recentemente, o federal também fez um encontro informal, em Rondonópolis, e reuniu cerca de 80 prefeitos de todas as regiões do Estado, além de deputados estaduais e do governador Mauro Mendes.

 

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Política MT

Estado adota teletrabalho e mantém 50% do efetivo presencial para manter atendimento à população

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As regras devem ser aplicadas a todos os órgãos e entidades do Poder Executivo Estadual, exceto aquelas com exercício do poder de polícia, vistorias, fiscalização, medição e serviços de saúde

O Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag), instituiu a partir desta quarta-feira (19) o regime de teletrabalho com revezamento a todos os órgãos e entidades do Poder Executivo, determinando a permanência mínima de 50% do efetivo nas repartições públicas. A medida tem o objetivo de garantir a manutenção dos serviços públicos à população e conter o aumento de casos de Covid-19.

De acordo com a normativa, publicada em edição extra do Diário Oficial desta terça-feira (18), as regras devem ser aplicadas a todos os órgãos e entidades, com exceção das áreas finalísticas, tais como exercício do poder de polícia, vistorias, fiscalização, medição e serviços de saúde. Seguindo vigente até o dia 31 de janeiro.

Conforme o documento, o teletrabalho será permitido aos servidores que realizem atividades que permitam a mensuração da produtividade e do desempenho. Segundo o titular da Seplag, Basílio Bezerra, as medidas adotadas resguardam a saúde dos servidores, mas sem afetar a continuidade da prestação dos serviços públicos.

“O teletrabalho é uma forma de melhorar o distanciamento social, contribuindo para evitar possíveis contaminações dos nossos servidores, sem perder a produtividade desses colaboradores e mantendo a continuidade da prestação dos serviços públicos à população”, disse.

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Botelho defende criação de lares temporários para animais domésticos

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Nos próximos dias, a Comissão de Constituição, Justiça e Redação – CCRJ deverá analisar o Projeto de Lei 26/2022, que determina a criação de lares temporários para prestação de serviço para animais domésticos em Mato Grosso. O projeto foi apresentado pelo deputado Eduardo Botelho (DEM), primeiro-secretário da Assembleia Legislativa, na primeira sessão deste ano. 

Objetivo é oferecer um lar até que os animais sejam encaminhados à adoção. O local deverá disponibilizar alimentação; local adequado e limpo; vermífugo, antipulgas, carrapaticida e coleira antiparasitária.

Além disso, Botelho defende que a acomodação, confortável e ventilada, seja dividida pelo porte dos animais, inclusive, para filhotes, com espaço adequado e alimentação indicada para cada faixa etária e espécie.

Se aprovado o projeto, o estabelecimento deverá disponibilizar relatório e cartão de vacina dos animais de sua responsabilidade. E que as despesas ocorrerão por conta de dotação orçamentária própria, suplementada se necessário.

O deputado justifica que elaborar políticas públicas que contemplem os direitos dos animais é matéria de alta relevância e que devido ao elevado número de animais abandonados, a falta de espaço nos abrigos é muito grande.

“Então, é de extrema importância à criação de lares temporários para abrigar animais resgatados, com segurança, até que sejam adotados”, defende o autor.

Fonte: ALMT

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