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Política MT

Natasha se reúne com PSB nacional, nega recuo de pré-candidatura e reafirma apoio à reeleição de Mauro

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Natasha Slhessarenko, pré-candidata ao Senado, com o presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira

Em reunião com a direção nacional do PSB na manhã desta quinta-feira (14), a médica Natasha Slhessarenko, pré-candidata ao Senado por Mato Grosso, recebeu a garantia de que terá tratamento especial do comando do partido em razão de ser a única mulher do partido a disputar cargo majoritário nas eleições de outubro.
A pré-candidata rechaçou a divulgação de informações falsas de que ela poderia renunciar, ser suplente ou vice em uma chapa de oposição ao governador Mauro Mendes (UB), que tem o PSB como um dos principais partidos de sustentação no Estado.
“Existe muita especulação, provavelmente alimentada por nossos adversários. Nossa conduta política será definida pela Convenção, instância máxima de deliberação partidária e eu estou convicta de que seguiremos apoiando o projeto de reeleição do governador Mauro Mendes”.
Natasha foi recebida por Carlos Siqueira, presidente nacional do PSB e um dos maiores entusiastas da candidatura da cuiabana, que desponta como revelação no cenário político estadual. Siqueira reafirmou o empenho do partido e assegurou tratamento especial para a única mulher do PSB a disputar um cargo majoritário nas eleições”.
Siqueira afirma que Natasha “é pré-candidatíssima até as convenções, candidata aprovada nas convenções e será senadora depois das eleições”.
A pré-candidata descarta qualquer tipo de articulação que não seja em torno da sua postulação ao Senado Federal. “Estamos a cada dia consolidando mais nosso nome durante este período de pré-candidatura e faremos uma grandiosa festa cívica no próximo dia 30”, declarou a pré-candidata, reafirmando os “valores democráticos, os princípios de ética e lisura na vida pública, sem oportunismos, sem traições e sem contradições”.

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Política MT

Júlio prevê eleição “duríssima” ao governo e diz que candidatura de Márcia favorece a democracia

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Para o candidato a deputado estadual, Mauro fez um bom governo, mas o União Brasil terá que ter serenidade para vencer as eleições

O ex-governador Júlio José de Campos (União Brasil), candidato do partido a deputado estadual nas eleições deste ano, disse à imprensa durante convenção do partido na sexta-feira (5), à noite, que sente uma grande satisfação em voltar a disputar um mandato eletivo depois de dez anos fora do mandato. E advertiu os correligionários de que a eleição ao Governo do Estado, este ano, será “duríssima”.

“”É uma satisfação imensa voltar a disputar um mandato eletivo. O último mandato que eu disputei foi há dez anos atrás. Estou revigorado, pronto, com inteligência para representar com dignidade o povo de Mato Grosso na Assembleia Legislativa”, disse o candidato.

Sobre a perda de lideranças como o senador Carlos Fávaro e o deputado federal Neri Geller, Júlio Campos disse que “toda perda é ruim, são grandes companheiros, mas seguiram o seu destino, já que não tinham espaço para cá, foram para o outro lado, e aí, o povo é quem vai decidir”, observou.

Para Júlio Campos, a eleição ao governo, ao contrário do que demonstrava, será ‘muito dura’ para o União Brasil. “Uma eleição que achávamos que seria por WO, vai ser uma eleição duríssima. Temos que trabalhar muito para que o União Brasil tenha uma eleição vitoriosa”, afirmou.

O discurso, para Júlio Campos, será o de que o governador Mauro Mendes arrumou a casa. Segundo o ex-governador, “ele (Mauro) já arrumou a casa, colocou tudo em ordem, recuperou as finanças do Estado, agora que está tudo ocorrendo bem, com a pista livre, é uma candidatura natural e respeitada por todos os mato-grossenses”.

Por fim, o candidato a estadual disse que ter adversários na disputa, como a primeira-dama da Capital, Márcia Pinheiro, “é natural e bom para a democracia. Candidaturas únicas são ruins para o processo democrático brasileiro. A disputa vai acontecer e o partido está preparado para disputar com qualquer adversário que seja”, completou.

 

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O que fez Neri Geller, um dos líderes do agronegócio fechar com Lula em Mato Grosso

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Neri Geller, vice-presidente da poderosa Frente Parlamentar Agropecuária na Câmara, já foi ministro de Dilma Rousselff

Revista Veja

Nas últimas semanas, a campanha de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se esforçou para costurar alianças com lideranças políticas e empresariais ligadas ao agronegócio no Centro-Oeste, região dominada pelo discurso bolsonarista. A mais bem-sucedida delas foi a coligação que o partido conseguiu viabilizar com o deputado federal Neri Geller (PP), que concorrerá a uma vaga no Senado pelo Mato Grosso.

Geller é produtor rural e vice-presidente da poderosa Frente Parlamentar da Agropecuária na Câmara. Ele foi relator de leis no Congresso que flexibilizam o licenciamento ambiental.

Sua relação mais próxima com o PT foi como ministro da Agricultura entre 2014 e 2015, quando estava no MDB, durante o governo de Dilma Rousseff. Agora pertence ao partido do senador Ciro Nogueira (PP-PI), que é ministro da Casa Civil de Jair Bolsonaro (PL) e um dos líderes do Centrão.

Agora, segundo o próprio Geller, a abertura dos petistas para ouvir as demandas do agronegócio somada ao papel de Geraldo Alckmin (PSB) como vice de Lula, foram fundamentais para costurar a aliança. “Nós sentamos com a equipe do plano de governo e estamos motivados. Eles se mostram dispostos a aumentar a produção com sustentabilidade. E a entrada do Alckmin nos aproxima muito”, afirmou o candidato ao Senado.

E também criticou Bolsonaro. “O atual governo briga por questões ideológicas com a China, que é o nosso maior parceiro comercial, enquanto o Lula já se mostrou um grande líder para unir o mercado”, afirmou. Além disso, pessoas próximas ao deputado contam que o sentimento de que Lula fará um governo pacífico e conciliador também caiu muito bem para o político ligado ao agronegócio.

Uma justificativa que não pode ser deixada de lado também é o fato de o cenário eleitoral mato-grossense favorecer a aliança. O principal adversário de Neri Geller é o senador Wellington Fagundes (PL), que é apoiado por Bolsonaro. “Então por que eu preciso ficar neutro?”, justificou o deputado.

 

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