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Natal sem dívidas: feirão on-line começa amanhã em 11 capitais

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Feirão oferece descontos que podem chegar a 90% da dívida, informa SPC Brasil

A partir desta quinta-feira (21), consumidores de 11 capitais e mais quatro cidades do interior do Brasil poderão limpar o nome e ainda sem sair de casa ou enfrentar filas.

As renegociações incluem em 15 praças : as capitais São Paulo, Belo Horizonte, Salvador, Fortaleza, Recife, Goiânia, Cuiabá, São Luis, Teresina, Rio Branco e Manaus e mais quatro cidades do interior: Feira de Santana (BA), Ibirité (MG), Pato Branco (PR) e Santo Antônio da Platina (PR)

Feirão do Serasa em novembro oferece até 98% de desconto nas dívidas e sem filas

O feirão on-line de renegociação de dívidas do SPC Brasil começa amanhã, vai até 15 de dezembro e o consumidor pode acessá-lo neste site

Os consumidores interessados podem verificar no site se as empresas em que estão devendo aderiram ao programa. São mais de 120 empresas , desde bancos, consórcios, operadoras de telefonia, construtoras, supermercados e empresas do comércio e do ramo de serviços.

Veja também: Casa própria: Caixa reduz ainda mais a taxa de juros de financiamento

Elas oferecem condições especiais para quem estiver interessado em regularizar as pendências. As facilidades contemplam desde um desconto no valor da dívida , que em alguns casos podem chegar a 90%, até a possibilidade de um parcelamento maior ou um novo prazo para quitação.

Como funciona

Para participar, o consumidor deverá fazer um cadastro no site . Após receber a confirmação de autenticidade, tem a opção de consultar o seu CPF, gratuitamente, para verificar se há pendências e se elas estão disponíveis para renegociação.

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Também é possível acompanhar o andamento de sua negociação de forma on-line, realizar o download do boleto com as novas condições ofertadas pelo credor e ser lembrado quando estiver perto do próximo vencimento.

“A praticidade em não ter de se deslocar até uma agência bancária ou uma loja para se tentar um acordo com o credor são benefícios bastante atraentes. Os canais digitais já se consolidaram nas transações bancárias e nas compras on-line, agora é a vez das renegociações de débitos ganharem mais espaço nessas plataformas”, avalia o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior.

Avalie suas possibilidades antes de fechar acordo

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Rovena Rosa/Agência Brasil

Consumidor inadimplente renegocia dívida no fim do ano para comprar com responsabilidade no Natal, diz presidente do SPC Brasil

Pellizzaro Junior destaca que o fim de ano é o momento ideal para o consumidor colocar as contas em dia, tendo em vista o pagamento do 13º salário e a recente liberação dos recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

“Quem está inadimplente deve priorizar o pagamento de dívidas com esse dinheiro. Estamos nos aproximando das festas natalinas, que é um período em que todos gostam de presentear e aproveitar as promoções. Para isso, é importante fazer um esforço para quitar as dívidas e consumir com responsabilidade para não reincidir nos atrasos ”, afirma o presidente.

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Dados do SPC Brasil mostra que o  volume de consumidores com contas em atraso cresceu 1,58% no último mês de outubro na comparação com o ano passado. A maior parte das dívidas (53%) em aberto no país está ligada a instituições financeiras .

Já o comércio responde por uma fatia de 17% do total de dívidas, enquanto o setor de comunicação por 12% e as contas de água e luz por 10%.

Fonte: IG Economia
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Economia

Após confirmação de coronavírus no Brasil, entenda impacto no mercado do País

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Foto: Reprodução/Internet

Mais de 75 mil pessoas foram infectadas na China continental e mais de 2 mil morreram

Desde o primeiro dia que o surto de coronavírus na China atingiu os mercados financeiros globais, as empresas brasileiras exportadoras de commodities perderam R$ 47,709 bilhões em valor de mercado. Em meio as incertezas sobre o impacto que a doença causará à economia mundial a longo prazo, o Ministério da Saúde confirmou o primeiro caso oficial de coronavírus no Brasil, na manhã desta quarta-feira (26).

No Brasil, a Petrobras já adiantou que o resultado financeiro da companhia no primeiro trimestre deverá ser impactado, principalmente em razão da queda no preço internacional do petróleo. Atualmente, cerca de 65% do petróleo produzido pela Petrobras é vendido para a China.

A empresa garantiu também  que até o momento a demanda da companhia não foi prejudicada, já que as cargas previstas para o mercado chinês estão embarcando normalmente.

Nesta quarta, a  Bolsa brasileira voltou do feriado de Carnaval com forte queda. O Ibovespa despencou mais de 5%, a 107.851 pontos, menor patamar desde novembro.

A queda é a maior desde o Joesley Day, quando a Bolsa caiu 8,8% após divulgação de uma gravação comprometedora entre o presidente e o empresário Joesley Batista, em maio de 2017.

De acordo com o analista de investimentos Gustavo Almeida a queda da bolsa não pode ser associada diretamente com a confirmação do primeiro caso do vírus no Brasil. Para ele, o índice é reflexo das quedas globais nos últimos dias,  devido ao avanço do coronavírus na Europa. “Nesse primeiro momento não é o caso brasileiro que impacto o mercado local. Nos últimos dias a nossa bolsa estava fechada por causa do feriado e ao redor do mundo, já existia uma desaceleração. Mas a bolsa no Brasil caiu até menos do que o mercado esperava”, diz o analista.

Após meia hora da abertura das negociações no Brasil, a retração havia se estabilizado na casa de 4,9%. Foram negociados R$ 3,3 bilhões nos 30 primeiros minutos do pregão.

O número de pessoas infectadas com coronavírus em todo mundo subiu para 80.998, com casos registrados em 33 países, mas a Organização Mundial da Saúde voltou a afirmar hoje (26) que não há motivo para pânico.

Juros no Brasil

No início de fevereiro, o Banco Central reduziu a taxa de juros brasileira para 4,25% ao ano, o menor patamar da história. Em março, haverá outra reunião para definir os rumos da taxa, e o consenso entre analistas, por enquanto, é que o BC deixará o juro aonde está.

Mas, o que os integrantes do Comitê de Política Monetária (Copom) escreveram é que o prolongamento do surto de coronavírus teria impactos sobre commodities e importantes ativos financeiros.

O economista William Teixeira diz que o cenário global com o coronavírus pode trazer novos impacto para a taxa de juros no Brasil e na projeção do PIB. “Os governos ao redor do mundo estão se mobilizando para diminuir esse impacto e estimular o mercado. Se a gente sentir ameaça e retração nas projeções, o governo pode continuar no processo de corte de juros no País” , analisa. 

PIB do Brasil

As preocupações em torno dos impactos do coronavírus na economia global também tem pesado nas revisões nas projeções para o crescimento da economia brasileira em 2020.

O mercado brasileiro reduziu para 2,23% a previsão a alta do PIB em 2020, segundo a última pesquisa Focus divulgada.

Ainda de acordo com o economista William Teixeira, a economia global deve afetar o Brasil, principalmente o mercado chinês, que é um importante comprador de commodities brasileiras como minério de ferro e soja. J á há relatos de de falta de peças para a montagem de produtos, em razão da interrupção da produção e redução dos estoques na China.

“No Brasil, o principal impacto será para empresas de commodities que devem sofrer um pouco mais”, frisou Teixeira. 

Produção de celulares suspensa em fábricas do Brasil

A fábrica da LG em Taubaté (SP) e as fábricas da Samsung e da Motorola na região de Campinas tiveram produção suspensas, por falta de componentes eletrônicos que deveriam vir da China.

A China é a principal fonte de componentes do Brasil. De acordo com informações da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), metade das empresas já têm problemas no recebimento de materiais da China.

Cenário global

Os ministros das Finanças do G-20 e presidentes de bancos centrais declararam que coronavírus constitui novo risco para a economia global e concordaram em adotar políticas adequadas. A reunião de dois dias foi realizada na Arábia Saudita e terminou no último domingo com a divulgação de declaração conjunta.

O documento prevê que o crescimento global se elevará moderadamente em 2020 e 2021. Menciona também riscos de queda provenientes de tensões geopolíticas e comerciais, além de incertezas sobre políticas públicas. A declaração se refere ainda à crescente preocupação sobre a propagação do coronavírus.

Depois da reunião, Haruhiko Kuroda, presidente do Banco do Japão, disse que se preocupa com o possível impacto do coronavírus sobre a economia e mercados financeiros do país. Ele prometeu adotar todas as medidas necessárias.

Alguns investidores e economistas estrangeiros manifestaram preocupação com o impacto negativo do coronavírus sobre a economia japonesa e estão monitorando atentamente a resposta do governo.

Fonte: IG Economia
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Economia

Cai estimativa do mercado financeiro para inflação, diz BC

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As instituições financeiras consultadas pelo Banco Central (BC) reduziram a estimativa para a inflação este ano, pela oitava vez seguida. Desta vez, a projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA – a inflação oficial do país – caiu de 3,22% para 3,20%. A informação consta no boletim Focus, pesquisa semanal do BC que traz as projeções de instituições para os principais indicadores econômicos.

Para 2021, a estimativa de inflação se mantém em 3,75%. A previsão para os anos seguintes também não teve alterações: 3,50% em 2022 e 2023.

A projeção para 2020 está abaixo do centro da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é 4% em 2020. Para 2021, a meta é 3,75% e para 2022, 3,50%. O intervalo de tolerância para cada ano é 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, ou seja, em 2020, por exemplo, o limite mínimo da meta de inflação é 2,5% e o máximo, 5,5%.

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 4,25% ao ano. Para o mercado financeiro, a Selic deve ser mantida no atual patamar até o fim do ano. Em 2021, a expectativa é de aumento da taxa básica, encerrando o período em 6% ao ano. Para o fim de 2022 e 2023, a previsão é 6,5% ao ano.

Quando o Comitê de Política Monetária (Copom) reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Já a manutenção da Selic indica que o Copom considera as alterações anteriores suficientes para chegar à meta de inflação.

Atividade econômica

A projeção para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – caiu de 2,23% para 2,20% em 2020, na segunda redução consecutiva. As estimativas das instituições financeiras para os anos seguintes – 2021, 2022 e 2023 – permanecem em 2,50%.

A previsão do mercado financeiro para a cotação do dólar subiu de R$ 4,10 para R$ 4,15 para o fim deste ano e de R$ 4,11 para R$ 4,15, ao fim de 2021.

Edição: Valéria Aguiar

Fonte: EBC Economia
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