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Internacional

Nasa lança sonda para estudar asteróides “troianos” em Júpiter

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A Nasa lançou uma missão inédita neste sábado para estudar os asteroides troianos de Júpiter, dois grandes aglomerados de rochas espaciais que os cientistas acreditam serem remanescentes de material que formou planetas externos do Sistema Solar.

A sonda espacial, apelidada de Lucy e embalada dentro de uma cápsula de carga especial, decolou no horário programado da Estação da Força Aérea dos Estados Unidos em Cabo Canaveral, na Flórida, às 6h34 (horário de Brasília), informou a Nasa. O equipamento foi lançado em um foguete Atlas V da United Launch Alliance (UAL), uma joint venture da Boeing e da Lockheed Martin.

A missão de Lucy é uma expedição de 12 anos para estudar um número recorde de asteroides. Será a primeira a explorar os chamados troianos, milhares de objetos rochosos orbitando o Sol em dois aglomerados – um à frente do caminho de Júpiter e outro atrás dele.

Acredita-se que os maiores asteroides troianos conhecidos, batizados em homenagem aos guerreiros da mitologia grega, meçam até 225 quilômetros de diâmetro.

Os cientistas esperam que o sobrevoo de Lucy por sete rochas troianas forneça novas pistas sobre como os planetas do Sistema Solar se formaram há cerca de 4,5 bilhões de anos e o que moldou sua configuração atual.

Lucy também fará um voo rasante sobre um asteroide no cinturão principal do Sistema Solar, chamado DonaldJohanson, em homenagem ao principal descobridor do ancestral humano fossilizado conhecido como Lucy. O fóssil de Lucy, descoberto na Etiópia em 1974, inspirou por sua vez a música Lucy in the Sky with Diamonds, dos Beatles.

A sonda usará foguetes para manobrar no espaço e dois painéis solares arredondados, cada um da largura de um ônibus escolar, que recarregarão as baterias que alimentam os instrumentos contidos no corpo de Lucy.

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Internacional

Ômicron: Botsuana diz que maioria dos casos no país é assintomática

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Uma autoridade sênior de saúde de Botsuana disse que 16 de um total de 19 casos da variante Ômicron do coronavírus detectados no país foram assintomáticos, e afirmou ser “injusto” tratar o país como marco zero da nova variante.

Pamela Smith-Lawrence, diretora de saúde em exercício do Ministério da Saúde e Bem-Estar de Botsuana, disse à agência de notícias Reuters, em entrevista, que 19 pessoas infectadas com a nova variante em sua maioria testaram negativo para a covid-19 – ou seja, estão recuperadas.

Enquanto 16 pessoas foram assintomáticas, as três restantes apresentaram sintomas “muito, muito leves”.

Botsuana anunciou na sexta-feira (26) que o país estava investigando certas mutações do coronavírus que foram encontradas em quatro estrangeiros que estavam no país em missão diplomática. Desde então, o país notificou outros 15 casos da nova linhagem, elevando o total para 19.

Origem da Ômicron

Embora ainda não esteja estabelecido onde a Ômicron surgiu pela primeira vez, em 25 de novembro a África do Sul, seguida por Botsuana um dia depois, anunciou que havia detectado uma nova variante cujas mutações eram diferentes da variante Delta, até então a cepa dominante.

Isso levou vários países europeus e asiáticos a adotarem restrições imediatas a viagens aéreas em países da África Austral, uma decisão criticada tanto pela África do Sul quanto por Botsuana.

“Infelizmente… os dedos agora apontam para Botsuana para dizer que isso (a variante) se originou em Botsuana, ou é uma variante de Botsuana, o que considero bastante injusto e desnecessário neste momento”, disse Pamela, acrescentando que 14 das 19 pessoas até agora detectadas com a variante eram cidadãos estrangeiros. Ela se recusou a dizer as nacionalidades dos cidadãos ou de onde eles haviam chegado.

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Internacional

Barco com 40 alunos nigerianos naufraga e 29 morrem; maioria era menor de idade

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Maioria dos estudantes eram menores de idade
Conor Sexton / Unsplash

Maioria dos estudantes eram menores de idade

Um barco que transportava cerca de 40 alunos nigerianos naufragou no estado de Kano, no norte da Nigéria . O acidente matou ao menos 29 pessoas, segundo autoridades locais disseram à agência de notícias Reuters nesta quarta-feira (1º).

O barco estava na represa Watari e levava alunos de uma escola islâmica, sendo a maioria menor de 18 anos. O transporte virou às 5h30 (horário local, noite dessa terça no Brasil), informou um funcionário do governo.

De acordo com o porta-voz do serviço de bombeiros do estado de Kano, Saminu Yusuf Abdullahi, as equipes de resgate conseguiram recuperar 29 corpos. “O que sabemos é que o barco estava superlotado”, disse Abdullahi.

Segundo a autoridade do governo local, Aminu Bello Gogori, sete estudantes foram resgatados e estavam recebendo atendimento médico.

Dois moradores locais, Umar Shuaibu e Tanko Isa, relataram que, apesar de a maioria ser menor de idade, alguns tinham apenas 6 anos. De acordo com eles, os sete resgatados são crianças.

Fonte: IG Mundo

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