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Política Nacional

‘Não dá pra dar golpe, não?’, pergunta Bolsonaro a presidente do Paraguai

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Bolsonaro e Mario Abdo Benítez rindo e se cumprimentando arrow-options
Alan Santos/PR

Bolsonaro sugeriu golpe para continuar no poder sem saber que microfone ainda estava ligado

O presidente Jair Bolsonaro sugeriu um golpe para continuar na presidência em uma conversa com o presidente do Paraguai , Mario Abdo Benítez , durante a cúpula dos países do Mercosul nesta quinta-feira (5). Sem saber que um dos microfones ainda estava ligado, Bolsonaro criticou a esquerda e falou em tom de brincadeira ao pé do ouvido do líder paraguaio que “queria continuar presidente”. “Não dá para dar um golpe, não? Tudo, quando eles perdem, dizem que é golpe. É impressionante, né?”, afirmou.

A declaração de Bolsonaro ocorreu logo após Bolsonaro transferir a presidência do bloco para o Paraguai e após o posicionamento da representante do governo da Bolívia, a ministra de Relações Exteriores, Karen Longaric. Ela prometeu eleições livres no país “para os próximos meses” e disse que a presidente autoproclamada, Jeanine Añez, está comprometida em organizar o pleito “mais livre e transparente de sua história”.

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“Desejo reafirmar a vontade da Bolívia de contribuir de forma proativa para o aprofundamento de integração do Mercosul. Gostaria de agradecer pela preocupação e acompanhamento da dramática situação que a Bolívia viveu”, disse Longaric.

Após a fala de Longaric, Bolsonaro disse que “em breve a Bolívia estará entre nós”. Apesar de não ter reconhecido Añez formalmente, o presidente argentino, Maurício Macri, também sinalizou em favor da senadora, autodeclarada presidente.

Fonte: IG Política
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Política Nacional

Planalto diz que não vai se manifestar sobre citação nazista de secretário

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Roberto Alvim, secretário de Cultura do governo Bolsonaro arrow-options
Reprodução

Roberto Alvim, secretário de Cultura do governo Bolsonaro

O Palácio do Planalto afirmou, nesta sexta-feira (17), que não vai se manifestar sobre o pronunciamento do secretário especial de Cultura , Roberto Alvim, que citou em vídeo trechos de um discurso de Joseph Goebbels, ministro da propaganda do regime nazista. 

Em nota, a assessoria de imprensa do Planalto afirmou que não vai comentar e que o secretário “já se manifestou oficialmente”. Após a repercussão do vídeo, Roberto Alvim afirmou que houve uma “coincidência retórica”, mas disse que não há nada de errado com o discurso. 

“Houve uma coincidência com UMA frase de um discurso de Goebbles (sic)… não o citei e JAMAIS o faria. Foi, como eu disse, uma coincidência retórica. Mas a frase em si é perfeita: heroísmo e aspirações do povo é o que queremos ver na Arte nacional”, disse o secretário. 

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Além do trecho copiado do discurso de Goebbels, outra referência ao regime de Adolf Hitler é a trilha sonora do pronunciamento: a ópera “Lohengrin”, de Richard Wagner. O compositor alemão era celebrado pelo líder nazista e teve grande influência em sua formação ideológica.

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Política Nacional

“Talvez não esteja bem da cabeça”, diz Olavo após citação nazista de secretário

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Olavo de Carvalho arrow-options
Reprodução/TV Globo

Olavo de Carvalho comentou pronunciamento de Roberto Alvim

O ideólogo de direita Olavo de Carvalho criticou o secretário especial de Cultura, Roberto Alvim, após a divulgação de vídeo em que copia uma citação do ministro de propaganda da Alemanha nazista, Joseph Goebbels.

“É cedo para julgar, mas o Roberto Alvim talvez não esteja muito bem da cabeça. Veremos”, escreveu Olavo em sua conta no Facebook. 



Na noite de quinta-feira (16), Roberto Alvim gerou indignação nas redes sociais por causa de um vídeo criado para divulgar o Prêmio Nacional das Artes, projeto lançado horas antes em live com a participação do próprio presidente. No pronunciamento, o secretário copiou um discurso do ministro de propaganda da Alemanha nazista, Joseph Goebbels.

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Além do trecho copiado do discurso de Goebbels, outra referência ao regime de Adolf Hitler é a trilha sonora do pronunciamento: a ópera “Lohengrin”, de Richard Wagner. O compositor alemão era celebrado pelo líder nazista e teve grande influência em sua formação ideológica.

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Fonte: IG Política
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