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“Não cabe à mãe do Miguel julgar”, diz Sari Corte Real

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Sarí Corte Real
Reprodução / Facebook

Sari Corte Real concedeu entrevista ao Fantástico.

A primeira-dama de Tamandaré, em Pernambuco, Sari Corte Real , disse, em entrevista ao Fantástico que “não cabe à mãe de Miguel julgar” o que aconteceu. Ela foi indiciada pela morte do menino Miguel, de 5 anos de idade, que caiu do 9º andar em que Sari mora no começo de junho. 

Na entrevista, Sari, que não utilizava máscaras, disse que não apertou o botão do elevador, como consta no inquérito. Quando questionada sobre se ela havia imaginado o que aconteceria, Sari respondeu: “Não me passou pela cabeça. Não achei que seria essa tragédia. Acreditei que ele voltaria por lá (elevador).”.

A primeira-dama disse ainda que acredita ter feito “tudo que podia” para ajudar o menino Miguel. “E se eu pudesse voltar no tempo, eu voltava. Se eu soubesse que tudo isso ia acontecer, eu voltava e tentava fazer mais do que eu fiz”, completou Sari.

Quando foi questionada sobre o motivo pelo qual ela não monitorou a movimentação de Miguel pelo prédio, Sari disse que “Eu liguei pra Mirtes, mas eu tava tentando acalmar minha filha. Eu me vi naquela situação com toda aquela movimentação. Foi tudo muito rápido”.

Ela disse ainda que não puxou Miguel para fora do elevador por não ter se sentido “segura para isso”.

“Todas as vezes que precisou ser chamado a atenção dele, eu solicitava ou a mãe ou avó que fizessem isso. Eu nunca me dirigi diretamente a ele”, afirmou.

A repórter também questionou se Sari se sentia culpada pela morte de Miguel. A primeira-dama ficou em silêncio.

Ela também disse que está firme porque “muita gente depende” dela e afirmou que irá seguir as determinações da justiça. “Até hoje eu to aqui firme, porque muita gente depende de mim. Se lá na frente, o resultado for esse, eu vou cumprir o que a lei pedir. Tá na mão da justiça. Eu vou aguardar a justiça”, afirmou.

Lado da Mãe

Na mesma reportagem, Mirtes Renata, mãe de Miguel, lamentou a morte do filho. “Eu não se essa dor vai passar”, disse Mirtes, que completou “Cada dia que passa é mais difícil”.  

Ela também acusou a ex-patroa de ter sido irresponsável ao tomar conta de Miguel. “Ela foi irresponsável com o meu filho. Em nenhum momento ela se preocupou”, disse a mãe do garoto. Por fim, Mirtes também disse que “não tem como perdoar” Sari pelo que aconteceu. 

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Menina retirada da mãe por iniciação no candomblé tem guarda devolvida

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mulher de máscara
TV TEM / Reprodução

Caso apontado como intolerância religiosa foi registrado em Araçatuba

Uma decisão emitida pela Justiça de São Paulo na noite desta sexta-feira (14) devolveu à manicure Kate Ana Belintani a guarda da filha dela, que tinha sido  retirada após denúncia de supostos maus tratos em um centro de candomblé da cidade de Araçatuba, no interior do estado.

A filha de Kate, que não teve identidade revelada e tem 12 anos, ficou sob tutela da avó materna após denúncia anônima. A avó da garota é evangélica e teria feito uma denúncia ao Conselho Tutelar da cidade, alegando que a menina estava sofrendo maus tratos e abusos sexuais.

Após algumas denúncias, os conselheiros foram acompanhados de policiais ao terreiro Ilê Axé Egbá Araketu Odê Igbô, onde a adolescente estava com a mãe, que tentou explicar que elas não poderiam deixar o terreiro enquanto estivessem passando pelo ritual. Mesmo assim, elas foram levadas ao Instituto Médico Legal (IML), que não identificou hematomas ou lesões corporais.

Além do depoimento da adolescente, que afirmava participar do ritual por vontade própria, o juiz que emitiu o parecer favorável à mãe levou em consideração o exame de corpo de delito e a manifestação do Ministério Público contra a retirada da guarda da mãe.

A denúncia de intolerância religiosa, feita à revista Época no começo de agosto, ocorreu poucos dias após a retirada da garota da guarda da mãe. Na ocasião, ela estava dentro do terreiro há uma semana, tinha o cabelo raspado como parte de um ritual de 21 dias e nenhuma marca de agressão do corpo.

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Duas crianças morrem durante incêndio em casa no Paraná

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incêndio e carro do corpo de bombeiros
PRE/Reprodução

Parte da casa desabou com o incêndio

O Corpo de  Bombeiros do Paraná foi acionado para apagar um incêndio em uma casa na cidade de Turvo, no interior do estado, na tarde desta sexta-feira (14). Duas crianças que estavam na residência no começo das chamas morreram carbonizadas.

Os dois meninos, de dois e quatro anos, estavam dormindo no momento do incidente. Dono da casa não estava no local e mãe dos garotos tinha saído para pegar um bolo na vizinhança, mas não conseguiu voltar a tempo. As chamas se espalharam rapidamente porque parte da residência era de madeira.

O foco do incêndio não foi detectado até o momento, já que parte da casa tinha desabado quando o socorro chegou. Uma perícia deve ser feita para detectar a causa do incidente e a polícia civil investiga o caso.

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