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Na TV Cuiabá, Gisela cita secretários afastados, promete auditorias internas e revisão de contratos da prefeitura

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Na série de entrevistas com candidatos à prefeitura da Capital, Gisela Simona prometeu foco no combate à corrupção, caso seja eleita [Foto – O Documento]

A defensora pública e advogada Gisela Simona (Pros), candidata do partido à sucessão do prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), foi a entrevistada desta quarta-feira (14), do Programa Comando Geral da TV Cuiabá, HDTV 47.1. A ex-superintendente do Procon de Mato Grosso, onde é servidora efetiva desde 2001, afirmou que a principal demanda da população, neste momento, é o combate à corrupção.

“A principal demanda que nós entendemos aí, e está como pilar do nosso plano de governo, é o combate implacável da corrupção. Hoje, infelizmente, é fato notório que nós temos aí quatro secretários afastados por problemas de corrupção em áreas que são clássicas e básicas para o cidadão, como a saúde e a educação”, disse.

A defensora pública entende que se combate a corrupção através de um trabalho sério, responsável e com base em auditorias internas. “Se eleita, vou fazer constantes e periódicas auditorias internas, além da revisão dos contratos, enxugamento da máquina, fazer com que a prefeitura compre bem, pague certo, para que você tenha uma gestão eficiente”, afirmou.

Gisela Simona fez questão de destacar a iniciativa da TV Cuiabá, de garantir entrevista com os candidatos a prefeito da Capital. “Gostaria de agradecer pelo espaço democrático que estão concedendo a todos os candidatos em situação de igualdade, isso é extremamente importante”, disse, acrescentando que quer ser prefeita de Cuiabá para ter o poder da caneta.

“Tem que ter o poder da caneta para mudar a legislação, e é por isso que vim para a política. Por longos anos trabalhei junto ao Procon, sou concursada desde 2001. Estive superintendente desde 2008. É um órgão que recebe muitas reclamações de consumidores contra fornecedores, problemas que envolve água, energia elétrica, telefonia, todo o sistema financeiro e, no Procon, eu resolvi muitos problemas, mas o que ocorre na prática, é que essa resolução dos problemas, o Procon tem limite de alçada. Ali eu não tenho como mudar uma legislação, ali eu não tenho o poder da caneta de mudar a forma como uma determinada concessionária de água, por exemplo, mude o tratamento com o cidadão. Dá uma sensação, ao longo do tempo, de que você está enxugando gelo”, declarou.

Outro motivo que a levou ao pleito, recordou a candidata, foi a sua primeira disputa eleitoral, em 2018, para a Câmara Federal. “Participei da minha primeira disputa em 2018, quando fui candidata a deputada federal. Tive a honra de receber mais de 50.680 votos no Estado, e aqui em Cuiabá, mais de 33 mil votos e é isso que me faz hoje estar candidata a prefeita”.

 

 

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Abílio voltar a falar sobre o “caso paletó” e conclama eleitores para reta final da campanha

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Abilio e o vice Felipe Wellaton, que subiram o tom contra Emanuel Pinheiro na TV [Foto Assessoria]

Candidato do Podemos a prefeito de Cuiabá, Abílio Júnior, e o seu vice, vereador Felipe Wellaton (Cidadania), vieram com um discurso duro contra o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), candidato à reeleição, no horário eleitoral desta quarta-feira (25). Abílio e Wellaton argumentam que venceram a primeira batalha, e que agora precisam do apoio para vencer a guerra contra a corrupção.

“Estamos lutando para tirar o paletó há três anos”, diz Wellaton. “Nós já batemos uma parte da meta, você já tirou onze paus mandados. Agora falta o chefe do bando, que já virou réu na Justiça Eleitoral”, completa Wellaton.

“Neste domingo, o juiz é você, e vamos tirar o paletó de lá”, conclama o candidato Abílio Júnior. “Vamos mandar embora o governo vergonha nacional”, completa o candidato a vice-prefeito no vídeo exibido no horário eleitoral.

O programa eleitoral de Abílio Júnior mostrou imagens da delação do ex-governador Silval Barbosa, e do prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), recebendo maços de dinheiro das mãos do ex-chefe de gabinete de Silval, Sílvio Corrêa. O trecho usado faz parte de reportagem do Jornal Nacional divulgada quando ocorreu o escândalo de propina a deputados de Mato Grosso.

Mostrou também trechos de depoimentos de Sílvio Corrêa na Câmara de Cuiabá, quando interrogado por Abílio e pelo o vereador Marcelo Bussiki (DEM), sobre o caso, afirmando que era propina o valor entregue ao prefeito cuiabano.

 

 

 

 

 

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Prefeito diz que licitação já havia sido anulada e que foi alvo de ação “truculenta e desnecessária” da Polícia Civil

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Zé do Pátio foi alvo de operação esta manhã por suposta fraude na compra de material de combate à Covid

O prefeito de Rondonópolis José Carlos do Pátio concedeu entrevista na manhã desta quarta-feira (25) junto com o procurador geral do Município, Anderson Flávio de Godoi sobre a Operação Stop Loss do Ministério Público do Estado (MPE) que cumpriu mandados de busca e apreensão na Prefeitura de Rondonópolis.

O prefeito afirmou que foi surpreendido com a operação, que foi truculenta e sem necessidade, já que havia encaminhado ao Tribunal de Justiça e à Delegacia Especializada de Combate à Corrupção uma petição na qual se colocava inteiramente à disposição das autoridades para prestar todas as informações necessárias em relação ao inquérito da Operação Stop Loss, fornecendo inclusive qualquer documento que fosse solicitado.

“Apesar da colaboração efetiva da prefeitura na apuração dos fatos não recebemos os documentos e informações sobre as investigações, mesmo com inúmeras solicitações dos nossos advogados e procuradores, o que viola o nosso direito de defesa e compromete a prestação de esclarecimentos à sociedade”, complementou o prefeito e acrescentou que é de seu interesse que as investigações transcorram de modo adequado, legal e transparente e que sejam concluídas o mais rapidamente possível.

O procurador geral do município ressaltou também que a administração já havia tomado todas as providências necessárias, antes mesmo de iniciada qualquer investigação, com a anulação dos procedimentos de licitação e não aquisição dos materiais referentes aos processos de licitações 037, 038 e 039/2020. “A administração em nenhum momento criou qualquer embaraço para prestar informações e sempre tivemos à disposição da Justiça e do Ministério Público”.

Anderson Godoi destacou ainda que o entendimento da administração municipal é de que é desnecessário este tipo de operação, já que em nenhum momento foram solicitadas informações acerca do inquérito, além de estar claro que não houve a compra de nenhum dos produtos destas licitações, ou seja, não houve gastos e portanto nenhum dano ao erário.

Sobre medidas que devem ser adotadas pela administração municipal o procurador geral afirmou que: “A Procuradoria do Município agirá na medida do necessário dentro do inquérito em defesa do interesse público”.

 

 

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