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Política Nacional

Na sessão do Plenário, deputados comentam mudança de comando na Petrobras

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Najara Araújo/Câmara dos Deputados
Votação de propostas. Presidente da Câmara, dep. Arthur Lira (PP - AL)
Sessão do Plenário da Câmara dos Deputados

Na sessão do Plenário da Câmara, deputados discutiram a decisão do presidente Jair Bolsonaro de mudar o comando da Petrobras, anunciada na semana passada, com a troca de Roberto Castello Branco pelo general Joaquim Silva e Luna na presidência da estatal.

A decisão levou à queda do valor de mercado da empresa e chegou a ser questionada pelo procurador do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (TCU), Lucas Rocha Furtado. O deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS) ressaltou que a atuação de Bolsonaro fez a petroleira perder R$ 100 bilhões em poucos dias.

Para a deputada Gleisi Hoffman (PT-PR), a decisão do presidente da República não vai levar à queda no preço dos combustíveis. “Para baixar o preço da gasolina e do diesel, ele precisa mudar a política de preços da Petrobras”, disse.

Segundo ela, a definição de preço leva em conta o custo internacional do barril e o valor de importação do combustível, ainda que seja produzido no Brasil.

O deputado Henrique Fontana (PT-RS) e a deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ) também cobraram a mudança na política de preços da empresa.

Defesa
A mudança de comando foi celebrada pelo deputado Reinhold Stephanes Junior (PSD-PR), que parabenizou o general escolhido por Bolsonaro. “Com sua inteligência e correção, tenho certeza de que a Petrobras vai novamente melhorar sua lucratividade e ajudar os brasileiros com preços mais justos para os combustíveis e o gás”, disse.

Ele destacou a atuação do general Silva e Luna na Itaipu e disse que a expectativa é que o novo presidente da Petrobras diminua os cargos em comissão e, assim, os gastos da petroleira.

Reportagem – Carol Siqueira
Edição – Pierre Triboli

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Política Nacional

Neste sábado, comitiva brasileira embarca para Israel em busca do spray nasal

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Spray nasal contra o novo coronavírus está sendo desenvolvido em Israel
Reproducao / CNN

Spray nasal contra o novo coronavírus está sendo desenvolvido em Israel

Neste sábado (06), uma comitiva encabeçada pelo ministro das Relações Exteriores , Ernesto Araújo, vai para Israel tentar negociar o spray nasal que passa pela fase de testes clínicos. O governo brasileiro busca negociar produto para incorporar no tratamento do novo coronavírus . Entre os escalados para a viagem, está o filho do presidente, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL). As informações foram apuradas pela CNN Brasil. 

O atual presidente Jair Bolsonaro , declarou que irá acompanhar a saída da comitiva da base aérea de Brasília. De acordo com Bolsonaro, os representantes brasileiros irão se encontrar com o primeiro ministro Benjamin Netanyahu. 

Com o nome EXO-CD24, o spray, não tem sua eficácia comprovada ainda e está passando pelo seu desenvolvimento pelo Centro Médico Ichilov, em Israel . Até então, o medicamente era escolhido para casos de câncer no ovário. 

Ainda em sua fase de testes, o spray nasal passou a ser implementado em testes contra o novo coronavírus . Os primeiros resultados revelam que 29, dos 30 voluntários, não evoluíram para casos graves da doença. 

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Política Nacional

Bolsonaro muda discurso e admite tomar vacina contra a Covid-19 “lá na frente”

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Presidente Jair Bolsonaro (sem partido) durante pronunciamento em rede nacional de rádio e TV
Carolina Antunes/PR

Presidente Jair Bolsonaro (sem partido) durante pronunciamento em rede nacional de rádio e TV

O presidente Jair Bolsonaro, que no passado afirmou que não tomaria imunizantes contra a Covid-19, agora admite a possibilidade de se vacinar “lá na frente”. Embora ainda não se saiba quanto tempo duram os anticorpos após contrair a doença, Bolsonaro afirmou que está “imunizado” por já ter sido infectado em julho do ano passado.

“No meu caso, o pessoal fica perturbando ‘tome a vacina’. O que é vacina ? Não é um vírus morto? Eu já tive o vírus vivo. Então estou imunizado. Deixa outro tomar a vacina no meu lugar. Lá na frente, depois de todo mundo, se eu resolver tomar, porque no que depender de mim é voluntário, não pode obrigar ninguém a tomar vacina, eu tomarei”, declarou Bolsonaro .

Como de praxe, o presidente não usava máscara de proteção durante a conversa com apoiadores, que ocorreu em frente ao Palácio da Alvorada.

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