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Saúde

Mutirão contra câncer colorretal ocorre em 17 cidades

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O  Mutirão contra o Câncer Colorretal, promovido pela Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva (Sobed), começou hoje (22) no Hospital Federal de Ipanema (HFI), no Rio de Janeiro. O objetivo é esclarecer a população e médicos de saúde básica sobre este tipo de câncer, que pode ser evitado em 90% dos casos.

Além do Rio de Janeiro, onde ocorre até quarta-feira (24), a iniciativa será realizada também em mais 12 cidades do Brasil (Recife, Goiânia, Curitiba, São Luís, Maceió, Belo Horizonte, Campinas [SP], Porto Alegre, Aracaju, Cuiabá, Porto Seguro [BA] e Fortaleza), com inícios que vão desta segunda até 1º de agosto, dependendo do município. 

Veja abaixo a data de início do mutirão em cada cidade.

A ação ocorre em um hospital por cidade, para concentrar recursos médicos e de aparelhos. Em todo o Brasil, a ideia do mutirão é atender 600 pessoas.

A coordenadora da ação no Rio, Ana Maria Zuccaro, também presidente da Comissão de Ética e Defesa Profissional da Sobed, disse que se trata de um mutirão de prevenção do câncer colorretal. “O objetivo é esclarecer a população e os médicos da saúde básica que o câncer colorretal é a segunda causa de morte por câncer no estado do Rio de Janeiro entre homens e mulheres. E esse câncer pode ser evitado em 90% dos casos, se você realizar a prevenção do câncer colorretal por meio de recomendações internacionais, inclusive da Organização Mundial da Saúde”.

Assintompático

Ana Maria explicou que o tumor de câncer colorretal tem crescimento lento. Possui uma fase de lesão pré-maligna, quando são pólipos e adenomas, na qual a doença não apresenta sintomas. “Ele não sente nada”. Quando apresenta algum sintoma, como sangramento e obstrução, já se trata de um tumor avançado.

A Sobed recomenda que, a partir dos 50 anos, independente de história familiar de câncer, todo indivíduo deve se submeta ao rastreio de câncer colorretal por meio da pesquisa de sangue oculto nas fezes e pela colonoscopia, que permite identificar as lesões pré-malignas e ressecá-las. “Você resseca a lesão antes que ela se transforme em câncer”. A coordenadora do mutirão esclareceu que mesmo quando a pessoa apresenta um câncer precoce, a maioria das lesões é ressecável. “Com isso, você evita o desenvolvimento do câncer de colo”.

A entidade diz que pretende trabalhar junto com o Ministério da Saúde no desenvolvimento de campanhas públicas de prevenção do câncer de colo.  “A mortalidade é muito alta, mas tem essa vantagem: Você pode prevenir, pode tratar as lesões malignas, de modo que elas não se desenvolvam”.

O Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (Inca) estima que o número de novos casos de câncer de cólon e reto em 2019 será de 17.380 em homens e de 18.980 em mulheres. 

Pré-seleção

Durante o mutirão no Hospital Federal de Ipanema (HFI), serão atendidos 60 pacientes pré-selecionados, todos assintomáticos, ou seja, sem sintoma nenhum de câncer, na faixa etária de 50 a 70 anos, que nunca fizeram uma colonoscopia, informou Ana Maria. Os pacientes já estavam na fila do Sistema Nacional de Regulação (Sisreg) para realizar colonoscopia para rastreio de câncer.

Caso seja diagnosticado algum tumor por esse rastreio, os pacientes serão operados e encaminhados para tratamento.
 

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Saúde
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Saúde

Novo coronavírus: Brasil monitora cinco casos suspeitos

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O Ministério da Saúde acompanha cinco casos de pacientes com suspeita de infecção pelo novo coronavírus, sendo uma criança de dois anos. O boletim divulgado nesta terça-feira (18) traz dois casos a mais que o de ontem. Todos estiveram na China, mas nenhum deles na cidade de Wuhan, epicentro da doença. 

“Entraram mais dois casos de São Paulo, então permanecem os dois de ontem e dois novos em São Paulo e o do Rio Grande do Sul permanece desde a semana passada”, disse em coletiva à imprensa o secretário executivo do Ministério da Saúde, João Gabardo.

Segundo o secretário, o paciente do Rio Grande do Sul foi testado para os vírus mais comuns, como H1N1, e os testes deram negativo. Agora, uma amostra está sendo enviada para o Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen) para análise específica quanto ao novo coronavírus. Três dos pacientes ainda serão testados para vírus gripais.

Gabardo enfatizou que a mobilização para prevenir e conter o vírus continua pelo menos até o começo do inverno. “Nós não vamos reduzir todas essas ações feitas, toda mobilizações feita antes da chegada do inverno, independentemente de até lá nós termos casos confirmados no Brasil”.

Repatriados

A pasta deve divulgar amanhã (19) o resultado dos exames dos brasileiros resgatados da China e dos tripulantes da Força Aérea Brasileira que estiveram envolvidos na ação. No total, 58 pessoas estão em quarentena na Base Aérea de Anápolis (GO) para descartar o risco de contaminação pela doença no Brasil.

Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Saúde
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Saúde

Como preparar o fígado para beber no carnaval?

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O carnaval já está a todo vapor em diversas cidades, e o plano de muitas pessoas é cair na folia e beber com os amigos. O recomendado é sempre ter moderação ao ingerir bebidas alcóolicas. Mas, além disso, dá para preparar o corpo para encarar as bebidas de uma forma menos danosa, principalmente o fígado. 

Leia mais: O que acontece se você mistura álcool e medicamentos e como evitar problemas

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shutterstock

Cerveja traz menos prejuízos ao corpo que os destilados, mas é sempre bom ter moderação e seguir algumas dicas se quiser beber

O fígado , como destaca a nutricionista Gabriela Cilla, da Clínica NutriCilla, quando a pessoa bebe, sofre trabalhando mais para filtrar o álcool.

“É no fígado que ocorre todo processo de filtração do nosso organismo, inclusive as trocas sanguíneas”, explica. “Se há alta ingestão de toxinas, não só o fígado vai ficar mais prejudicado, mas  também os rins, que tem que excretá-las”, completa a nutricionista.

Por isso, a primeira dica para cuidar desses órgãos é uma clássica: beber água. Isso ajuda a diluir o álcool e facilitar o trabalho realizado pelo fígado. A indicação da nutricionista é intercalar um copo de bebida com um copo de água. 

O que você come também ajuda ou prejudica seu fígado 

Se as bebidas alcóolicas exigem mais do seu organismo, o mesmo vale para comidas muito gorduras ou outras besteiras. Por exemplo, ingerir álcool comer frituras é ruim para o organismo, porque “você dá dois trabalhos para seu fígado”, alerta Gabriela. 

Não há muito segredo. Se sabe que vai beber, tenha cuidado redobrado com a alimentação. O melhor é beber muita água, comer frutas e lanches mais naturais. Se a alimentação é feita antes de sair, dá para dar preferência aos alimentos antioxidantes, que são os mais benéficos para o fígado.

“Alimentos como couve, brócolis, rúcula e agrião atuam no processo de desintoxicação, auxiliando o funcionamento do fígado. Portanto, são boas pedidas na luta contra a ressaca”, orienta a médica nutróloga Marcella Garcez. Frutas das vermelhas para azuis (morango, maçã, ameixa, açaí, berries); alimentos integrais; cúrcuma e oleaginosas (que são fontes de ômega 3) também são bem-vindos. 

Ainda sobre alimentação, vale um lembrete durante o carnaval : não fique em jejum! Isso, segundo as especialistas, é o pior cenário para seu corpo. Para curtir e não sofrer tanto com as bebidas, seu corpo precisa de energia. 

O que beber no carnaval?

Chegou a hora da folia e o que mais tem disponível por aí é a cerveja . E a boa notícia é que ela nem é a pior das bebidas para o organismo, assim como o vinho. Por exemplo, o vinho é proveniente da uva e conta com a presença do resveratrol, que é antioxidante, como explica Gabriela. A cerveja, por sua vez, também vem do lúpulo ou do malte, o que já acrescenta uma característica melhor à ela.

“Já os destilados ou as famosas ‘pingas’ são só resquícios da concentração da cana de açúcar. Por um lado, o teor alcóolico é maior, então a pessoa bebe menos. Por outro, são mais agressivos e potentes que as outras bebidas”, diz a nutricionista.

Isso não significa que o vinho e a cerveja sejam bebidas totalmente liberadas, mas são consideradas ‘menos piores’ quando comparadas aos destilados. A chave continua sendo a moderação. 


Fonte: IG Saúde
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