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Museu da Língua Portuguesa reinaugura com novas experiências para os visitantes

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Museu da Língua Portuguesa reinaugura com novas experiências aos visitantes
Divulgação/Museu da Língua Portuguesa/Foto: A Ana Mello

Museu da Língua Portuguesa reinaugura com novas experiências aos visitantes

O Museu da Língua Portuguesa, instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, será reinaugurado no próximo dia 31 de julho, reconstruído após o incêndio que o atingiu em dezembro de 2015. Um dos primeiros museus totalmente dedicados a um idioma, instalado na cidade com o maior número de falantes de português no mundo, São Paulo, na histórica Estação da Luz, o Museu celebra a língua como elemento fundador da nossa cultura. Por meio de experiências interativas, conteúdo audiovisual e ambientes imersivos, o visitante é conduzido a um mergulho na história e na diversidade do idioma falado por 261 milhões de pessoas em todo o mundo.

A cerimônia oficial de inauguração, no dia 31, terá transmissão ao vivo pelas redes sociais do Museu.

A posterior abertura ao público se dará sob as restrições determinadas pelas medidas de combate à COVID-19. Os ingressos poderão ser adquiridos exclusivamente pela internet, com dia e hora marcados, e a capacidade de público está restrita a 40 pessoas a cada 45 minutos. Os visitantes receberão chaveiros touchscreen para evitar toque nas telas interativas.

A reconstrução do Museu da Língua Portuguesa é uma iniciativa do Governo do Estado de São Paulo em parceria com a Fundação Roberto Marinho e tem como patrocinador máster a EDP; como patrocinadores Grupo Globo, Grupo Itaú Unibanco e Sabesp; e apoio da Fundação Calouste Gulbenkian e do Governo Federal por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. O ID Brasil Cultura, Educação e Esporte é a organização social responsável pela sua gestão.

Conteúdo revisto e ampliado

O Museu da Língua Portuguesa teve seu conteúdo revisto e ampliado para a nova fase
Divulgação/Museu da Língua Portuguesa/Foto: A Ana Mello

O Museu da Língua Portuguesa teve seu conteúdo revisto e ampliado para a nova fase

O conteúdo do Museu foi atualizado. Em sua exposição de longa duração, o Museu terá experiências inéditas e outras anteriormente existentes, que marcaram o público em seus 10 anos de funcionamento (2006-2015). Entre as novas instalações estão “Línguas do Mundo”, que destaca 23 das mais de 7 mil línguas faladas hoje no mundo; “Falares”, que traz os diferentes sotaques e expressões do idioma no Brasil; e “Nós da Língua Portuguesa”, que apresenta a língua portuguesa no mundo, com os laços, embaraços e a diversidade cultural da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP).

Continuam no acervo as principais experiências, como a instalação “Palavras Cruzadas”, que mostra as línguas que influenciaram o português no Brasil; e a “Praça da Língua”, espécie de ‘planetário do idioma’ que homenageia a língua portuguesa escrita, falada e cantada, em um espetáculo imersivo de som e luz. (Conheça o conteúdo completo abaixo)

Com curadoria de Isa Grinspum Ferraz e Hugo Barreto, o conteúdo foi desenvolvido com a colaboração de escritores, linguistas, pesquisadores, artistas, cineastas, roteiristas, artistas gráficos, entre outros profissionais de vários países de língua portuguesa. São nomes como o músico José Miguel Wisnik, os escritores José Eduardo Agualusa, Mia Couto, Marcelino Freire e Antônio Risério, a slammer Roberta Estrela d’Alva e o documentarista Carlos Nader. Entre os participantes de experiências presentes na expografia estão artistas como Arnaldo Antunes, Augusto de Campos, Laerte, Guto Lacaz, Mana Bernardes e outros.

Já a exposição temporária de reabertura do Museu, “Língua Solta”, traz a língua portuguesa em seus amplos e diversos desdobramentos na arte e no cotidiano. Com curadoria de Fabiana Moraes e Moacir dos Anjos, a mostra conecta a arte à política, à vida em sociedade, às práticas do cotidiano, às formas de protesto e de religião, em objetos sempre ancorados no uso da língua portuguesa.

Novo terraço e reforço de segurança contra incêndio

Museu Língua Portugues
Museu da Língua Portuguesa/Foto: Ana Mello

Terraço com fortificado contra incêndios

Um dos principais prédios históricos de São Paulo, marco do desenvolvimento da cidade e querido por toda a população, a Estação da Luz tem uma importância simbólica única: foi uma das portas de entrada para milhares de imigrantes que chegavam ao Brasil. Era lá que eles, depois de desembarcarem dos navios em Santos, tinham o primeiro contato com a língua portuguesa.

Com a completa recuperação arquitetônica e readequação de seus espaços internos, que envolveu obras de restauro e reconstrução, o Museu manteve os conceitos estruturantes do projeto de intervenção original – assinado pelo arquiteto Paulo Mendes da Rocha e seu filho Pedro, em 2006 – e ganhou aperfeiçoamentos. No térreo, o museu abre-se à estação, reforçando sua comunicação com a cidade. Nos andares superiores, espaços foram otimizados, novos materiais foram introduzidos e o museu ganhou mais salas para suas instalações. E no terceiro piso haverá um terraço com vista para o Jardim da Luz e a torre do relógio. Este espaço homenageará o arquiteto Paulo Mendes da Rocha, que morreu este ano. A nova versão foi concebida por Pedro Mendes da Rocha e desenvolvida nas etapas de pré-executivo e projeto executivo pela Metrópole Arquitetura, sob coordenação de Ana Paula Pontes e Anna Helena Villela.

A reconstrução também incorpora melhorias de infraestrutura e segurança, especialmente contra incêndios, que superam as exigências do Corpo de Bombeiros. Entre as novas medidas, está a instalação de sprinklers (chuveiros automáticos) para reforçar o sistema de segurança contra incêndio. No caso do Museu, os sprinklers não são uma exigência legal, mas foi uma recomendação dos bombeiros acatada para trazer mais segurança para o projeto.

O Museu e a Estação da Luz obtiveram o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB) conjunto, que garante a segurança para todos os usuários da Estação. É a primeira vez que a Estação da Luz obtém o AVCB, graças ao esforço conjunto do Museu e da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM).

Todas as etapas foram aprovadas e acompanhadas de perto pelos três órgãos do patrimônio histórico: Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan); Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico (Condephaat), órgão de âmbito estadual; e Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo (Conpresp).

Sustentabilidade: foco no selo LEED e madeira recuperada

O Museu foi concebido também com recursos de acessibilidade física e de conteúdo.
Divulgação/Museu da Língua Portuguesa/Foto: Ana Mello

O Museu foi concebido também com recursos de acessibilidade física e de conteúdo.

O museu também será reaberto com certificação ambiental. As diretrizes de sustentabilidade pautaram toda a obra, e o Museu obteve o selo LEED (Leadership in Energy and Environmental Design) – um dos mais importantes do mundo na área de construções sustentáveis – na categoria Silver. Entre as medidas estão a adoção de técnicas para economia de energia na operação do museu; a gestão de resíduos durante as obras; e a utilização de madeira que atende às exigências de sustentabilidade (certificada e de demolição) em todo o Museu.

Cerca de 85% da madeira necessária para a recuperação das esquadrias foram utilizados do próprio material já existente no edifício, com a reutilização de madeira da cobertura original, datada de 1946. Já na construção da nova cobertura, foram empregadas 89 toneladas (67 m³) de madeira certificada proveniente da Amazônia.

Mais de 300 esquadrias foram restauradas ou refeitas, num trabalho que deu nova vida a madeiras com mais de 70 anos, datadas de 1946. Na marcenaria instalada no primeiro andar do edifício, o material parcialmente carbonizado (peroba do campo rosa e amarela) foi restaurado e reutilizado na obra. O desafio foi recuperar o prédio, dentro das técnicas atuais de restauro, preservando todos os seus aspectos históricos – os restauradores utilizaram modelos registrados no início do século 20, época da construção da Estação da Luz; em 1946, quando o edifício também foi atingido por um incêndio; e pequenas modificações feitas em 2006 para a utilização do prédio como museu.

Os recursos necessários para a reconstrução do Museu da Língua Portuguesa foram de R﹩ 85,8 milhões – a maior parte do valor é proveniente de parceria com a iniciativa privada via lei federal de incentivo à cultura e indenização do seguro contra incêndio.

Cerca de 4 milhões de visitantes em 10 anos

O Museu da Língua Portuguesa trará exposições de longa e curta duração
Divulgação/Museu da Língua Portuguesa/Foto: Ana Mello

O Museu da Língua Portuguesa trará exposições de longa e curta duração

Em quase 10 anos de funcionamento – de março de 2006 a dezembro de 2015 -, o Museu recebeu cerca de 4 milhões de visitantes e promoveu mais 30 exposições temporárias. Entre os homenageados com exposições estiveram escritores como Guimarães Rosa, Clarice Lispector, Machado de Assis e Fernando Pessoa, além do cantor e compositor Cazuza. O Museu foi atingido por um incêndio em 21 de dezembro de 2015.

Durante a reconstrução, o Museu continuou em contato com o público por meio de atividades culturais e educativas, como as realizadas no Dia Internacional da Língua Portuguesa, na Estação da Luz, desde 2017, e a mostra itinerante “A Língua Portuguesa em Nós”, apresentada em 2018 em países lusófonos da África, em Portugal e no Brasil. Em 2020 e 2021, o Dia Internacional da Língua Portuguesa foi realizado de forma virtual, com série de eventos online que reuniram artistas de vários países de língua portuguesa.

Conheça mais sobre as exposições:

Museu da Língua Portuguesa novas experiências
Divulgação/Museu da Língua Portuguesa Foto: A Ana Mello

Museu da Língua Portuguesa novas experiências

Exposição temórária (1º Andar)

O 1º andar do Museu é dedicado às exposições temporárias. A mostra “Língua Solta”, que traz os diversos desdobramentos da língua portuguesa na arte e no cotidiano, marca a reinauguração do espaço. São 180 peças que vão desde mantos bordados por Bispo do Rosário até uma projeção de memes do coletivo Saquinho de Lixo, com curadoria de Fabiana Moraes e Moacir dos Anjos. Os visitantes terão contato com o embaralhamento proposto pelos curadores, conectando a arte à política, à vida em sociedade, às práticas do cotidiano e às formas de protesto, de religião e de sobrevivência – sempre atravessados pela língua portuguesa. Cartazes de rua, cordéis, brinquedos, revestimento de muros e rótulos de cachaça se misturam a obras de artistas como Mira Schendel, Leonilson, Rosângela Rennó e Jac Leirner, entre outros.

Exposição de longa duração (2º e 3º andares)

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2º andar – Viagens da Língua. Experiências:

Línguas do mundo

Em uma das novas experiências do museu, 23 mastros se espalham pelo hall do 2º andar, cada um com áudios em um idioma. São saudações, poemas, trechos de textos e canções em gravações feitas por falantes de português, espanhol, italiano, alemão, francês, inglês, russo, hindi, grego, armênio, farsi, árabe, idishe, mandarim, japonês, coreano, turco, yorubá, quimbundo, quéchua, guarani-mbyá, yanomami e basco. As línguas foram escolhidas entre as 7 mil existentes no mundo segundo os critérios de seus laços com o Brasil – principalmente pela imigração – ou por representarem diferentes regiões do mundo e suas famílias linguísticas.

Laços de família

O tema das várias línguas do mundo e sua organização em famílias segue pela parede do corredor da Rua da Língua. Um diagrama animado desenvolve-se para mostrar a evolução da família indo-europeia, da qual o português faz parte, e o parentesco entre grupos linguísticos.

Rua da Língua

A instalação que se estende por toda a Grande Galeria – mimetizando a linha do trem da Estação da Luz alguns andares abaixo – teve seu conteúdo todo renovado. Para convidar o visitante a refletir sobre a linguagem na vida urbana contemporânea, as telas “se transformam” em paredes, murais, outdoors. Como nas ruas das cidades, ali surgem a poesia-relâmpago dos fragmentos verbais eruditos e populares: expressões, provérbios, pichações, poemas, propaganda, inscrições anônimas da grande cidade, em desenhos surpreendentes.

São criações de artistas como Augusto de Campos, Arnaldo Antunes, Guto Lacaz, Felipe Grinaldi, Fábio Moraes, GG (Susto), Mana Bernardes e Coletivo Bijari, a partir da consultoria especializada de José Miguel Wisnik e Antonio Risério, com roteirização de Wisnik e Leandro Lima. A experiência tem trilha sonora original de Alê Siqueira e Cid Campos.

Beco das palavras

Museu da Língua Portuguesa
Divulgação/Museu da Língua Portuguesa/Foto: Ana Mello

Museu da Língua Portuguesa

Uma das experiências que se mantiveram no Museu, com tecnologia renovada. Nas mesas interativas, o público deve formar palavras, descobrindo, de forma lúdica, a origem das palavras da língua portuguesa e os mecanismos secretos com que nossa língua pode sempre se renovar. A consultoria é do linguista Mário Viaro, com roteirização de Marcelo Tas.

Palavras cruzadas

Um dos principais espaços expositivos do Museu desde sua inauguração, também teve sua tecnologia multimídia renovada. Oito totens interativos com recursos audiovisuais e painel explicativo expõem as influências das principais línguas e povos que contribuíram para formar o português do Brasil. A navegação pode ser feita por palavra, descobrindo sua forma e pronúncia na língua de origem, ou por povos, investigando sua cultura, tradições e sua chegada no Brasil.

O português do Brasil

Estudar o português do Brasil é também estudar a história da formação do país e de seu povo. Esta Linha do Tempo passeia por diferentes períodos históricos – desde o Império Romano e Mundo Árabe, passando pelas Grandes Navegações, influências indígenas e africanas até questões atuais – através da combinação de diferentes recursos expográficos, como vitrines com objetos, textos, depoimentos de especialistas, mapas animados, vídeos históricos e obras literárias.

Nós da língua

A instalação “Nós da Língua Portuguesa”, novidade na exposição e que amplia a presença da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) no Museu, tem duplo objetivo. De uma parte, mostrar a presença estabelecida da língua portuguesa no mundo: o idioma é falado hoje em cinco continentes por 261 milhões de pessoas. De outra, mapear suas novas movimentações.

Foi concebida a partir de textos e consultoria de especialistas e escritores como o angolano José Eduardo Agualusa e o moçambicano Mia Couto. “Ao mesmo tempo que ia sendo instrumento de dominação colonial, a língua portuguesa era já o avesso disso: componente fundamental na criação de identidades culturais autónomas, no Brasil, em Angola, em Moçambique, em Cabo Verde, São Tomé e Príncipe e Guiné-Bissau”, diz o texto assinado pelos dois escritores.

Na instalação audiovisual, os pontos em comum e a diversidade que marcam a língua portuguesa no mundo são reveladas através de três eixos: o intercâmbio entre os povos com o mesmo idioma; a ruptura dos colonizados com a língua dos colonizadores; e a invenção, com as trocas que enriquecem a língua até hoje. O visitante navega pelos diferentes rostos e sotaques; imagens históricas; conflitos; paisagens; culturas e formas de comunicação que compõem as identidades dos países.

3º andar – O que quer e o que pode essa língua. Experiências:

Museu Língua Portuguesa
Museu Língua Portuguesa/Foto: Ana Mello

Museu Língua Portuguesa se renova e volta com experiências variadas, visando acessibilidade

Falares

“Falares” é como a língua se expressa nas falas do Brasil, nos territórios, nos corpos – nas gírias, na fala dos mais velhos, na linguagem das ruas, nas rezas, nas brincadeiras das crianças. Uma das novas experiências audiovisuais do Museu – com consultoria de Marcelino Freire e Roberta Estrela D’Alva, roteiro e direção de Tatiana Lohman -, forma o mosaico de um Brasil diverso.

Nove grandes telas verticais – que retratam anônimos e famosos, como a cartunista Laerte – formam uma espécie de “bosque” de falares, mostrando a diversidade do português brasileiro, suas variações geográficas e socioculturais. O visitante passeia por entre as telas, percebendo diferentes aspectos da língua portuguesa viva. Os depoimentos se desenvolvem em loop, com alguma conexão entre palavras, expressões e assuntos. Uma estação multimídia permite aos visitantes aprofundar a pesquisa sobre variação linguística, com o acervo de falares do país, depoimentos sobre a língua e explicações de especialistas.

O que pode a língua

No auditório, o público é convidado a mergulhar em um filme poético sobre o desenvolvimento da linguagem e seu poder criador, concebido e dirigido por Carlos Nader.

Praça da Língua

Uma das experiências originais do Museu, a Praça da Língua, espécie de ‘planetário do idioma’, mantém parte do seu conteúdo, homenageando a língua portuguesa escrita, falada e cantada em um espetáculo imersivo de som e luz.

Concebida por José Miguel Wisnik e Arthur Nestrovski, traz um mosaico de músicas, poesias, trechos literários e depoimentos em língua portuguesa – de Carlos Drummond de Andrade a Dorival Caymmi, passando por Fernando Pessoa, Nelson Rodrigues e Lamartine Babo -, interpretados por nomes como Maria Bethânia e Matheus Nachtergaele.

Fonte: IG Turismo

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Turismo

Cidades perto de São Paulo oferecem passeios de barco com diversão garantida

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Veja onde fazer passeios de barco perto de São Paulo
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Veja onde fazer passeios de barco perto de São Paulo

Não tem nada melhor do que recarregar as baterias em meio ao oceano e os passeios de barco são perfeitos para isso. Seja em excursões em um veleiro ou alugando um barco para passar o dia em alto-mar, estar perto da natureza ajuda a fazer o tempo passar um pouco mais devagar e a aproveitar o momento sem se importar com a hora do dia acabar.

O iG Turismo separou as melhores cidades perto da capital de São Paulo para fazer passeios de barco (ou ficar em alto-mar por uma tarde).


Guarujá


Localizada na região da Baixada Santista, Guarujá é uma das praias preferidas de quem está na capital paulista. Além de abrigar praias paradisíacas, desde as mais badaladas até as praias mais “escondidas” para quem quer mais tranquilidade , o local fica a pouco mais de uma hora da cidade de São Paulo e é uma das praias perfeitas para um bate-volta .

Os passeios, que podem ser feitos de barco, escuna ou lancha, permitem uma experiência exclusiva e relaxante; além de proporcionar aos turistas retratos ainda mais bonitos das praias. Os passeios por lá são muito indicados para quem quer fugir da pressa da cidade e se refugiar na natureza.

Alguns dos melhores pontos para desbravar de barco são a Praia do Góis, que é uma vila de pescadores cercada pela Mata Atlântica; a praia do Cheira Limão, a menor praia da cidade com águas claras e calmas, ideal para quem quer um clima privativo; e a Praia do Sangava, também marcada pelo clima de tranquilidade. Além de admirar a paisagem, também é possível fazer mergulhos em alto-mar nessas regiões.

A maior parte das embarcações disponíveis para passeios em Guarujá, privadas ou de companhias turísticas, estão localizadas no Porto de Santos. Os passeios com trajetos pré-definidos têm custo médio de R$ 50 por adulto por até 2 horas.

Itanhaém


Um pouco mais ao sul do Guarujá, a cidade litorânea de Itanhaém também atrai diversos turistas e é um dos destinos preferidos para bate-voltas de quem está na capital paulista. Por lá, os passeios de barco são interessantes para quem quer conhecer a biodiversidade da cidade.

É possível encontrar passeios turísticos em embarcações que ficam na Praia Boca da Barra. O local de partida já impressiona por oferecer uma visão de tirar o fôlego dos morros Sapucaitava e Piraguyra. Também é lá em que acontece o encontro das águas doces e salgadas de Itanhaém, por onde o barco acessa o Rio Itanhaém.

Neste ponto do passeio, é comum que o viajante seja saudado por diversas espécies de aves, como garças, biguás e guarás, só para citar algumas. O turista também pode se encantar com o encontro do Rio Branco com o Rio Preto, que anuncia a participação dos manguezais e restingas no passeio.

Em meio ao trajeto, na região de águas doces, há diversos quiosques prontos para receber turistas e oferecer refeições. Os preços para pacotes de passeio de barco ou aluguel de embarcações devem ser consultados diretamente com empresas de locação ou de turismo.

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São Sebastião


Com 33 praias e a 3 horas da capital paulista, a  cidade de São Sebastião é uma das mais adoradas do estado e oferece aos turistas praias de mar calmo, conjuntos de pedra impressionantes e areia branca. A região tende a atrair gerações mais jovens e possui pontos bem badalados, como o distrito de Maresias. 

Para conhecer ainda melhor as ilhas do local e as piscinas naturais da região, é possível alugar uma lancha com guias turísticos ou barcos para relaxar em alto mar com os amigos. Os destaques para se conhecer de barco são a Ilha dos Gatos, onde o mar não tem ondas e dá vista para São Sebastião e ruínas de uma mansão milionária; e a Ilha das Couves, uma reserva natural que atrai viajantes que gostam de mergulho e atividades aquáticas.

A região d’As Ilhas também é uma queridinha de quem visita o local. Trata-se de três ilhas unidas pela mesma faixa de areia na Barra do Sahy. De areia bem fofinha e branca, o local possui rochas e mata virgem, tornando possível explorar de maneira terrestre. Se for do desejo do turista, pode-se alugar um barco para passar o dia em alto-mar aproveitando o sol e desfrutando de alguns drinks.

Ubatuba


Seja pela badalação ou para quem quer conhecer praias desertas , Ubatuba tem de tudo. A cidade fica a pouco mais de 3 horas da cidade de São Paulo e também possui pontos interessantes para quem quer experimentar um passeio de barco.

Um dos pontos preferidos para ancorar as embarcações é a Ilha Anchieta, local com um ar pouco movimentado e cercado de natureza. O local, que já abrigou até um presídio, hoje é buscado tanto pelo valor histórico como pelas belezas naturais. É possível acessar a praia com escunas, que saem da Praia da Enseada, e pagar a taxa de visitação de R$ 16. Também é possível aproveitar a região para mergulhos na região ao redor do barco tendo a ilha como pano de fundo.

Outros lugares beijados pelo sol para passar o dia também pode-se passar o dia em meio às águas azuis e esverdeadas da Praia do Flamengo; as praias do Sul, que oferecem regiões tranquilas e ótimos passeios terrestres, como trilhas no meio da mata; e a Praia Grande, conhecida também como Praia das Palmas, que possui costeiras rochosas e um clima relaxante graças à calmaria das águas claras.

Fonte: IG Turismo

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Turismo

Cruzeiro de luxo dá a volta ao mundo em 132 dias com passeios em 5 continentes

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Regent Seven Seas Cruise
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Regent Seven Seas Cruise


Dar a volta ao mundo  é o sonho de muita gente e existem pacotes de viagem específicos para quem quer  conhecer os cinco continentes e alguns cruzeiros que cruzam os sete mares. Um deles é feito pela Regent Seas Cruiser, a bordo do Seven Seas Mariner, com duração de 132 dias (o equivalente a cinco meses).  A tarifa mais barata do passeio custa R$ 409.999,00 por hóspede e a mais cara R$ 1.047.889 por hóspede – e elas esgotaram em duas horas e meia de venda.

Deck do navio
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Deck do navio

São 34,5 mil milhas náuticas a percorrer e a viagem começa em 6 de janeiro de 2024. Com ponto de partida e chegada de Miami, Flórida, durante 132 noites, o navio visitará 66 portos de escala em 31 países e quatro continentes. Além disso, os destinos contam com 442 excursões em terra, bem como 12 pernoites e travessias do Canal do Panamá e do Canal de Suez. 

Os viajantes também vão desfrutar de experiências exclusivas em terra em três destinos: Wellington, Nova Zelândia; Mumbai, Índia; e Málaga, Espanha. Para recepcionar os tripulantes, uma festa de gala em um hotel de luxo em Miami.

Mapa do cruzeiro
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Mapa do cruzeiro

O cruzeiro passa por 61 Patrimônios Mundiais da Unesco – o maior número de locais visitados na história da empresa em um cruzeiro mundial. As florestas tropicais de Gondwana da Austrália, as igrejas e conventos de Goa e as vilas e jardins Medici da Toscana são alguns dos locais icônicos do Patrimônio Mundial que podem ser explorados.

Quem investiu um valor adicional garante 18 programas terrestres opcionais, 11 dos quais são completamente novos.  Alguns deles são  Ayers Rock na Austrália, o Taj Mahal na Índia, e a Grandes Pirâmides de Gizé.

“Nos últimos dois anos, batemos recordes de reservas nos dias de lançamento de cruzeiros global, o que é uma prova da paixão duradoura de nossos hóspedes por viagens e ilustra o quão especiais essas viagens são ”, disse Jason Montague, presidente e CEO da Regent Seven Seas Cruises. “Acreditamos que nosso cruzeiro de Volta ao Mundo em 2024 é o mais enriquecedor até agora, representando a oportunidade de uma exploração única e imersiva graças ao acesso a um grande número de locais do Patrimônio Mundial da Unesco e centenas de excursões em terra inclusas. Complementado pelo fato de que o cruzeiro está a bordo do elegante Seven Seas Mariner, com apenas suítes e varandas, e uma incrível variedade de amenidades luxuosas, tenho certeza de que a Volta ao Mundo em 2024 também se esgotará rapidamente.”

O Cruzeiro Volta ao Mundo em 2024 da Regent inclui facilidades exclusivas, como serviço de lavanderia, tempo de telefone por suíte, serviço médico a bordo, presente comemorativo, entre outros. Também está incluso na tarifa o serviço personalizado, uma variedade de restaurantes especializados e locais para refeições ao ar livre, vinhos finos e destilados em bares e lounges luxuosos, entretenimento e acesso ilimitado à internet a bordo.

Acomodação
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Acomodação

Tarifas a partir de R$ 409.999 por hóspede em uma Suíte Deluxe Veranda e R$ 1.047.889 por hóspede em uma indulgente Suíte Master. Medindo 185 m², as suítes Master do Seven Seas Mariner apresentam conforto sofisticado de móveis de jacarandá, os tecidos mais finos do mundo, lustres de cristal e um mordomo pessoal. Além disso, as amplas suítes possuem dois quartos, dois banheiros, uma ampla sala de estar e duas varandas privativas.

O Seven Seas Mariner

Acomodação
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Acomodação

O Seven Seas Mariner é o primeiro navio de luxo com apenas suítes com varanda e tem uma decoração interior elegante, espaçosa e contemporânea com mármore italiano, lustres de cristal e obras de arte modernas. Os 445 membros da tripulação do navio fornecem um serviço altamente personalizado para seus 700 hóspedes.

Acomodação
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Acomodação

O navio tem quatro restaurantes, incluindo uma churrascaria americana clássica, cozinha francesa moderna e pratos italianos autênticos. Uma seleção de opções gastronômicas mais casuais também é oferecida todas as noites no Pool Grill ao ar livre. Também existem quatro bares e lounges para relaxar após um dia de passeios.

Cruzeiro de Volta ao Mundo em números

  • 34.500 milhas náuticas
  • 442 excursões em terra INCLUSAS
  • 66 portos visitados
  • 61 Patrimônios Mundiais da UNESCO
  • 31 países visitados
  • 15 mares, estreitos, golfos, baías cruzados
  • 12 pernoites
  • 4 continentes visitados
  • 3 oceanos cruzados
  • 2 canais cruzados

Alguns destaques dos 61 locais classificados como Patrimônio Mundial da Unesco inclusos no roteiro:

Você viu?

  • Florestas tropicais de Gondwana da Austrália de Brisbane, Austrália
  • Choirokoitia de Limassol, Chipre
  • Cidade medieval de Rodes de Rodes, Grécia
  • Parque Nacional dos Vulcões do Havaí de Hilo, Havaí
  • Igrejas e conventos de Goa (Mormugao), Índia
  • As Villas e Jardins Medici da Toscana (Livorno), Itália
  • Patrimônio Arqueológico do Vale Lenggong de Penang, Malásia
  • Parque Nacional Tongariro de Napier, Nova Zelândia
  •  Catedral de León de Corinto, Nicarágua

Três novas experiências em terra, exclusivamente para os passageiros do Cruzeiro de Volta ao Mundo de 2024:

Soundscapes in the Garden

26 de fevereiro de 2024 – Wellington, Nova Zelândia

Um pequeno grupo de hóspedes passeará pela mata nativa e jardins do Jardim Botânico de Wellington, seguido por um concerto privado com a Orquestra de Wellington e o coro Pasifika.

The Bombay Bazaar

2 de abril de 2024 – Mumbai, Índia

Os hóspedes projetam seus próprios artesanatos indianos tradicionais participando em aulas de tecelagem de algodão, pintura em chaleira, impressão em bloco e cerâmica, antes de desfrutar de um jantar requintado e um show cultural. 

Reservatauro

5 de maio de 2024 – Málaga, Espanha 

Escondido nas colinas da Andaluzia, o Reservatauro é o palco para uma demonstração equestre exclusiva e espetáculo de flamenco. Os hóspedes também irão saborear o vinho xerez de Málaga, presunto Serrano e uma abundante paella.

18 programas terrestres opcionais, 11 novas experiências (todos com custo adicional):

  • Austrália’s Wild Wonders – 3 noites de Brisbane, Austrália
  • Reef Life & Desert Delights – 4 noites de Cairns, Austrália
  • Wolgan Valley Escape – 2 noites de Sydney, Austrália
  • Egypt’s Renowned Relics: Luxor & the Pyramids – 1 noite de Luxo (Safaga), Egito
  • The Jewels of Luxor – 1 noite de Luxor (Safaga), Egito
  • Ajanta & Ellora Caves – 3 noites de Cochin, Índia
  • Himalayan Kingdom of Nepal – 3 noites de Cochin, Índia
  • Taj Mahal: Eternal Masterpiece – 3 noites de Cochim, Índia
  • Tigers & the Pink City – 3 noites de Cochim, Índia
  • Java’s Historic Heartland – 2 noites de Bali, Indonésia
  • The Insider’s Java – 2 noites de Bali, Indonésia
  • Treasured Temples & Orangutans – 2 noites de Semarang, Indonésia
  • Ancient Temples of Bagan – 1 noite de Yangon, Mianmar
  • Authentic Inle Lake – 1 noite de Yangon, Mianmar
  • The Best of NOVA Zealand – 3 noites de Auckland, Nova Zelândia
  • Angkor Wat Wonders – 3 noites de Singapura
  • The Angkor Empire – 3 noites de Singapura
  • Spain’s Incredible Interior – 3 noites de Barcelona, Espanha
Fonte: IG Turismo

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