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‘Mundo Pixar’: exposição imersiva leva visitante a mergulhar em filmes

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O quarto de Andy, em
Reprodução/Pixar

O quarto de Andy, em “Toy Story”, é uma das locações do “Mundo Pixar”

Imagine a cena: você tem o tamanho de um brinquedo e entra no quarto do Andy, o garotinho protagonista de “Toy Story”. Ou você tem o tamanho de um rato e entra na cozinha do chef Auguste Gusteau, o cozinheiro do filme “Ratatouille”. Estas imagens serão realidade na nova exposição imersiva da Pixar, criada especialmente para o público brasileiro, a primeira e única desse tipo no mundo inteiro.

O “Mundo Pixar”, uma experiência pelas histórias da Pixar Animation Studios que abre as portas dia 20 de julho, já é considerado o maior evento da empresa já realizado no mundo em extensão, contando com 2,8 mil m² de área total, divididos em espaços temáticos inspirados nos filmes icônicos do estúdio, como “Up: Altas Aventuras”, “Toy Story”, “Carros”, “Divertidamente”, “Ratatouille”, “Procurando Nemo”, “Os Incríveis”, “Monstros S.A.” e os mais recentes “Soul” e “Lightyear”. O público poderá caminhar, tocar, ouvir e se sentir exatamente como se estivesse dentro de todos esses filmes de verdade.

Claudia Neufeld, uma das executivas da Disney e que está à frente do projeto, é fã de “Divertidamente e conta em entrevista exclusiva ao iG Turismo que a concepção da ideia surgiu da equipe brasileira, o que tem surpreendido muito ao público. Segundo ela, a Pixar Studios, que fica nos Estados Unidos, recebeu a proposta dos executivos daqui, amaram a ideia e já abraçaram a causa de imediato.

“A gente trabalha e muito com a colaboração deles. Os artistas de lá são minuciosos e analisam detalhe por detalhe, como o fio do cabelo, o tecido da roupinha, o tamanho, as cores, tomamos todo o cuidado para que seja o mais fiel possível”, explica.

José Franco, também executivo da Disney no Brasil, diz que, desde o início, o projeto deste evento era gigantesco. Pela magnitude da ideia, eles precisaram encontrar um local na cidade de São Paulo, a maior cidade do país, que tivesse espaço suficiente para abrir uma tenda do mesmo porte e também ser de fácil acesso para todos os tipos de público. Por isso o Shopping Eldorado, na Zona Oeste da Cidade, foi escolhido para receber a exposição imersiva.

“Ali encontramos segurança, um setor de alimentação, facilidade para chegar de carro e transporte público, até mesmo com acesso a um heliponto. Então foi um casamento perfeito! Tivemos conosco a parceria da empresa SolutionOff que nos mostrou o local e a gente assinou embaixo”, comenta.

Outra ideia dos organizadores é que o visitante use o celular apenas para tirar fotos ou fazer vídeos das locações e, fora isso, mergulhe no universo Pixar para esquecer dos problemas que ficaram do lado de fora.

“O pós-pandemia nos faz querer estar em lugares mais reais, num percurso superbacana, de um jeito que tira um pouco as crianças da tela”, explica José Franco. “A forma como o conceito foi concebido é: uma vez que você entrou no ‘Mundo Pixar’, a partir daquele momento você desconecta do mundo externo, seja o que for, e passa a entrar numa grande aventura por uma hora ou o tempo que quiser ficar lá dentro”, completa.

E, por falar em pandemia, este evento só foi possível colocar em pé porque a Covid-19 deu finalmente uma trégua. Claudia revela que o projeto nasceu antes de começar a quarentena e, nestes dois últimos anos, a equipe aproveitou para traçar detalhadamente todos os parâmetros necessários para realizar a ideia.

“A gente discutiu muito criteriosamente, internamente e com muitas pessoas sobre isso. Foram várias reuniões por causa da pandemia. Já tivemos outras datas possíveis antes, mas não nos sentíamos seguros para fazer naquele momento e agora entendemos que tudo está mais flexibilizado, desde a Organização Mundial da Saúde, o governo federal, as escolas, os shoppings, as regras e o uso de máscara até a taxa de vacinação, tudo tem cooperado para que pudéssemos estar mais seguros de que São Paulo vive uma situação mais estável e contida. No entanto, continuamos com a preocupação de higienizar tudo o tempo todo.”

Os visitantes poderão visitar os cenários de
Divulgação

Os visitantes poderão visitar os cenários de “Up: Altas Aventuras”

Filmes

A primeira grande produção da Pixar foi o longa-metragem de animação “Toy Story” (1995) que mudou a concepção deste tipo de filme no mundo, além de receber vários prêmios e ser indicado a diversos outros, incluindo o Kids’ Choice Award, o MTV Movie Award e o British Academy Film Award. Ao todo, a produtora já produziu 26 filmes, sendo os dois últimos “Red – Crescer é Uma Fera”, em fevereiro, e “Lightyear”, em junho.

Entre tantos clássicos, a decisão pelos títulos que estariam na exposição imersiva não foi nada fácil. Os organizadores fizeram um equilíbrio dos clássicos, como o “primogênito” e alguns mais recentes como o “Soul” e “Lightear” para atingir o maior número de fãs da produtora possível. José Franco, que é apaixonado por “Toy Story”, descreve que o pensamento deles era totalmente voltado para a experiência que os visitantes poderiam ter lá dentro.

“Não basta ter as histórias incríveis, mas pensamos em como transferir isso para o mundo real. A ideia é vivenciar cada ambiente, com uma nova experiência. Tudo foi feito minuciosamente para garantir que o visitante se imaginasse sendo parte da história”, comenta.

“Nosso desafio maior foi a proporcionalidade: como fazer a proporção certa para que o visitante pareça um brinquedo? Ao todo, já são mais de 5 mil horas trabalhadas nesse projeto. É tudo gigante. Em ‘Ratatouille’, por exemplo, você se vê do tamanho do rato e entra na cozinha dele. O trabalho de proporcionalidade é muito real. A gente tinha de saber o tamanho de cada personagem e fazer tudo proporcional”, explica Wagner Zaratin, executivo SolutionOff, responsável pela criação física da exposição e que tem um apego especial por “Procurando Nemo”.

Os artistas e animadores dos filmes foram consultados em todos os detalhes possíveis e tiveram o “poder” de falar “sim” ou “não” para tudo. Assim que o projeto foi desenhado no Brasil, eles tiveram opinião para dizer o que pensavam sobre a estampa do lençol do quarto do Andy ou a textura do papel de parede de outro cenário. Giselle Ghinsberg, também executiva da Disney no Brasil, ainda revela um detalhe: a equipe pausava os filmes em uma imagem e observavam cada detalhe para que nada passasse batido.

“A gente está falando de uma franquia que tem fãs. Então, mais do que só ter um visitante, eu tenho um fã ali. Queremos trazer a experiência que ele já tem e viveu com um filme para um produto no mundo físico”, fala. “É muito rico! A gente tem muitos elementos que compõem a cenografia que te dão essa imersão. É impressionante o nível de detalhes de aprovação da Pixar. Existem um milhão de vermelhos, mas eles querem um vermelho específico”, completa.

O cérebro de
Divulgação

O cérebro de “Diveridamente” é uma das locações da exposição imersiva da Pixar

“Mundo Pixar”

Local:  Área externa do Shopping Eldorado (Av. Rebouças, 3970 – Pinheiros, São Paulo – SP) Data:  20 de julho a 23 de outubro Classificação:  Livre (Crianças até 12 anos devem estar acompanhada por seus responsáveis) Ingressos:  https://www.eventim.com.br/ mundopixar Evento acessível

Horário de funcionamento:

Terça a quinta-feira:  10h às 20h50 (Entrada para o último circuito: 19h) Sexta, Sábado, Domingo e feriados:  10h às 22h50 (Entrada para o último circuito: 21h)

Horário de funcionamento da bilheteria:

A partir de 20 de julho Terça a quinta-feira: 10h às 20h50 Sexta, Sábado, Domingo e feriados: 10h às 22h50

Valores dos ingressos:

Individual Segunda a sexta até às 18h: R$ 60 Segunda a sexta após às 18h: R$ 70 Sábado, domingo e feriado: R$ 100

*meia entrada mediante apresentação de documentação comprovatória para o benefício

Pacotes

2 adultos e 1 criança Segunda a sexta até às 18h: R$ 141 Segunda a sexta após às 18h: R$ 165 Sábado, domingo e feriado: R$ 240

2 adultos e 2 crianças Segunda a sexta até às 18h: R$ 165 Segunda a sexta após às 18h: R$ 195 Sábado, domingo e feriado: R$ 285

2 adultos e 3 crianças Segunda a sexta até às 18h: R$ 190 Segunda a sexta após às 18h: R$ 225 Sábado, domingo e feriado: R$ 330

4 adultos Segunda a sexta até às 18h: R$ 210 Segunda a sexta após às 18h: R$ 250 Sábado, domingo e feriado: R$ 370

Fonte: IG Turismo

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Turistas terão novas regras para ir ao Chile a partir de setembro

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Chile
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Chile

O Chile adotou novas medidas de flexibilização para turistas que devem valer a partir de setembro. O país da América Latina foi um dos destinos que adotou medidas de controles sanitários mais duradouros. Todavia, agora passa a enfraquecer com a diminuição de casos de coronavírus ao redor do mundo.

Para ir ao país, a partir do dia 1 de setembro, não haverá mais a exigência de apresentação da Declaração c19, também conhecida como o formulário de “Declaração Juramentada para Viajantes”.

O passe de mobilidade, exigido para a entrada em bares, restaurantes e outras atrações de todo o país como comprovante de vacinação ou de testagem negativa para a covid-19, também será substituído apenas pelo comprovante de vacinação, anunciaram as autoridades de Turismo do Chile.

A carteirinha de vacinação será o único documento exigido para embarcar nos país, além daqueles de identificação pessoal do passageiro, como carteira de identidade ou passaporte. São reconhecidas pelo governo local as vacinas da Janssen, CoronaVac (Sinovac), Pfizer, AstraZeneca, Moderna, Sinopharm, CanSino e Sputnik-V.

Além disso, o comprovante vacinal não precisará mais ser homologado para valer no território, bastando apenas dele preenchido. Isso porque, anteriormente, os brasileiros precisavam homologar para que o documento fosse legítimo no país.

Viajantes não vacinados e maiores de 18 anos deverão apresentar um teste do tipo PCR com resultado negativo realizado em menos de 48 horas antes da viagem para entrar no Chile. Já menores de 18 anos não serão mais submetidos a nenhum protocolo por causa da covid-19. Entretanto, para quem viaja até 31 de agosto, ainda são válidas as antigas regras.

Embora o Chile tenha adotado medidas novas para o pais, o destino da Ilha de Páscoa tem condições diferentes. Como, por exemplo, é preciso realizar um teste PCR 24 horas antes do embarque, que deverá ser negativo ; o preenchimento de um formulário online, ter um passe de mobilidade e entre outros requisitos. As informações são do Uol. 

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Fonte: IG Turismo

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Cachoeiras e alambiques são passeios obrigatórios na ida à Paraty

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Cachoeira Pedra Branca, em Paraty
Miguel Trombini/iG Turismo

Cachoeira Pedra Branca, em Paraty

Para quem deseja aproveitar a natureza, boa comida e muita história, Paraty é um destino que proporciona múltiplas experiências e atividades variadas de acordo com a preferência de cada visitante. Contudo, o que não pode ficar de fora é a visita às cachoeiras – principalmente porque a região possui mais de dez quedas d’água para conhecer – , e aos alambiques – Paraty é um dos principais polos de produção de cachaça artesanal do país.

Duas das principais cachoeiras da região são a Cachoeira Pedra Branca e Cachoeira do Tobogã. Para visitá-las, o ideal é fazer o trajeto de Jeep, que leva por volta de 25 a 30 minutos saindo do Centro Histórico da cidade. Durante o percurso é possível admirar tanto a arquitetura da região quanto as rotas da Estrada Real, Caminho do Ouro em Paraty. 

A estrada foi construída pelos escravos entre os séculos 17 e 19, a partir de trilhas dos indígenas guaianazes. As rotas foram preservadas, todas rodeadas pela Mata Atlântica natural do Parque Nacional da Serra da Bocaina. O caminho ligava Minas Gerais ao Rio de Janeiro e a São Paulo, tanto que no chamado “Ciclo do Ouro”, Paraty tinha a função de Entreposto Comercial e, por conta da posição geográfica, escoadouro do ouro de Minas para Portugal. 

A visitação é permitida com guias autorizados, que ao longo do trajeto contam mais detalhes tanto da vida dos escravos na época quanto da cultura de Paraty e como a mata influencia diretamente na cultura e na culinária locais. 

Cachoeira Pedra Branca

Antes de tudo, é preciso destacar que essa cachoeira está em uma área particular e, por isso, é cobrada uma taxa para auxiliar na preservação do local. Ela é uma afluente do Rio Perequê-açu, o principal rio de Paraty, que é responsável por parte do abastecimento de água da cidade.

Durante a trilha que leva à queda d’água, é possível admirar a mata virgem e deparar-se com algumas espécies da flora muito utilizadas pelos povos indígenas tanto para alimentação quanto para fins medicinais.

Um exemplo é a Oripepê, uma planta simples com uma espécie de flor amarela que, ao ser mastigada, causa sensação de dormência. Ela era muito utilizada pelos povos indígenas como anestésico. 

Após a caminhada, o visitante se depara com duas quedas d’água, visíveis por meio de um mirante no qual se encontram os restos de uma hidrelétrica, que foi criada entre as décadas de 1940 e 1950, a partir da cachoeira por meio de tubulação de captação. Também é possível subir nas pedras para tirar fotos e mergulhar nas piscinas que se formam a partir da queda. 

Alambique Pedra Branca

Saindo da Cachoeira Pedra Branca, vale muito a pena visitar o alambique de mesmo nome, onde é possível fazer um passeio guiado com direito à explicação de todo o processo de produção da cachaça (incluindo visita aos maquinários) e degustar algumas das bebidas ali produzidas.

É um dos cinco principais alambiques da cidade, criado em 2009 e aberto ao público em 2011. São produzidos de 25 a 30 mil litros de cachaça por mês, com safra entre maio e junho até o mês de dezembro.

Todo processo de produção é 100% artesanal, tanto que possui a própria plantação de cana-de açúcar – que é colhida manualmente. Além das cachaças, também são produzidos licores e doces com frutas cultivadas no terreno.

O alambique fica aberto o ano todo para receber os visitantes. Também é lá que é produzida a cachaça Gabriela, com base de cravo e canela e adoçada com melaço produzido no local. A bebida teve como inspiração a novela “Gabriela”, de 1975, que foi gravada em Paraty.

Cachoeira do Tobogã e Poço do Tarzan

A Cachoeira do Tobogã, assim como a Pedra Branca, é uma das mais visitadas de Paraty, cujo maior atrativo é a grande pedra lisa por onde desce o fluxo de água, formando um grande escorregador que desemboca em uma piscina natural de água cristalina e sempre fresca.

Para descer, os visitantes ficam deitados com as mãos cruzadas atrás da cabeça e os pés unidos. Contudo, os caiçaras que moram na região tinham o costume de descer de pé, “surfando”. Alguns ainda fazem isso e também ensinam os turistas a descerem com segurança. 

Já o Poço do Tarzan é uma piscina natural formada entre as pedras, um pouco acima da Cachoeira do Tobogã. É ideal para quem quer mergulhar e se banhar em águas mais calmas. Por ser um ponto de parada dos Jeeps, é comum ter bastante movimento de turistas. Há também uma ponte pênsil por cima das águas que dá acesso a um barzinho rústico.

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Fonte: IG Turismo

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