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Empresária confessa que forjou sequestro em VG para vender camionete e receber seguro e é presa pela polícia

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A empresária Ruana Fortunato Freitas, de 29 anos, foi autuada em flagrante pela Polícia Civil nesta quinta-feira (2) por estelionato e falsa comunicação de crime, após forjar um falso sequestro na cidade de Várzea Grande, durante a madrugada. Ela foi ouvida nesta tarde na Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), após ser localizada conduzindo seu veículo em uma avenida da Capital.

Na madrugada desta quinta-feira, o marido da empresária procurou o plantão da 1a Delegacia de Várzea Grande e registrou um boletim de ocorrência informando que estavam em uma festa, no bairro Nova Várzea Grande, quando sua companheira foi em uma distribuidora de bebidas conduzindo sua caminhonete Hilux e não retornou. Logo depois, ele recebeu imagens em vídeo que supostamente mostravam a mulher encapuzada, sendo mantida em cárcere privado.

Diante da possibilidade de um suposto sequestro, a GCCO passou a apurar a ocorrência e iniciou diligências para esclarecer o crime. No final da manhã, a investigação apontou que a camionete Hillux estava na região do Coxipó. Equipes da unidade foram ao local indicado e encontraram o veículo, sem a placa traseira, e conduzido pela, até então, vítima. Ela foi interceptada quando dirigia a camionete na Avenida Jornalista Arquimedes Pereira Lima (Estrada do Moinho).

Em entrevista preliminar com os investigadores, ela entrou em contradição várias vezes. Conduzida à GCCO para prestar depoimento, ela acabou confessando, durante o interrogatório, que forjou o sequestro e o roubo do veículo. “Ela contou ainda que o objetivo era comercializar a camionete no mercado clandestino e depois receber o valor do veículo da seguradora”, explicou o delegado Vitor Hugo Bruzulato Teixeira.

O veículo foi apreendido e a mulher autuada em flagrante por falsa comunicação de crime e estelionato. Após o interrogatório, ela foi levada para a sede da Polinter e depois será encaminhada para audiência de custódia no Fórum da Capital.

O marido da suspeita prestou declarações e, de acordo com a apuração da GCCO, foi descartada a participação dele nos crimes. Conforme o delegado Vitor Hugo, a investigação continua para prender os demais envolvidos nos crimes.

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Policial

Três são presos em flagrante usando drone para entregar telefones celulares e drogas na Penitenciária Central

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Com os suspeitos foram apreendidos drones, porções de drogas, celulares e outros objetos, que seriam jogados para dentro da Penitenciária [Foto – PMMT]

Policiais militares do 24º BPM frustraram a entrada de diversos objetos que seriam jogados na Penitenciária Central do Estado (PCE), em Cuiabá, e prenderam três homens, nesta quinta-feira (27). Na ação, foram apreendidos um drone, 10 celulares, porções de substância análoga a maconha e cocaína, e outros objetos diversos.

Por volta de 14h, a equipe policial recebeu solicitação de apoio, sobre a situação onde um drone estaria jogando objetos para dentro da unidade. No local, um dos suspeitos havia sido detido pela equipe da Polícia Penal. Com o suspeito, os policiais encontraram uma mochila com celulares, além de seus carregadores, e porções de maconha e cocaína.

Em diligências, a equipe visualizou outros dois suspeitos com mochila nas costas adentrando uma região de mata. Os policiais do 24º BPM ligaram o drone da unidade, realizaram varreduras para localizar a dupla, e viram os homens subindo em uma árvore e saindo do local, deixando as mochilas.

Os suspeitos se aproximaram de um veículo Gol prata, foram cercados pelos policiais e receberam voz de prisão. Uma parte da equipe se deslocou até a árvore onde a dupla ficou por algum tempo, retiraram as mochilas que os homens deixaram penduradas e encontraram um drone e baterias para o objeto, celulares, fones de ouvido, facas e outras porções de drogas.

Diante dos fatos, todo o material apreendido foi recolhido pelos policiais e encaminhado para à Central de Flagrantes, assim como os suspeitos que foram presos em flagrante pelos crimes de tráfico de drogas e formação de quadrilha.

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Policial

Ação integrada recupera cabeças de gado desviadas em golpes de estelionato contra pecuaristas em Vila Rica

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Assessoria/Polícia Civil-MT

Vinte quatro bezerros desviados em golpes aplicados em compra e venda de gado ocorridos no município de Vila Rica (1.259 km a nordeste de Cuiabá) foram recuperados em uma ação conjunta da Polícia Civil, Polícia Militar e Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea-MT), realizada na tarde de quinta-feira (28.01), durante diligências para apurar os casos. Na ação duas pessoas foram conduzidas e responderão pelo crime de receptação. 

As investigações iniciaram após o registro de 12 boletins de ocorrências de vítimas lesadas com os golpes, causando um prejuízo estimado de meio milhão de reais. Na semana passada, o suspeito de aplicar os golpes se desfez dos bens na cidade, não teve mais contato com os credores e sumiu.  

Segundo as investigações da Delegacia de Vila Rica, os crimes foram praticados por um homem, que desde o último trimestre de 2021, iniciou uma intensa movimentação de compra e venda de gado na região. Para ganhar a confiança dos pecuaristas da região, ele pagava parte do gado comercializado em dinheiro e o restante era negociado com cheques pré-datados. 

Contudo, quando chegava a data de descontar os cheques, os pecuaristas descobriram que não tinha fundo ou que havia sido sustado, quando o golpista dava um novo cheque, que também retornava por falta de provisão financeira. Quando atuava na venda do gado, o modo dele de agir era vendendo o mesmo gado para pessoas diferentes ou, às vezes, para a mesma pessoa. 

Em relação ao gado recuperado, o suspeito havia vendido para um primeiro comprador que pagou o valor de R$ 43 mil pelos animais, que inclusive foram marcados com a marca do comprador. Porém, o suspeito foi criando desculpas para fazer a entrega e nesse intervalo realizou a venda dos mesmos animais para um terceiro.

Diante dos fatos, duas pessoas que estavam na posse do gado recuperado, foram conduzidas a Delegacia de Vila Rica e responderão pelo crime de receptação.A equipe do Indea-MT aplicou os autos de infrações administrativas em relação a ausência de nota fiscal na comercialização de gado e de Guia de Trânsito Animal, uma vez que cada gado fora do que está registrado no órgão, ou qualquer outra irregularidade pode geral uma multa de R$ 300 por animal.

Segundo o delegado de Vila Rica, José Ramon Leite, a origem ilícita dos animais era totalmente previsível, em especial para o receptador, que não era uma pessoa leiga, e estava acostumado com o comércio de gado.“Estava clara a origem ilícita do gado, uma vez que já estava com a marca de outrem, e o segundo comprador não exigiu a nota fiscal e nem a Guia de Trânsito Animal (GTA), documentos necessários nesse tipo de transação”, explicou o delegado.

O delegado acredita que outras pessoas, que não registraram boletim de ocorrência, também possam ter sido vítimas dos golpes, resultando em uma movimentação de valores acima de meio milhão de reais. As diligências seguem em andamento para localizar o autor dos golpes, assim como para recuperar outras cabeças de gado desviadas nas transações.

Fonte: PJC MT

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