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Saúde

Mulher fica com mãos “aveludadas” e é diagnosticada com câncer de pulmão

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Uma brasileira de 73 anos, que não teve a identidade revelada, recebeu um diagnóstico perturbador depois de procurar um dermatologista para avaliar as lesões e a coceira que estava sentindo nas palmas das mãos. O caso foi divulgado no New England Journal of Medicine (NEJM).

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The New England Journal of Medicine/New York Post

mãos aveludadas

Durante a consulta, a mulher disse ao médico que notou as lesões nas mãos nove meses antes. Ela ainda destacou que teve uma tosse implacável por cerca de um ano e, além disso, perdeu cinco quilos nos últimos quatro meses. A brasileira também informou que era fumante e fumava um maço por dia nos últimos 30 anos. 

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No relato, os médicos apontaram que o exame físico feito na paciente revelou uma demarcação acentuada das dobras das linhas das mãos. Além disso, ela estava com uma aparência aveludada nas palmas da mãos, que é uma condição rara conhecida como acantose palmar, em que a pele fica parecida com tripas.

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Em grande parte dos casos, a doença está associada com o câncer, principalmente de pulmão e estômago. Segundo informações do New York Post , a causa dessa condição rara não é totalmente clara, embora algumas pesquisas sugiram que o câncer possa estimular a superprodução de células da pele nas palmas das mãos.

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Após a realização de uma tomografia computadorizada, mostrou-se que a mulher estava com câncer de pulmão. Com o diagnóstico, os médicos indicaram que ela fizesse quimioterapia e radioterapia. No entanto, as lesões das mãos não regrediram com o tratamento. Seis meses depois, o câncer avançou e ela passou por mais uma rodada de quimioterapia. 

Fonte: IG Saúde
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Saúde

Rede estadual de saúde do Rio tenta compensar paralisação municipal

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A Secretaria de Estado de Saúde (SES) do Rio de Janeiro diz que está orientando as equipes das unidades estaduais para receber pacientes que não forem atendidos na rede municipal. Hoje (12) é o terceiro dia de paralisação dos empregados terceirizados da área de saúde do município do Rio de Janeiro. 

De acordo com a SES, houve um aumento de até 45% no número de atendimentos em Unidade de Pronto Atendimento (UPAs) e unidades hospitalares administradas pelo estado. A SES diz ainda que instalou uma comissão para acompanhar a assistência prestada ao cidadão. 

“A secretaria reestrutura e treina as equipes que atuam nas unidades para acolher bem o paciente durante o atendimento e também em situações de aumento no tempo de espera, situação que deve ocorrer”, diz a pasta em nota enviada à imprensa. 

Salários atrasados 

Os empregados terceirizados do município, que são agentes comunitários de saúde, farmacêuticos, técnicos de enfermagem, entre outros profissionais, estão sem salário desde outubro. De acordo com eles, mais de 20 mil profissionais estão nessa situação. 

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Os mais afetados são aqueles contratados por Organizações Sociais (OSs) e organizações não governamentais (ONGs), que recebem recursos da prefeitura para administrar unidades de saúde. Nas unidades administradas por essas organizações, o atendimento ficou restrito a 30% do contingente dos profissionais. A paralisação afeta principalmente clínicas da família e centros municipais de saúde. 

Repasses

A SES diz ainda que assinou, no último dia 19, dois convênios para investimentos na saúde do município do Rio de Janeiro, que totalizam um repasse de R$ 234 milhões. O primeiro estipula um repasse único no valor de R$ 60 milhões, destinado para melhorias em unidades de saúde da prefeitura. 

A SES também inicia repasses mensais de R$ 6 milhões para contribuir no custeio dos hospitais Albert Schweitzer e Rocha Faria, na Zona Oeste da capital, que foram municipalizados em 2016. O valor será repassado nos próximos 24 meses, somando R$ 174 milhões. Do total, R$ 42 milhões, que são referentes aos meses retroativos à assinatura, novembro e dezembro,  já foram transferidos aos cofres municipais, de acordo com o governo do estado.

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A SES acrescenta que já repassou, entre janeiro e novembro, outros R$ 35 milhões ao município do Rio, por meio de cofinanciamentos para fortalecer a atenção primária, como realização de exames, compra de medicamentos, entre outros benefícios.

Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Saúde
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Saúde

Ministério da Saúde vai ofertar ajuda emergencial à Saúde do Rio

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O Ministério da Saúde irá oferecer ajuda emergencial à Saúde do município do Rio de Janeiro, de acordo com aviso enviado à imprensa. Amanhã (13), o ministro interino da Saúde, João Gabbardo, irá assinar Termo de Acordo com a prefeitura do Rio.

A assinatura está agendada para as 11h30 e ocorrerá no Palácio da Cidade, no bairro de Botafogo, no Rio. A pasta não adiantou quais serão os termos da ajuda, nem se haverá transferência de recursos.

Hoje (12) é o terceiro dia de paralisação dos servidores terceirizados da Saúde da cidade. Clínicas da família e centros municipais de saúde geridos por Organizações Sociais (OSs) estão funcionando apenas com 30% dos profissionais. Estão sendo atendidos apenas casos mais graves, os demais estão sendo encaminhados a outras unidades de saúde.

Os trabalhadores, que são agentes comunitários de saúde, farmacêuticos, técnicos de enfermagem, entre outros, estão com salários atrasados desde outubro.

Decisão judicial

Nesta quinta-feira, o Tribunal Regional do Trabalho (TRT-RJ) determinou o bloqueio de R$ 300 milhões das contas do Município do Rio de Janeiro para o pagamento dos profissionais terceirizados da Saúde que estão com os salários atrasados. Os empregados devem voltar ao trabalho assim que forem pagos.

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A prefeitura ainda pode recorrer da decisão. Pelas redes sociais, o prefeito Marcelo Crivella não há crise na saúde. “Não há crise, é falsa. Houve sim, atraso de um mês, em alguns casos, dois meses nas OSs, mas só nelas”, diz em vídeo publicado nas redes sociais na tarde de hoje.

De acordo com Crivella, nos grandes hospitais não há atraso de salário. “Os atrasos foram nas OSs, por conta também da péssima gestão de algumas delas, que estamos tirando agora”.

Em nota divulgada hoje, a prefeitura informou que R$ 12,5 milhões deverão ser repassados para as Organizações Sociais (OSs) ainda hoje. A partir daí, as organizações têm 24 horas para depositar o salário nas contas dos funcionários.

Edição: Bruna Saniele

Fonte: EBC Saúde
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