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Internacional

Mulher é condenada a prisão perpétua por matar bebê que queria adotar

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Laura Castle matou Leiland-James Corkill, de 13 meses, na Inglaterra
Reprodução – 26.05.2022

Laura Castle matou Leiland-James Corkill, de 13 meses, na Inglaterra

Laura Castle, de 38 anos, foi condenada à prisão perpétua nesta quarta-feira por matar um bebê de apenas 13 meses que ela pretendia adotar . O crime ocorreu em janeiro de 2021, em Cúmbria, Inglaterra, quatro meses após Leiland-James Corkill passar a viver com Laura e o marido dela, Scott Castle, numa etapa de adaptação para o processo de adoção.

Leiland-James morreu com ferimentos na cabeça. Laura diz que o caso foi um acidente , após ela “perder a cabeça” enquanto o menino estava chorando. Ela conta que o sacudiu para tentar silenciá-lo, acidentalmente batendo a cabeça dele contra o braço do sofá. A mulher admitiu homicídio culposo, quando não há intenção de matar, mas o tribunal de Preston Crown a considerou culpada de assassinato e crueldade infantil. O marido Scott Castle foi inocentado de causar ou permitir a morte da vítima.

O juiz Jeremy Baker disse que Castle tinha um “desejo egoísta” de manter Leiland-James, embora ela estivesse “lutando” para se relacionar com o bebê e foi uma “tragédia” os Castles não terem encerrado a adoção. Consta no processo que Laura enviou mensagens ao marido enquanto ele estava no trabalho criticando a criança, chamando o bebê de nomes vulgares, o descrevendo como uma “bolsa gemendo”. “O que realmente aconteceu em 6 de janeiro pode nunca ser conhecido, pois mesmo agora não considero que você tenha contado ao júri todas as circunstâncias que levaram à morte de Leiland-James. Considero que você subestima significativamente a extensão e o grau de violência que infligiu”, disse o juiz.

A pena mínima de Laura é de 18 anos. Como ela também foi condenada a 21 meses por crueldade infantil, penalidade que será cumprida simultaneamente, não será elegível para liberdade condicional por 17 anos. Mesmo que seja libertada da prisão, ela permanecerá sob custódia e sujeita a retornar para a cadeia pelo resto da vida.

A mãe biológica de Leiland-James, Laura Corkill, descreveu Castle como um “monstro” em uma carta enviada ao juiz Baker antes da sentença. O bebê foi entregue para a adoção logo após o nascimento mas a mãe manteve contato com Charlotte Day, que cuidou da criança até que Laura e Scott recebessem autorização para ficar com Leiland.

“Os Castles deveria ter sido família do felizes para sempre. Fiquei de coração partido com a perda de um menino bonito, com a risada mais contagiante”, disse Charlotte ao tribunal.

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Fonte: IG Mundo

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Internacional

África do Sul: Ao menos 20 jovens são encontrados mortos em discoteca

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Ao menos 20 jovens foram encontrados morto em discoteca na África do Sul
Reprodução 26/06/2022

Ao menos 20 jovens foram encontrados morto em discoteca na África do Sul

Pelo menos 20 jovens foram encontrados mortos numa discoteca na cidade de East London, na África do Sul. A polícia ainda investiga circunstâncias das mortes.

“Temos o registo de 17 jovens encontrados mortos numa discoteca no Scenery Park, em East London. Ainda estamos a investigar as circunstâncias das mortes”, explicou o chefe da polícia provincial, Thembinkosi Kinana, à AFP, antes de localizarem mais três corpos.

“O número subiu para 20, três morreram no hospital. Mas ainda há dois que estão em estado crítico”, disse o chefe do departamento de segurança da província, Weziwe Tikana-Gxothiwe, à televisão local.

As vítimas têm entre 18 e 20 anos de idade e, de acordo com imagens publicadas em redes sociais, de forma misteriosa, os corpos estavam deitados no chão da discoteca, sendo que nenhum deles tem ferimentos aparentes. Familiares das vítimas e curiosos estão no local. “Os pais cujos filhos não dormiram em casa estão aqui e querem entrar no clube para procurar seus entes queridos”, disse um responsável pelo departamento de Segurança e Comunidade da província de Eastern Cape, Unathi Binqose.

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Fonte: IG Mundo

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Internacional

Ataque a bar gay em Oslo é investigado como terrorismo

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Ao menos duas pessoas morreram em ataque a boate na Noruega
Divulgação/London Pub

Ao menos duas pessoas morreram em ataque a boate na Noruega

O ataque a tiros a um bar gay em Oslo , na Noruega, que deixou ao menos dois mortos e 21 feridos, está sendo investigado como um “ato de terrorismo islâmico”, informaram as autoridades locais neste sábado (25). A ofensiva ocorreu na noite da última sexta-feira (24) no London Pub, um famoso bar e boate gay da capital norueguesa, e em outros dois lugares próximos: o clube de jazz Herr Nilsen e um estabelecimento de comida para viagem.

Duas pessoas foram baleadas e morreram na boate por volta da 1h (horário local). Outros 21 frequentadores foram hospitalizados, sendo três deles em estado grave. O suspeito de cometer o crime, um cidadão norueguês com origem iraniana de 42 anos, foi preso perto da boate, logo após o ataque. O homem é acusado de homocídio, tentativa de homicídio e atos de terrorismo. Duas armas de fogo foram apreendidas com ele. “Agora tudo indica que este ato foi cometido por apenas uma pessoa”, disse um policial em entrevista coletiva. As autoridades norueguesas ainda investigam as motivações do crime, mas suspeitam de crime de ódio. “Parece uma cena de guerra, com várias pessoas no chão com ferimentos na cabeça”, afirma uma testemunha, citada pela imprensa local. “O assassino estava muito determinado, especialmente para onde mirar. Quando percebi que era sério, fugi. Havia um homem ensanguentado caído no chão”, acrescentou uma mulher. Por causa do atentado, a Parada Gay Anual de Oslo, que deveria acontecer esta tarde, foi cancelada. “Todos os eventos relacionados ao Orgulho de Oslo foram cancelados” seguindo recomendações “claras” da polícia, escreveram os organizadores no Facebook.

Fonte: IG Mundo

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