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Internacional

Mulher diz ter sido envenenada após pegar dólar no chão do McDonald’s

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Renee Parsons no hospital em publicação em sua rede social
Reprodução/Facebook – 13.07.2022

Renee Parsons no hospital em publicação em sua rede social

Renee Parsons alega ter sido envenenada por uma nota de um dólar achada no chão do McDonald’s, no Tennessee, um Estado localizado na região sudeste dos Estados Unidos, neste domingo. A mulher fez uma uma publicação em seu Facebook com uma foto no hospital explicando a situação, depois do suposto envenenamento. “Não peguem nada do chão, pensei que eu ia morrer”, disse no post.

De acordo com o texto no Facebook, Renee desmaiou minutos depois de pegar uma nota de um dólar no chão do McDonald’s. Disse ainda que sentiu “uma sensação de queimação” e todo o seu corpo ficou dormente.

“Eu normalmente não compartilharia uma história pessoal como essa no Facebook, mas ainda não acredito que isso aconteceu comigo. Paramos no McDonald’s e enquanto estou com meu bebê de 3 meses esperando meu marido para ir ao banheiro, vejo uma nota de um dólar no chão e peguei. Meu marido saiu do banheiro e coloquei o dólar no bolso, dei o nosso bebê para ele e fui no banheiro. Sai e caminhei para o carro. Enquanto isso, peguei o dólar do bolso, segurei e coloquei na porta do carro. Contei ao meu marido como tive sorte de encontrar um dólar aleatório, na hora me lembrei dele me dizendo para não pegar dinheiro do chão, pois as pessoas o estavam colocando fentanil”, escreveu Renee.

A mulher chamou atenção na publicação para boatos de que pessoas, em Tennessee, estivessem tentando drogar outras com fentanil, considerado o opioide (composto químico psicoativo) mais forte disponível para uso médico em seres humanos, cerca de 100 vezes mais potente do que morfina. Quando prescito legalmente, trata dores fortes. Ilegalmente, quando usada como droga, é ingerido como pó, pingada em papel ou usada em conta-gotas e sprays nasais.

“De repente eu senti uma pressão nos meus ombros, a sensação rapidamente desceu pelo meu corpo e não parava. Eu pedi ‘Justin, por favor me ajude, não estou brincando’. Agarrei no braço dele sem pensar e então meu corpo ficou completamente dormente, eu mal conseguia falar e mal conseguia respirar. Eu estava lutando para ficar acordada enquanto Justin estava gritando comigo para ficar acordada e tentando falar com o 911 e encontrar o Corpo de Bombeiros ou Hospital mais próximo. Desmaiei antes de chegarmos ao hospital”, continuou Renee na publicação.

No Hospital St Thomas Ascension, de acordo com o relato de Renee e Justin, médicos diagnosticaram uma overdose acidental de drogas. Apesar da mulher afirmar que foi envenenada, a polícia, em nota ao The Sun, não confirmou a suspeita alegando que os policiais não viram nenhum resíduo na nota e que não realizaram testes porque ninguém foi acusado de crime.

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Fonte: IG Mundo

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Internacional

México: Obrador diz que vai reforçar  trabalhos para resgatar mineiros

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Obrador afirma que estão sendo todos os esforços para o resgate dos dez mineiros
Divulgação/Governo do México

Obrador afirma que estão sendo todos os esforços para o resgate dos dez mineiros

As autoridades mexicanas vão reforçar os trabalhos para resgatar os 10 mineiros presos em uma mina de carvão . A afirmação foi feita pelo presidente do México, López Obrador, durante entrevista coletiva realizada nesta segunda-feira (15).

Os trabalhadores estão presos na mina Pinabete, localizada na cidade de Sabinas, desde o dia 3 de agosto. Desde então, as forças oficiais e voluntários atuam para resgatar os mineiros, mas a situação ficou um pouco mais complicada no domingo (14), quando os níveis de água no local voltaram a aumentar. 

“Infelizmente, a mina desabou ainda mais, principalmente por conta de um furo de água na mina abandonada vizinha (Concha Norte), que é a que mais acumula água”, afirmou o chefe executivo mexicano.

Coordenadora Nacional de Proteção Civil, Laura Velázquez Alzúa, ressaltou que a nova inundação frustrou o plano de resgate que estava sendo seguido, uma vez que o aumento da profundidade do poço impossibilitou a entrada dos socorristas no domingo.

Alzúa completou destacando que os socorristas devem continuar bombeando a água permanentemente e que seja injetado cimento através das perfurações nas galerias para vetar a passagem de água de uma mina para outra. 

Atualmente, 14 bombas localizadas nos poços da mina atuam na retirada de água no local. A vazão de saída da água é de 371 litros por segundo.

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Fonte: IG Mundo

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Internacional

ONU e Rússia debatem sobre usina nuclear de Zaporizhzhia em reunião

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Vista da central nuclear de Zaporizhzhia
Foto: ANSA

Vista da central nuclear de Zaporizhzhia

O secretário-geral da Organização das Nações Unidas, António Guterres, e o ministro da Defesa da Rússia, Sergei Shoigu, debateram a situação da  central nuclear ucraniana de Zaporizhzhia nesta segunda-feira (15).

A usina fica na Ucrânia e é operada por funcionários ucranianos, mas está sob controle militar dos russos desde o início de março. Por conta disso, ataques na área e contra a central estão sendo realizados – com Kiev e Moscou trocando acusações sobre as ações militares.

“Sergei Shoigu conduziu negociações telefônicas com o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, no mérito das condições para o funcionamento seguro da central nuclear de Zaporizhzhia”, informou em nota o Ministério da Defesa.

Kiev e Moscou se acusam de fazer ataques, que chegaram a danificar um dos dois reatores que estavam em funcionamento, e também dizem que a delegação da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) não pode fazer inspeções por conta do “inimigo”.

É impossível saber, de maneira independente, quem realmente faz as operações militares ou se são as duas nações as responsáveis.

A central nuclear que fica em Energodar é a maior da Europa e, antes da guerra, operava com dois dos seus seis reatores. A AIEA já alertou, mais de uma vez, que a situação na usina é “muito grave” e chegou a dizer que tudo no local estava “completamente fora de controle”.

Desde o início da guerra, em 24 de fevereiro, as visitas de rotina da agência, que é ligada à ONU, foram interrompidas e, por mais de uma vez, a AIEA informou que perdeu o acesso às informações remotas de segurança e vigilância.

Por conta dos ataques, a Rússia informou que desligou um dos reatores afetados e que está cogitando fechar a central nuclear.

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Fonte: IG Mundo

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