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Mulher assassinada em Copacabana foi denunciada por vender e não entregar kitnet

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Policiais no local onde Ildecy foi morta
Foto: Reprodução

Policiais no local onde Ildecy foi morta

A mulher assassinada a tiros na tarde dessa quarta-feira em um bar em Copacabana , na Zona Sul do Rio, vendia imóveis em favelas do bairro há pelo menos cinco anos. Ildecy Cardoso Xavier, de 44 anos, já tinha sido denunciada por três compradores por não entregar as chaves de kitnets localizadas na Ladeira dos Tabajaras, também em Copacabana. Ildecy morava na comunidade. O assassinato está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios da capital.

Três compradores processavam Ildecy na Justiça do Rio e um deles também denunciou o caso à Polícia Civil. Segundo relato do homem, duas kitnets foram vendidas a ele por Ildecy em agosto de 2016, mas as chaves dos imóveis não foram entregues até hoje e o dinheiro pago — R$ 44 mil — não foi devolvido. O caso era investigado pela 12ª DP (Copacabana) e o homem tentava ressarcimento do investimento em ação judicial.

Em petição encaminhada à Justiça, o comprador acusa Ildecy de fingir ser proprietária dos imóveis que negociava, sem que de fato fosse. A mulher  anunciava as kitnets no Facebook.

Outras duas mulheres também denunciaram Ildecy em processos na Justiça. Uma relatou que comprou um imóvel em março de 2018 e a outra, em fevereiro do mesmo ano. As duas kitnets eram na Ladeira dos Tabajaras e também nunca foram entregues.

Ameaçada por compradora

Em uma ocasião, a própria Ildecy compareceu à 12ª DP (Copacabana) para relatar uma confusão ocorrida com uma mulher com quem tinha fechado um negócio. Ela alegou que foi ameaçada pela mulher, que ficou insatisfeita com o prazo de entrega de quatro a seis meses do imóvel que tinha adquirido. Segundo Ildecy, a mulher ameaçou esfaqueá-la. O episódio ocorreu em fevereiro do ano passado.

Ildecy ainda foi acusada por um homem, em setembro de 2018, de tê-lo enganado na negociação de compra de parte de seu bar. Ele relatou à polícia que recebeu uma proposta de Ildecy para comprar 25% de seu estabelecimento por R$ 10 mil. Ela ainda se comprometeu a investir R$ 25 mil no local.

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No entanto, segundo ele, a mulher pagou apenas R$ 2,5 mil, nunca cumpriu o restante da promessa e pediu a rescisão do contrato. O homem afirma que em uma ocasião, Ildecy chegou a dizer para ele que havia um contrato registrado em cartório no qual constava que ela possuía direito a parte do estabelecimento, relativo a R$ 9 mil.

Com isso, ainda segundo o homem, Ildecy afirmou que venderia todos os produtos que estavam no local. O dono do local disse que o bai foi fechado e uma bandeira preta foi hasteada na porta, em sinal de luto, para que as pessoas acreditassem que ele tinha morrido.

Ildecy foi morta a tiros em um bar em Copacabana no fim da tarde dessa quarta-feira. Ela foi executada por um homem que estava em uma moto. No ataque a tiros, um garçom do bar também ficou ferido.

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Jovem com suástica nazista no braço é flagrado em shopping de Pernambuco

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Jovem com suástica nazista é expulso de shopping de Caruaru
Reprodução Twitter

Jovem com suástica nazista é expulso de shopping de Caruaru

 Um jovem foi flagrado usando uma suástica nazista no braço em um shopping de Caruaru, no Recife nesta quinta-feira (17)

 Sem máscara, o jovem diz que está “na sua liberdade”, enquanto é segurado pelo braço por um segurança do shopping.

Assista ao vídeo:

“Esse m… quer ficar famoso, não sabe nem que p.. é essa que tá no braço”, diz o homem que grava o jovem com o adereço nazista.

O Caruaru Shopping, onde ocorreu o fato, divulgou nota oficial sobre o caso, e disse “repudir toda e qualquer forma de apologia ao movimento nazista”, e revelou que o jovem, ainda não identificado, foi expulso do local.

Confira:



Segundo o artigo 20 da lei 7.716 da Constituição , “praticar, induzir ou incitar, pelos meios de comunicação social ou por publicação de qualquer natureza, a discriminação ou preconceito de raça, por religião, etnia ou procedência nacional” é passível de pena de dois a cinco anos de prisão .

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Vítimas de Lázaro Barbosa foram filmadas nuas e tiveram que fazer oração

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Lazaro Barbosa de Sousa, de 32 anos, procurado pelas polícias do DF e Goiás
Reprodução/TV Anhanguera

Lazaro Barbosa de Sousa, de 32 anos, procurado pelas polícias do DF e Goiás

Uso de luvas, pedidos de oração, pregação da “palavra de Deus” e filmagem das vítimas sem roupa: esse foi o roteiro adotado por  Lázaro Barbosa, conhecido como o “maníaco de Brasília”, ao realizar o primeiro assalto no entorno do Distrito Federal ainda em maio — antes de realizar a chacina de uma mesma família que deu ao caso projeção nacional.

 No dia 17 de maio, o baiano Lázaro Barbosa, de 32 anos, conhecido como Leandro ou Índio , assaltou uma chácara em Ceilândia, cidade a 22 quilômetros de Brasília, e fez quatro pessoas da família como reféns. Chegou sozinho, estava armado com uma arma de fogo e uma faca e despiu as vítimas, para depois filmá-las. Roubou dois relógios de pulso, dois aparelhos de telefone celular e 90 reais em espécie.

Em depoimento prestado à Polícia Civil no dia 18 de maio, uma das vítimas disse que Lázaro “causou terror psicológico” durante as cinco horas em que permaneceu na casa, pedindo para que os moradores ficassem de joelhos e rezassem o Pai Nosso com a arma apontada para eles, e que usou uma luva de proteção o tempo todo.

De acordo com o depoimento dado por outro integrante da família assaltada, o criminoso pediu que lhe fizessem comida e ordenou que a vítima bebesse todo o vinho que estava na geladeira. Segundo o relato, Lázaro estava tranquilo durante todo o tempo, e “parecia ser uma pessoa estudada, pois conversava muito bem”. E disse que, ao filmar e fotografar as pessoas nuas, “ia salvar a vida delas”.

Você viu?

Além disso, o assaltante teria perguntado se na casa havia armas, e que tinha a ordem para “levar a cabeça de alguém”, mas que estava na casa errada. Ainda segundo os relatos do crime de 17 de maio, Lázaro teria pedido desculpas pela situação, mas fez ameaças de publicar os vídeos e fotos na internet caso a família procurasse a polícia. Pela narrativa prestada à polícia, Lázaro fez com que todas as pessoas ficassem sem roupa durante todo o tempo em que permaneceu no local.

Notoriedade

Depois que o caso ganhou notoriedade e a imagem com o rosto de Lázaro passou a ser divulgada, novos crimes cometidos antes da chacina passaram a ser atribuídos a ele.

É o caso do assalto a uma residência ocorrido no dia 25 de maio no Núcleo Rural Boa Esperança, região de chácaras que teve um aumento considerável no número de roubos, segundo a própria Polícia Civil. O boletim de ocorrência feito pelo dono da casa passou por um aditamento no dia 10 de junho — quando foi acrescentado que, ao ver fotos de Lázaro nas redes sociais, a esposa da vítima “prontamente o reconheceu como sendo o autor do crime”. Segundo o depoimento, porém, as características do modo de agir do criminoso não foram descritas em detalhe.

No inquérito policial aberto após os crimes no Distrito Federal, a polícia apontou que o criminoso já era investigado pela Delegacia da Mulher por ter praticado um roubo e estupro com as mesmas características e dinâmica dos outros crimes cometidos no último dia 9.

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