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Saúde

“Muito preocupante”, diz OMS sobre aumento de casos de Covid-19 no Brasil

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O diretor-geral da Organização Mundial de Saúde, Tedros Adhanom Ghebreyesus
Reprodução/Instagram

O diretor-geral da Organização Mundial de Saúde, Tedros Adhanom Ghebreyesus

O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, reforçou nesta segunda-feira (30) que o Brasil precisa levar o aumento no número de casos de Covid-19 a sério. 

“O Brasil teve seu ápice em julho. O número de casos estava diminuindo, mas em novembro os números voltaram a subir. O Brasil precisa levar muito, muito a sério esses números. É muito, muito preocupante”, disse Tedros.

A época de férias e festas de fim de ano que se aproximam em várias partes do mundo é motivo de preocupação, segundo Tedros Adhanom Ghebreyesus. “Todos queremos estar juntos das pessoas que amamos durante períodos festivos, mas estar com a família e amigos não compensa colocá-los em risco.”

A recomendação da OMS é que os países sigam os  direcionamentos de entidades de saúde locais. “Celebre [as festas] com pessoas que vivem na mesma casa que você e evite reuniões com pessoas que moram em casas distintas”, disse Ghebreyesus. Distanciamento social e uso de máscaras foram medidas reforçadas pelo diretor geral da OMS.

“Precisamos controlar os casos e manter os números baixos. Os países precisam atacar os casos que ressurgem para que eles não se propaguem. Essa é a recomendação para todos os países. Uma vez que você reduz o número de casos, você precisa manter esse número baixo”, completou a líder técnica da entidade, Maria van Kerkhove.

Segundo levantamento do consórcio de veículos de imprensa, o Brasil tinha, até as 13h desta segunda, 172.866 mortes por Covid-19 confirmadas e mais de 6,3 milhões de casos.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Quinze pacientes são transferidos do Amazonas para Goiás

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Mais 15 transferências de pacientes com covid-19 do Amazonas foram realizadas na tarde de hoje (18) para outros estados da Federação na tarde de hoje. Dessa vez, os internados foram encaminhados para a cidade de Góias (GO).

Hoje pela manhã, também foram transferidos de Parintins (AM) para Belém dois pacientes. A previsão é que mais cinco pacientes do município devem ser transportados amanhã (19) para o Hospital de Campanha de Belém.

Até o momento foram transferidos 94 pacientes para outros estados, segundo informou a Secretaria de Saúde estadual. A ação faz parte da força-tarefa, em conjunto com o governo federal, para diminuir a lotação dos hospitais públicos do estado diante do aumento do número de internações de pessoas infectadas pelo novo coronavírus.

Segundo a secretaria, o estado de saúde dos pacientes é estável e, portanto, permite a locomoção área dos internados. Os pacientes transferidos para Goiás estavam no Serviço de Pronto Atendimento (SPA) São Raimundo, SPA Alvorada, SPA Zona Sul, Hospital e Pronto Socorro (HPS) Dr Aristóteles Platão Bezerra de Araújo e HPS Dr. João Lúcio Pereira Machado, todos na capital Manaus.

Segundo boletim divulgado há pouco, a Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas contabilizou 232.434 casos da doença no estado. Desde que a presença do novo coronavírus no país foi confirmada, no fim de fevereiro de 2020, 6.308 pessoas morreram em decorrência da doença.

Entre os casos confirmados, 1.766 pacientes estão internados, sendo 1.144 em leitos (475 na rede privada e 669 na rede pública), 598 em UTI (284 na rede privada e 314 na rede pública) e 24 em sala vermelha (estrutura voltada à assistência temporária para estabilização de pacientes críticos ou graves que, uma vez estabilizados, são encaminhados a outros pontos da rede de atenção à saúde).

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

SP: Vacina só deve diminuir casos e mortes por Covid-19 em seis meses

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Jean Gorinchteyn, secretário da Saúde do governo de São Paulo
Divulgação/Governo do Estado de São Paulo

Jean Gorinchteyn, secretário da Saúde do governo de São Paulo

A vacinação iniciada neste domingo (19) com a CoronaVac traz esperança à população, mas não significa que automaticamente a pandemia vá arrefecer. Segundo o Secretário de Saúde de SP, Jean Gorinchteyn, o efeito da imunização só deve ser percebido em cerca de seis meses.

“Para a gente ter um impacto real da vacinação, nós precisaríamos já estar vacinando grupos vulneráveis. Entende-se que, hoje, vacinar os profissionais da saúde, que muitas vezes são profissionais de idade até não tão avançado, é uma garantia de assistência à saúde, para que a gente não perca essa força motriz na assistência, principalmente num momento em que a amplitude sem número de casos e internações é maior “, disse o secretário à Folha.

“Por outro lado, mesmo que a gente hoje vacinasse todos os idosos de forma abrupta, acima de 60 anos, nós teríamos 10% da nossa população imunizada. A gente veria o impacto disso de dois a três meses, sem número de internações e gravidade de doença, só. Mas, infelizmente, vamos começar ainda de uma forma muito lenta e gradual. Portanto, talvez a gente cosmético a ter alguma sensibilidade daqui a uns 6 meses “, continuou.

Por isso, especialistas recomendam que as medidas de isolamento social e o uso de máscara devem ser continuados ao longo deste ano de 2021. O Plano de Imunização deve seguir pelo menos até 2022 para que toda a população seja imunizada.

Fonte: IG SAÚDE

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