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Economia

Mudanças na tabela do Imposto Renda poderá dobrar isentos, diz governo

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Guedes deve entregar proposta com mudanças no IR nesta quarta-feira
Reprodução: iG Minas Gerais

Guedes deve entregar proposta com mudanças no IR nesta quarta-feira

O governo calcula que a ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda (IR) da pessoa física pode até dobrar o número de contribuintes isentos, de acordo com fontes da equipe econômica. Atualmente, cerca de 8 milhões de trabalhadores são isentos do IR, pois têm rendimentos tributáveis de até R$ 1,9 mil mensais.

O Ministério da Economia avalia que, caso a decisão seja de elevar a faixa de isenção para R$ 2,5 mil por mês, 16 milhões de pessoas podem passar a ser isentas do imposto de renda. Se a decisão for de ampliar a faixa de isenção para R$ 2,4 mil, a estimativa é que 14 milhões de contribuintes passarão a ser isentos do IR.

No caso do Imposto de Renda para Pessoa Física, o ministro afirmou que a proposta é ampliar a faixa de isenção.

O governo está fazendo contas para atualizar a tabela do Imposto de Renda como parte da reforma tributária . A tendência é encaminhar o projeto ao Congresso nos próximos dias. A proposta teve várias idas e vindas, diante de pedidos do Palácio

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No restante das faixas do Imposto de Renda, a tendência é de que haja um reajuste de R$ 1 mil em cada uma das faixas. Por tanto, a alta será maior para a faixa de isenção do Imposto de Renda.

Técnicos do Ministério da Economia avaliam que será possível cobrir esse reajuste com a melhora na arrecadação causada pelo crescimento da economia e também pela inflação. Hoje, a arrecadação está rodando com uma alta de 40%. A melhora da arrecadação também deve ajudar no desenho do novo Bolsa Família, que está sendo fechado pelo governo.

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Economia

Lula critica antecipação de R$ 32 bilhões a acionistas da Petrobras

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Lula fez critica ao governo atual
Reprodução/redes sociais

Lula fez critica ao governo atual

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou a antecipação de R$ 32 bilhões em dividendos a acionistas da Petrobras . Lula acrescentou que “fica cada dia mais claro as razões pelas quais deram o golpe na Dilma e tentaram destruir o PT”.

Na quarta-feira (4), a Petrobras anunciou lucro líquido de US$ 8,1 bilhões e, diante disso, decidiu antecipar os dividendos e pagar R$ 2,41 para cada ação em poder de seus investidores.

“Em função desse resultado, o Conselho de Administração da companhia aprovou a antecipação do pagamento de remuneração ao acionista referente ao exercício de 2021 no montante de US$ 6 bilhões, sendo US$ 4 bilhões [R$ 21 bilhões] a serem pagos em 25 de agosto deste ano e US$ 2 bilhões [R$10,6 bilhões] em 15 de dezembro de 2021. Dessa forma, a Petrobras compartilha os ganhos financeiros com a sociedade brasileira”, disse a estatal, em nota.

Lula, porém, afirmou que o dinheiro adiantado deve ir para “acionistas estrangeiros”. “O povo pagando até R$ 7 no litro da gasolina, enquanto eles pagam adiantado R$ 32 bilhões para acionistas estrangeiros… Fica cada dia mais claro as razões pelas quais deram o golpe na Dilma e tentaram destruir o PT. Para fazer o que estão fazendo hoje”, escreveu o ex-presidente, em publicação no Twitter.


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Economia

Preço da cesta básica sobe em 15 capitais do país

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O preço da cesta básica subiu em 15 das 17 capitais pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) na comparação entre julho e junho. Segundo o levantamento divulgado hoje (5), as maiores altas foram registradas em em Fortaleza (3,92%), Campo Grande (3,89%), Aracaju (3,71%), Belo Horizonte (3,29%) e Salvador (3,27%).

Em João Pessoa o conjunto de alimentos e itens essenciais teve queda de 0,7% e em Brasília de 0,45%.

As cestas mais caras são a de Porto Alegre (R$ 656,92), Florianópolis (R$ 654,43) e São Paulo (R$ 640,51).

Na comparação entre julho deste ano e o mesmo mês de 2020, a maior alta foi registrada na cesta básica de Brasília (29,42%), que atualmente custa R$ 582,35. No período, a cesta básica de Porto Alegre teve a segunda maior elevação nos preços (28,5%).

Entre os produtos que impulsionaram o custo da cesta básica está o o tomate, que, em julho, teve alta em 15 capitais, sendo 39,95% em Belo Horizonte, 34,24% em Goiânia e 34,1% em Fortaleza. Segundo o Dieese, o aumento está relacionado ao frio que atrasou a maturação do fruto diminuindo a oferta.

O açúcar também teve elevação nos preços em 15 capitais em julho, com percentuais que variaram entre 8,12% no Rio de Janeiro e 1,59% em Belém. De acordo com o Dieese, o aumento nos preços acontece devido a entressafra e alta do petróleo, que estimula a produção de etanol, concorrendo com a fabricação de açúcar. O aumento das exportações foi outro fator que puxou os preços para cima.

O café foi outro item que teve alta de preço em 15 capitais, como Vitória (10,96%), São Paulo (9,88%), Campo Grande (8,77%) e Brasília (8,14%).

Edição: Aline Leal

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