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Economia

MT terá que reduzir 6% do ICMS sobre a gasolina se projeto for aprovado no Senado

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Atualmente, MT cobra 23% de ICMS. O projeto, no entanto, prevê uma alíquota máxima de 17%, já que a gasolina passa a ser considerada um produto essencial

G1-MT- O governo de Mato Grosso terá que reduzir o percentual do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) cobrado na gasolina vendida no estado, caso o projeto aprovado na Câmara dos Deputados nessa quarta-feira (25) também seja aprovado no Senado e sancionado pela presidente Jair Bolsonaro (PL).

Atualmente, o estado cobra 23% de ICMS na venda de gasolina. No início do ano houve a primeira redução anunciada pelo governo de 25% para 23%. Se aprovado, o projeto prevê uma alíquota máxima de 17%, já que a gasolina passa a ser considerada um produto essencial.

O estado ainda não se manifestou sobre a aprovação do projeto na Câmara dos Deputados. Na redução de 2% anunciada no fim do ano passado, o governo de Mato Grosso estimou que deixaria de arrecadar cerca de R$ 69 milhões.

Dessa vez, o estado ainda não anunciou a possível perca na arrecadação. No entanto, o governador de Mato Grosso Mauro Mendes (União Brasil) participou no início da semana de reunião com outros governadores.

Eles reclamam que o projeto, que vai reduzir a arrecadação dos estados, pode levar ao comprometimento na oferta de serviços à população.

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Economia

Nova presidente da Caixa assume cargo na terça-feira

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A economista Daniella Marques Consentino teve o nome aprovado hoje (1º) pelo Comitê de Elegibilidade da Caixa Econômica Federal e assinou o termo de posse. Ela assumirá oficialmente o cargo na próxima terça-feira (5), em cerimônia oficial no Palácio do Planalto.

Ex-secretária especial de Produtividade e Competitividade do Ministério da Economia, Daniella Consentino substituirá Pedro Guimarães, que pediu demissão nessa quarta-feira (29), após denúncias de assédio sexual que estão sendo investigadas pelo Ministério Público Federal e pelo Ministério Público do Trabalho. Ele negou as acusações na carta de renúncia.

No governo desde janeiro de 2019, Consentino foi chefe da Assessoria Especial de Assuntos Estratégicos do Ministério da Economia. Uma das principais assessoras do ministro Paulo Guedes, ela assumiu a Secretaria Especial de Produtividade e Competitividade no início do ano.

Com formação em Administração de Empresas pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ), a nova presidente da Caixa tem MBA em Finanças pelo Ibmec e uma carreira no mercado financeiro. Foi diretora-executiva da Oren Investimentos e diretora de Risco e Compliance, sócia e gestora de Renda Variável da Mercatto Investimentos. Antes de entrar no governo, foi sócia do ministro Guedes na Bozano Investimentos, onde foi diretora de Compliance e Operações e Financeiras.

Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Economia

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Economia

Vice-presidente da Caixa pedirá demissão após queda de Pedro Guimarães

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Celso Leonardo Barbosa pedirá desligamento da Caixa
Reprodução

Celso Leonardo Barbosa pedirá desligamento da Caixa


O vice-presidente de Negócios de Atacado da Caixa Econômica Federal, Celso Leonardo Barbosa, confirmou na noite desta sexta-feira, por meio de sua defesa, que se afastará do cargo após diversas denúncias de assédio sexual de funcionárias do banco terem levado à queda de seu chefe, Pedro Guimarães . A informação havia sido antecipada pelo colunista Lauro Jardim.

“Por orientação de sua defesa o vice-presidente da Caixa , Sr. Celso pedirá desligamento. Embora não conste absolutamente nada em seu desfavor, entende ser neste momento necessário Para que não se questione as a imparcialidade das apurações . Importante destacar a sua atuação profissional que contribuiu para a Recuperação do foco estratégico nas MPEs, com o Pronampe, FGI e FAMPE, realizando a parceria chave com o SEBRAE Nacional”, informou a advogada do executivo, Luciana Pires. O desligamento pode ser oficializado ainda nesta sexta-feira.

“O afastamento será necessário até pela garantir a lisura da investigação e demonstrar, oportunamente, que ele nunca se envolveu nesse episódio. É uma possibilidade o afastamento dele, mas por ora isso ainda não aconteceu”, disse a advogada ao GLOBO.

A Caixa está em processo de contratação de uma auditoria externa para apurar as denúncias de assédio sexual contra mulheres no banco, após o afastamento de Pedro Guimarães da presidência da Caixa, envolvido no escândalo. A decisão de contratar uma empresa independente foi tomada nessa quinta-feira pelo conselho de administração do banco.


Segundo relato de testemunhas e que estão sendo apuradas pelo Ministério Público Federal, Celso também está envolvido no caso. Amigo de Guimarães, o executivo o acompanhava nas viagens a trabalho, onde a maior parte dos assédios aconteciam. Celso era considerado braço direito de Guimarães e era substituto nas ausências no cargo.

Celso nasceu no Rio. Ele assumiu o cargo de assessor estratégico da presidência da Caixa em janeiro de 2019. Lutador de MMa, ele iniciou a carreira nas empresas Esso, Nortel e Shell, onde foi gestor do programa social para jovens empreendedores, segundo informações da Caixa. Foi consultor do Sebrae.

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Fonte: IG ECONOMIA

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