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MT registra 52 mortes e 1,8 mil casos de Covid em 24 horas; já são 1.752 óbitos e quase 49 mil infectados

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Há 277 internações em UTIs públicas e 325 em enfermarias públicas; taxa de ocupação está em 79,9% para UTIs adulto e em 36,7% para enfermarias

A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) notificou, até a tarde desta quarta-feira (29), 48.854 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, sendo registrados 1.752 óbitos em decorrência do coronavírus no Estado e 52 mortes nas últimas 24 horas.

Foram registradas cerca de 1.809 novas confirmações de coronavírus no Estado. Dos 48.854 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, 18.161 estão em monitoramento e 28.941 estão recuperados.

Entre casos confirmados, suspeitos e descartados para a Covid-19, há 277 internações em UTIs públicas e 325 em enfermarias públicas. Isto é, a taxa de ocupação está em 79,94% para UTIs adulto e em 36,76% para enfermarias adulto.

Dentre os dez municípios com maior número de casos de Covid-19, estão Cuiabá (10.841), Várzea Grande (3.926), Rondonópolis(3.144), Lucas do Rio Verde (2.708), Tangará da Serra (2.015), Sorriso (1.858), Sinop (1.833), Primavera do Leste (1.716), Nova Mutum (1.395) e Pontes e Lacerda (914).

A lista detalhada com todas as cidades que já registraram casos da Covid-19 em Mato Grosso pode ser acessada no Boletim anexado ao final desta matéria.

O documento ainda aponta que um total de 44.772 amostras já foram avaliadas pelo Laboratório Central do Estado (Lacen-MT) e que, atualmente, restam cerca 2.783 amostras em análise laboratorial.

Os pacientes são devidamente acompanhados pelas equipes de Vigilância Epidemiológica do Estado e dos municípios. Mais informações estão detalhadas na Nota Informativa divulgada diariamente pela SES disponível neste link, a partir das 17h.

Cenário nacional

Na última terça-feira (28), o Governo Federal confirmou 2.483.191 casos da Covid-19 no Brasil e 88.539 óbitos oriundos da doença. No levantamento do dia anterior, o país contabilizava 87.618 óbitos e 2.442.375 casos confirmados de pessoas infectadas pelo coronavírus.

Até o fechamento deste material, o Ministério da Saúde não informou os dados desta quarta-feira.

Recomendações

Atualmente, não existe vacina para prevenir a infecção pelo novo coronavírus. A melhor maneira de prevenir a infecção é evitar ser exposto ao vírus. Os sites da SES e do Ministério da Saúde dispõem de informações oficiais acerca do novo coronavírus. A orientação é de que não sejam divulgadas informações inverídicas, pois as notícias falsas causam pânico e atrapalham a condução dos trabalhos pelos serviços de saúde.

O Ministério da Saúde orienta os cuidados básicos para reduzir o risco geral de contrair ou transmitir infecções respiratórias agudas, incluindo o novo coronavírus. Entre as medidas estão:

– Lavar as mãos frequentemente com água e sabão por pelo menos 20 segundos. Se não houver água e sabão, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool;

– Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas;

– Evitar contato próximo com pessoas doentes;

– Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com um lenço de papel e jogar no lixo;

– Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência.

 

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Escolas do interior de MT conquistam as melhores notas do Ideb nos anos iniciais; resultados acima da média estadual

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As escolas tiveram notas entre 7,0 e 7,5, acima da média estadual que é de 5,6

Escolas estaduais de Mato Grosso tiveram ótimos resultados no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), etapa do ensino fundamental.  As cinco melhores notas são acima de 7,0 e as três primeiras estão empatadas com índice 7,5.

São duas escolas estaduais de Rondonópolis (a 212 quilômetros ao sul de Cuiabá) – La Salle e Sagrado Coração de Jesus, além da EE Monte Verde, localizada no município de Nova Monte Verde (a 968 quilômetros da Capital).

As dez melhores notas do Ideb das séries iniciais da rede estadual são de unidades escolares localizadas em municípios do interior.

Entre as escolas com ótimos desempenho estão a EE Cleufa Hubner, em Sinop (a 500 quilômetros ao norte de Cuiabá), que também comemora o índice de 7,1 assim como a EE Luiza Nunes Bezerra (a 709 quilômetros a médio-norte de Cuiabá) que obteve nota 7,0. São indicadores que superam a média estadual de 5,6.

O diretor da EE Monte Verde, Osmar Boing, que ficou muito satisfeito com o resultado, lembra que a escola superou o índice de 2017 que foi de 7,3 subindo para 7,5. No entendimento do gestor, a nota alcançada não é fruto do acaso ou sorte, mas uma conquista resultante de muito trabalho, empenho e dedicação dos profissionais e principalmente da participação dos pais na vida escolar de seus filhos.

“Mesmo com tantas dificuldades os resultados alcançados por nós nos mostram que estamos no caminho certo e que precisamos continuar unidos em busca de nossos objetivos enquanto instituição escolar que está a todo o momento preocupado com a qualidade da educação e com a formação integral de nossos estudantes” salienta.

Osmar ressalta ainda que o resultado coloca a escola como destaque no cenário educacional estadual e nacional.

Educação de qualidade

Na EE Cleufa Hubner, a sensação de otimismo também é a mesma. A diretora Patrícia Guimarães Pereira ressalta que a equipe gestora e os profissionais da educação têm uma dedicação extrema à educação pública de qualidade.

“E isso com certeza faz toda diferença. Sem uma equipe unida e imbuída num objetivo comum, não se alcança êxito em nada, principalmente quando falamos de educação. Hoje sabemos que graças ao esforço de toda a comunidade escolar somos referência em nosso município”, comemora.

Árduo trabalho

Na EE Luiza Nunes Bezerra o cenário não é diferente. Tanto a equipe gestora como profissionais da educação estão satisfeitos com a nota do Ideb.

“Nossa escola é preocupada com o avanço dos índices de proficiências de seus alunos. Para isso, realizamos um árduo trabalho de conscientização, formação, coparticipação, autoavaliação. Buscamos, por meio de uma gestão participativa, cada um assuma sua responsabilidade numa educação de qualidade”, assegura.

Patrícia explica que, desde o início da realização do Ideb, investe esforços junto aos professores, alunos e família para que os estudantes participem da avaliação. Para isso, foram realizadas reuniões pedagógicas com os professores para elaborar uma ação de divulgação da necessidade de participação do exame.

As divulgações do exame e dos seus resultados são realizadas, desde a primeira edição, durante reuniões com a comunidade escolar, nas salas de aula com os alunos e nas reuniões pedagógicas com os professores. “É importante a publicização das médias obtidas pela escola e, com isso, a indicação de responsabilidade de cada um dos atores educacionais nesse processo”, assinala.

 

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AL propõe projeto de lei para a utilização de drones para fiscalização e combate a incêndios no Pantanal

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Projeto de Lei nº 804/2020 regulamenta a utilização de veículo aéreo não tripulado (Vant) ou drone para as ações de fiscalização da Polícia Militar Ambiental e do Corpo de Bombeiros no combate a incêndios florestais e outras ações de fiscalização em Mato Grosso. Essa tecnologia fornece informações de qualidade, em tempo real, mas sem expor as equipes a maiores riscos.

Conforme o deputado estadual Dr. Gimenez (PV), foto, os drones são ferramentas de apoio que podem ser cruciais no combate a incêndios florestais de grande escala e que tendem a ficar fora de controle rapidamente, colocando em perigo os profissionais das equipes de resgate e de combate ao fogo.

“Há pouco tempo de reação entre o começo do fogo e o momento em que se torna incontrolável. Os drones conseguem oferecer aos bombeiros uma visão panorâmica do terreno e, além disso, ajudam a determinar para onde o fogo deve se mover em seguida”, pontua o parlamentar.

Com a tecnologia, os profissionais das forças de segurança terão mais condições de tomar decisões rápidas e assertivas sobre o deslocamento da equipe de brigadistas e, se necessário, fazer a evacuação de comunidades que possam ser impactadas. Os drones também voam em altitudes mais baixas que os helicópteros e navegam em espaços apertados ou perigosos, fornecendo uma imagem mais sutil da situação.

“Com recursos de imagem térmica, eles podem localizar pontos quentes em uma cena de incêndio em segundos e ver pessoas presas mesmo em áreas de fumaça espessa. Os veículos aéreos não tripulados podem ser utilizados pelas equipes de Corpo de Bombeiros desde o planejamento de ação para conter as queimadas até para o mapeamento do dano após o incidente”, acrescenta Dr. Gimenez.

A proposição surgiu diante das perdas que aconteceram no Pantanal mato-grossense, que de janeiro até o final de agosto, havia queimado uma área correspondente a 12 cidades de São Paulo – 18.646 km2, cerca de 12% da área total do bioma –, segundo dados do Laboratório de Aplicações de Satélites Ambientais divulgados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

“Queremos auxiliar os nobres profissionais que arriscam suas vidas no combate a incêndios florestais, sobretudo na região do nosso Pantanal, que infelizmente está sendo dizimado pelo fogo. Outro ponto positivo do projeto de lei é suprir a falta do atual quadro de policiais militares ambientais nesta área que não é suficiente para fiscalizar todos os locais da maneira necessária, principalmente quanto à fiscalização de caça, queimadas e também de pesca irregular”, justifica.

Sobre o drone – Certamente o drone auxiliará na medição de áreas de desmatamento, fiscalização de caça, controle de queimadas e de pescas predatórias por meio de imagens em tempo real, já que existem no comércio alguns que podem percorrer 90 quilômetros por hora a uma altura de 500 metros de seu operador.

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