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Saúde

MT chega a 1.271 casos confirmados e 37 mortes por coronavírus; 54 pacientes estão na UTI e 444 recuperados

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Nas últimas 24 horas, mais três mortes foram registradas em Juína, Várzea Grande e Curvelândia

A Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT) notificou, até a tarde desta sexta-feira (22), 1.271 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, sendo registrados 37 óbitos em decorrência do coronavírus no Estado. Os últimos três óbitos envolveram residentes de Juína, Várzea Grande e Curvelândia.

Os casos confirmados estão em Cuiabá (400), Várzea Grande (113), Rondonópolis (103), Barra do Garças (61), Primavera do Leste (56), Tangará da Serra (48), Lucas do Rio Verde (42), Sinop (34), Sorriso (34), Rosário Oeste (31), Confresa (28), Jaciara (24), Peixoto de Azevedo (21), Cáceres (19), Nova Mutum (18), Pontes e Lacerda (17), Querência (15), Alta Floresta (12), Mirassol D’Oeste (10), Tapurah (9), Jangada (7), Chapada dos Guimarães (7), Campo Verde (7), Alto Araguaia (7), Vila Rica (6), São Pedro da Cipa (6), São José dos Quatro Marcos (6), Sapezal (5), Nova Ubiratã (5), Juína (5), Aripuanã (5), Pontal do Araguaia (4), Matupá (4), Guarantã do Norte (4), Curvelândia (4), Rio Branco (3), Poconé (3), Nova Lacerda (3), Ipiranga do Norte (3), Nossa Senhora do Livramento (3), Ipiranga do Norte (3), Conquista  D’Oeste (3), Campo Novo do Parecis (3), Água Boa (3), Acorizal (3), Vila Bela da Santíssima Trindade (2), Vale de São Domingos (2), Rondolândia (2), Ribeirão Cascalheira (2), Poxoréo (2), Juscimeira (2), Dom Aquino (2), Cotriguaçu (2), Canarana (2), Bom Jesus do Araguaia (1), União do Sul (1), Terra Nova do Norte (1), Sapezal (1), São José do Xingu (1), São José do Povo (1), São Felix do Araguaia (1), Santo Antônio de Leverger (1), Santa Rita do Trivelato (1), Porto Alegre do Norte (1), Ponte Branca (1), Pedra Preta (1), Novo Mundo (1), Nova Xavantina (1), Nova Olímpia (1), Nova Monte Verde (1), Nobres (1), Luciara (1), Lambari D’Oeste (1), Jauru (1), Colíder (1), Campos de Júlio (1), Alto Paraguai (1), Alto Garças (1), Alto Boa Vista (1), e residentes de outros Estados (24).

Nas últimas 24 horas, surgiram 84 novas confirmações. Em Cuiabá (20), Rondonópolis (3), Várzea Grande (5), Primavera do Leste (9), Tangará da Serra (5), Peixoto de Azevedo (1), Jaciara (4), Mirassol D’Oeste (1), Alta Floresta (2), Bom Jesus do Araguaia (1), Confresa (2), Guarantã do Norte (1), Juína (5), Lucas do Rio Verde (1), Luciara (1), Nossa Senhora do Livramento (2), Nova Mutum (1), Pontes e Lacerda (9), Querência (1), Ribeirão Cascalheira (1), Sapezal (4), Sinop (2), Sorriso (3) e Terra Nova do Norte (1).

Dos 1.271 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, 691 estão em isolamento domiciliar e 444 estão recuperados. Há ainda 99 pacientes hospitalizados, sendo 54 em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e 44 em enfermaria.

No boletim, a SES também divulga que a rede do Sistema Único de Saúde (SUS) dispõe, atualmente, de 269 leitos de UTI e 881 leitos de enfermaria especificamente para pacientes com coronavírus no Estado – sendo que esses dados já incluem os novos leitos do Hospital Metropolitano.

Considerando o número total de casos em Mato Grosso, 50,2% dos diagnosticados são do sexo feminino e 49,8% masculino; além disso, 373 pacientes têm faixa-etária entre 31 a 40 anos. O documento ainda aponta que um total de 4.697 amostras já foram avaliadas pelo Laboratório Central do Estado (Lacen-MT) e que, atualmente, restam 218 amostras em análise laboratorial.

Os pacientes são devidamente acompanhados pelas equipes de Vigilância Epidemiológica do Estado e dos municípios. Mais informações estão detalhadas na Nota Informativa divulgada diariamente pela SES disponível neste link, a partir das 17h.

Cenário nacional

Até a última quinta-feira (21), o Governo Federal confirmou 310.087 casos da Covid-19 no Brasil e 20.047 óbitos oriundos da doença. No levantamento do dia anterior, divulgado pelo Ministério da Saúde, o país contabilizava 18.859 mortes e 291.579 casos confirmados de pessoas infectadas pelo coronavírus. Até o fechamento deste material, não foram atualizados os números desta sexta-feira (22).

Recomendações

Atualmente, não existe vacina para prevenir a infecção pelo novo coronavírus. A melhor maneira de prevenir a infecção é evitar ser exposto ao vírus. Os sites da SES e do Ministério da Saúde dispõem de informações oficiais acerca do novo coronavírus. A orientação é de que não sejam divulgadas informações inverídicas, pois as notícias falsas causam pânico e atrapalham a condução dos trabalhos pelos serviços de saúde.

O Ministério da Saúde orienta os cuidados básicos para reduzir o risco geral de contrair ou transmitir infecções respiratórias agudas, incluindo o novo coronavírus. Entre as medidas estão:

– Lavar as mãos frequentemente com água e sabão por pelo menos 20 segundos. Se não houver água e sabão, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool;

– Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas;

– Evitar contato próximo com pessoas doentes. Ficar em casa quando estiver doente;

– Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com um lenço de papel e jogar no lixo;

– Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência.

 

 

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Saúde

Covid-19: Brasil tem 614.941 casos; total de mortes chega a 34.021

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O balanço diário divulgado pelo Ministério da Saúde trouxe 30.925 novas pessoas infectadas com o novo coronavírus, totalizando 614.941. O resultado marcou um acréscimo de 5% em relação a ontem (3), quando o número de pessoas infectadas estava em 584.016.

A atualização do Ministério da Saúde registrou 1.473 novas mortes, chegando a 34.021. O resultado representou um aumento de 4,3% em relação a ontem, quando foram contabilizados 32.548 falecimentos por covid-19.

Do total de casos confirmados, 325.957 estão em acompanhamento e 254.963 foram recuperados. Há ainda 4.159 óbitos sendo analisados.

São Paulo se mantém como epicentro da pandemia no país, concentrando o maior número de falecimentos (8.560). O estado é seguido pelo Rio de Janeiro (6.327), Ceará (3.813), Pará (3.416) e Pernambuco (3.134).

Além disso, foram registradas mortes no Amazonas (2.183), Maranhão (1.062), Bahia (790), Espírito Santo (737), Alagoas (531), Paraíba (438), Rio Grande do Norte (378), Minas Gerais (323), Rio Grande do Sul (265), Amapá (254), Paraná (215), Piauí (202), Distrito Federal (196), Rondônia (194), Sergipe (186),  Acre (181), Goiás (164), Santa Catarina (156), Roraima (127), Tocantins (87), Mato Grosso (82) e Mato Grosso do Sul (20).

Já em número de casos confirmados, o ranking tem São Paulo (129.200), Rio de Janeiro (60.932), Ceará (59.795), Pará (48.049) e Amazonas (46.473). Entre as unidades da federação com mais pessoas infectadas estão ainda Maranhão (40.629), Pernambuco (37.507), Bahia (23.463), Espírito Santo (16.894) e Paraíba (17.579).

Curva acrescente de covid-19 no Brasil

Em entrevista coletiva no Palácio do Planalto, o secretário substituto de Vigilância em Saúde, Eduardo Macário, declarou que os casos no país seguem crescendo.

“Estamos em um aumento semana após semana. Estimamos uma estabilização nos próximos meses. Por conta do período sazonal, diminui a transmissão respiratória no Norte e Nordeste. Não é possível prever quando será o pico”, pontuou.

Ele voltou a destacar, como em entrevistas anteriores, que há um desenvolvimento desigual da pandemia no país. Há mais intensidade nas regiões Norte e Nordeste e menos no Sul, Centro-Oeste e Sudeste, com exceção de São Paulo e Rio de Janeiro.

Perguntado sobre a flexibilização das medidas de distanciamento e reabertura de comércio por diversos governos estaduais e prefeituras, Macário avaliou que as decisões “têm que ser adequadas e proporcionais ao risco”.

Um dos dados apresentados na entrevista de hoje pelos gestores do ministério foi o indicador chamado número de reprodução, que mede o ritmo de contágio (quantas pessoas são infectadas por um paciente contaminado). De acordo com o Ministério da Saúde, os estados com índices mais altos são o Acre (1,6 pessoas infectadas para cada paciente com covid-19); Goiás (1,6); Bahia (1,7) e Ceará (2,4). Todas as outras unidades federativas possuem números de reprodução que variam de 1,1 a 1,5.

Edição: Liliane Farias

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Covid-19: país distribui 3 milhões de testes; 1 milhão são analisados

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Em entrevista no Palácio do Planalto, nesta quinta-feira (4), o secretário substituto de Vigilância em Saúde, Eduardo Macário; a secretária substituta de Atenção Primária, Daniela Ribeiro; a diretora substituta do Departamento de Saúde da Família, Larissa Gabrielle Ramos; a diretora substituta do Departamento de Articulação e Estratégica de Vigilância em Saúde, Greice Madeleine; falaram sobre testes de covid-19 e anunciaram investimentos para os centros de atendimentos e centros comunitários 

Até o momento, 3,12 milhões de testes de laboratório (RT-PCR) foram distribuídos para laboratórios públicos centrais (Lacen).

De acordo com o balanço do Ministério da Saúde, desde o início da pandemia foram solicitados 752,4 mil exames. Destes, 620,4 mil foram requeridos para covid-19 e 131.9 mil para outros vírus respiratórios. Dos testes para covid-19, 556 mil foram analisados; 32,3 mil estão em trânsito (amostra foi coletada mas não chegou ao laboratório) e 31,9 mil em análise.

Os exames analisados por laboratórios privados somam 529,7 mil até o momento. Considerando esta modalidade, o total de testes analisados para covid-19 somando laboratórios públicos e privados chega a 1,08 milhão. Comparado com o contingente populacional, o Brasil está com uma média de 8,7 mil testes por milhão de habitantes.

A média geral é de 36,3 mil exames por semana. A média nas últimas semanas foi de 58,5 mil por semana. A média de resultados positivos vêm se mantendo em 29%, enquanto os negativos vêm ficando em 70,5%, com 0,5% com resultados inconsistentes.

Em relação ao tempo de análise, 74,1% foram processados em até cinco dias, sendo 50,2% em até dois dias e 23,9% entre três e cinco dias. Já os testes rápidos (sorológicos) tiveram 748,9 mil kits aplicados até o momento.

Centros de atendimento

A equipe do Ministério da Saúde anunciou hoje (4) o investimento em dois tipos de estrutura para atendimento a pessoas no contexto da pandemia: os centros de atendimento e os centros comunitários. Para abrir um espaço destes, as prefeituras deverão fazer a solicitação ao ministério. 

Os centros de atendimento poderão ser implantados em quaisquer cidades, utilizando estabelecimentos de saúde, como postos, policlínicas ou centros especializados. O funcionamento deverá ser por pelo menos 40h, tendo equipes formadas por médicos, enfermeiros e técnicos e auxiliares de enfermagem.

Os centros comunitários podem ser instalados em 196 cidades com favelas ou comunidades, conforme o censo de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). As orientações e regras para locais, horários de funcionamento e força de trabalho necessária são as mesmas. A secretária substituta de Atenção Primária, Daniela Ribeiro, observou que será possível também utilizar outros espaços.

“Esta estratégia vai possibilitar aos gestores que têm área crítica e não tem cobertura de unidade de saúde e nem equipe de saúde da família a utilização de qualquer equipamento social na área, sendo adaptado para permitir às pessoas o atendimento”, disse.

De acordo com os representantes do Ministério da Saúde, o intuito é que esses centros reforcem o atendimento para pessoas com sintomas leves da covid-19, como febre, tosse, dor de garganta e dor no corpo.

O investimento prometido para a iniciativa é de R$ 1,2 bilhão. O financiamento por unidade pode variar entre R$ 60 mil e R$ 100 mil mensais. Será ofertado um pagamento de R$ 5 por pessoa em comunidades e favelas com informação cadastral atualizada em equipes de saúde da família ou atenção primária.

Veja a entrevista na íntegra

UFMG e Fiocruz desenvolvem teste mais preciso e barato para o novo coronavírus

O CT Vacinas, núcleo formado por pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), desenvolveu um teste para diagnosticar a covid-19, que diminui as chances de o resultado ser de falso negativo ou falso positivo. Trata-se de um teste Elisa, nome que deriva da abreviação de “ensaio de imunoabsorção enzimática” (em inglês, enzyme-linked immunosorbent assay), em referência à técnica usada. Pelo mundo, o método consolidou-se, há anos, como ferramenta de detecção do HIV.

Além de rápido, o teste concebido pelo CT Vacinas tem a vantagem de ser mais barato que outra opção existente, o RT-PCR (do inglês reverse-transcriptase polymerase chain reaction), cujo custo varia de R$ 280 a R$ 470 na capital paulista, conforme apurou a Agência Brasil, após contatar três redes de laboratórios.

SP está fazendo 8 mil testes para diagnóstico de coronavírus por dia

O estado de São Paulo faz, a cada dia, oito mil testes para diagnóstico do novo coronavírus, seja por RT-PCR, que identifica o material genético do vírus, seja pelo teste rápido, que identifica a presença de anticorpos do vírus no sangue. Em abril eram feitos mil exames por dia. A informação foi dada hoje (4) pelo diretor do Instituto Butantan e membro do Centro de Contingência do Coronavírus em São Paulo, Dimas Covas. Em todo o estado, mais de 8,5 mil pessoas morreram em decorrência da covid-19, doença causada pelo novo coronavírus.

*Título e texto alterados às 20h47 para atualização de informações e explicação de dados. 

Edição: Liliane Farias

Fonte: EBC Saúde

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