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MPE doa drones à Delegacia de Trânsito de Cuiabá para serem usados em blitz

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O Mistério Público do Estado de Mato Grosso repassou dois Drones à Politec e Delegacia de Trânsito de Cuiabá para utilização em perícias e ações de prevenção e repressão aos crimes cometidos no trânsito. A aquisição dos equipamentos foi viabilizada pela 12ª Promotoria de Justiça Criminal com aval do juiz João Bosco Soares da Silva, titular da 10ª Vara Criminal.

O promotor de Justiça Marcos Regenold Fernandes explica que os recursos utilizados para a compra dos Drones foram obtidos em acordos judiciais formulados com réus para a suspensão de processos que tramitam na 10ª Vara Criminal. A medida somente é possível em alguns casos, entre eles, embriaguez ao volante e lesão corporal.

Segundo o promotor de Justiça, o Drone entregue à Politec será utilizado para obtenção de imagens aéreas do local do sinistro para confecção de laudos periciais. O equipamento possibilitará a coleta de um maior número de dados do ambiente. Já o Drone que foi encaminhado à Delegacia de Trânsito (Deletran) da Capital será utilizado nas ações de prevenção e repressão aos delitos de trânsito.

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“Entre outras finalidades, o Drone poderá ser utilizado em abordagens de trânsito na MT-251 (Cuiabá-Chapada), onde se registram engarrafamentos quilométricos, de forma a propiciar aos policiais uma visão panorâmica do tamanho do congestionamento e, de consequência, haver maior liberação da pista, melhorando a situação de espera dos condutores e passageiros”, ressaltou o promotor de Justiça.

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Fogo já consumiu 51 mil hectares de área de proteção ambiental de Chapada e do Lago de Manso

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Na sexta-feira, os bombeiros controlaram incêndio no Lago de Manso, mas devido ao tempo seco, continuam em alerta

O incêndio na região do Lago do Manso foi controlado nesta sexta-feira (20). A região registra focos de incêndio desde o dia 5 de setembro, originários da Área de Proteção Ambiental de Chapada dos Guimarães. A área queimada soma aproximadamente 51.100 hectares na região de Chapada e do Manso. No decorrer deste mês houve momentos em que incêndios nesta região atingiram proporções de grande magnitude.

Em Chapada dos Guimarães estão sendo realizados pequenos combates locais e monitoramento. Ainda não foram estimados os danos materiais, ambientais e humanos destas ocorrências.

No Parque Estadual da Serra Ricardo Franco não há focos de calor registrados, porém existem focos em torno do parque, na região de fazendas. O parque Estadual das Cabeceiras do Rio Cuiabá também não registra fogo neste momento. No parque do Araguaia existem vários focos de incêndio em andamento com equipes em combate (Corpo de Bombeiros Militar e Brigadas da Aliança da Terra).

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Mato Grosso decretou estado de emergência em 10 de setembro, devido as altas temperaturas e baixa umidade do ar, previstas para continuar até o começo de outubro.

As seguintes Unidades de Conservação estão no momento com registro de focos de calor:

– Refúgio de Vida Silvestre Quelônios do Araguaia
– Área de Proteção Ambiental dos Meandros do Rio Araguaia
– Parque Estadual Serra de Santa Bárbara
– Reserva Extrativista Guariba Roosevelt
– Parque Nacional do Juruena

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Presos relatam problemas de saúde, má qualidade da água e superlotação na maior penitenciária de MT

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Defensoria Pública está revisando processos de dezenas de detentos da PCE

Problemas de saúde decorrentes de hérnias, úlceras, dores de dentes e os mais variados foram relatados pelos presos da Penitenciária Central do Estado (PCE) aos primeiros sete defensores públicos que estiveram no local e integram a força-tarefa que revisa processos, faz correções e ouve os presos, em regime especial de trabalho, de segunda-feira (16) até o dia quatro de outubro.

Os profissionais afirmam que o primeiro dia de atendimento na PCE foi tranquilo, tanto por parte da administração do local que possibilitou o trabalho, como pela recepção que tiveram dos detentos. “Eles ficaram muito contentes com a nossa presença, pois além de informá-los sobre o que acontece com eles do ponto de vista penal, entregamos a todos um documento com o número de processo ou processos que respondem, o total de anos que estão condenados, quanto precisam cumprir para ter progressão de regime e também ouvimos os seus problemas”, informou o defensor público que atua na comarca de Primavera do Leste, Nelson Souza Júnior.

O defensor público que atua em Campo Novo dos Parecis, Paulo Grama, conta que dos 13 que atendeu, todos relataram vontade de trabalhar e reclamaram que desde o ano passado essa possibilidade foi suspensa. “Eles afirmam que querem e precisam trabalhar. E dos que ouvi, um afirma que tem uma hérnia inguinal e que em decorrência desse problema sente muitas dores, outro disse que precisa de dentista, também sente dores e um terceiro, disse que é epilético e que está sem acompanhamento médico e medicamentos”.

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As hérnias inguinais ocorrem na região da virilha, quando há protrusão de conteúdo da cavidade abdominal, normalmente parte do intestino, pelo canal inguinal. Além dos problemas de saúde, os presos também reclamaram da falta de ventilação nas celas, da qualidade da água que consomem e da superlotação.

As celas dos chamados “cubículos” tem tamanho de três metros por seis e nelas ficam trancados de 35 a 40 presos. Todas essas informações, além das relacionadas aos processos analisados e as providências tomadas por cada defensor público, constarão de um relatório individual que será entregue à segunda defensora pública-geral, Gisele Berna, que coordena o mutirão carcerário. A partir delas, providências serão tomadas para buscar soluções para os problemas.

Os defensores afirmam que em relação aos processos analisados, até o momento, foram encontrados erros de cálculo para contagem da pena, observados casos em que presos já têm requisitos técnicos legais para progressão de regime, porém, nenhum caso absurdo de violação de lei. Os processos de presos provisórios começaram a ser analisados na quinta-feira (19) à tarde. E que em relação aos problemas internos da PCE, tudo que for identificado como irregular será apresentado e negociado com os gestores do sistema.

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“Para nós o mais importante é fazer o atendimento, que deveria ser algo comum, mas está acontecendo em regime especial, numa situação de exceção, por falta de defensores, pois apenas três colegas são responsáveis por ao menos 1,9 mil presos. E no interior não é diferente, cito o caso de Rondonópolis, onde está o presídio da Mata Grande, com mais de 1,5 mil presos e lá um defensor terá essa atribuição”, afirma a defensora pública Giovanna Santos.

A coordenadora do mutirão, Gisele Berna, afirma que o modelo de atendimento em regime especial está sendo adotado pela primeira vez em Mato Grosso, tendo como modelo a metodologia adotada no projeto “Defensoria Sem Fronteiras”, e, caso os resultados sejam positivos, a Administração Superior estudará a possibilidade de fazer o mesmo em comarcas do interior.

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