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Motorista é jogada de ponte e se finge de morta para fugir de ladrões

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Marcia Angola foi espancada e teve que se fingir de morta para fugir de bandidos
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Marcia Angola foi espancada e teve que se fingir de morta para fugir de bandidos


A motorista de aplicativo Marcia Angola, 40 anos, teve que se fingir de morta após ser brutalmente agredida por assaltantes no último sábado (24), em Tangará da Serra, no Mato Grosso. Quatro homens se passaram por clientes e durante a corrida espancaram a vítima, que chegou a ser jogada de uma ponte.

Ao G1, Marcia contou como tudo aconteceu. “Eles me chamaram por aplicativo e paramos em uma esquina onde disseram que buscariam uma pessoa. Mas essa pessoa não existe e anunciaram o assalto”, iniciou a motorista.

Nesse momento, Marcia foi jogada para o banco de trás e ameaçada pelos ladrões, que queriam o carro e dinheiro dela. Enquanto os assaltante aceleravam o veículo, a vítima teve o rosto coberto.

“Em determinado momento eu puxei a venda e acho que foi isso que os irritou. Começaram a me bater, me deram murros e diziam que iam me enforcar e matar. A saída que eu tive era me fingir de morta”, explicou.

“Ele viu que eu estava viva e os outros disseram: ‘vamos matar, aperta o pescoço dela’. Em momento nenhum disseram o motivo [das agressões]. Em certo momento riram da minha cara inchada e machucada”, disse ao G1.

Foi quando Marcia, que não sabe nadar, foi jogada de cima da ponte do Rio Sepotuba. “Quando eu caí, só lembro que pedi a Deus para que eu caísse na água, porque se caísse na terra eu tinha morrido. Eu afundei quando voltei a superfície eu vi que eles estavam olhando. Eu continuei quieta e afundei de novo, deixei a água me levar rio abaixo, fui tentando me equilibrar, meio que boiando pois não sabia nadar e não podia ir para o fundo”, finalizou a vítima.

Marcia conseguiu sair da água e pedir socorro aos moradores de um sítio após notar que os bandidos tinham ido embora. Os suspeitos fugiram no veículo, mas foram encontrados na cidade. Depois, eles abandonaram o carro e um deles foi preso.

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Mulher que teve 90% do corpo queimado ao cozinhar com álcool morre em SP

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Geisa Sfanini. de 32 anos, e o filho Lucas Gabriel
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Geisa Sfanini. de 32 anos, e o filho Lucas Gabriel

Morreu nesta segunda-feira (27), Geisa Sfanini, de 32 anos. Ela teve 90% do corpo queimado quando tentava cozinhar utilizando álcool de combustível, no dia 2 de setembro, em Osasco, na grande São Paulo. As informações são do G1 .

Geisa estava internada na Unidade de Tratamento de Queimados do Hospital Geral de Vila Penteado, na Zona Norte de São Paulo. O filho, de 8 meses, também se queimou 18% do corpo, mas passa bem.

A morte foi confirmada pela vizinha Mônica Teixeira de Oliveira, de 34 anos. Ela explicou que Geisa passava por dificuldades financeiras e não tinha dinheiro para comprar gás de cozinha. 

Geisa Stefanini e o filho Lucas Gabriel viviam em um quarto e cozinha pago pela Prefeitura de Osasco, através de um programa de bolsa aluguel. Ela estava desempregada e sustentava a casa com cerca de R$ 375 que recebia do Programa Bolsa Família, além de bicos como vendedora de perfume.

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Da Cunha volta a publicar vídeo de operação na Cracolândia após ser indiciado

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 Delegado Da Cunha, indiciado por peculato
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Delegado Da Cunha, indiciado por peculato

O delegado Carlos Alberto da Cunha, de 43 anos, conhecido como “Da Cunha” , voltou a publicar nas redes sociais vídeos de uma operação policial na Cracolândia, em São Paulo, que, segundo ele, teria acontecido na última sexta-feira. As cenas, aparentemente filmadas pelo próprio delegado e divulgadas em seu perfil do Instagram neste domingo, mostram a Polícia Civil tentando dispersar centenas de usuários de crack da região. Da Cunha foi indiciado pela Corregedoria da Polícia Civil de São Paulo na quinta-feira (24) sob a suspeita de peculato.

No vídeo de pouco mais de um minuto, o delegado youtuber pede a atenção do governador e prefeito da capital paulista e fala que os usuários de crack “precisam de vagas e pessoas do lado incentivando a internação”. Ele complementa afirmando que “os traficantes precisam ser presos”.

Por volta de 30 segundos do vídeo, é possível ouvir a voz de outro homem comentando com Da Cunha sobre ter pessoas “muito bem vestidas” no local. “Tem o usuário habitual e o usuário viciado, tem gente de tudo quanto é tipo”, diz. Em seguida, faz uma afirmação: “a gente vai é levar tiro se ficar aqui”. No vídeo, o rosto do homem, não identificado, aparece ao lado de Da Cunha.

O delegado youtuber usou o post para parabenizar a ação dos agentes civis e militares, e convidar o público a conferir o seu novo vídeo no YouTube, no qual ele conversa com algumas pessoas em situação de rua da Cracolândia e mostra o movimento do bairro durante a noite. Ainda na publicação, o policial prometeu uma “live” para esclarecer a “perseguição” que vem sofrendo da imprensa. Até o início desta tarde, o conteúdo já tinha mais de 200 mil visualizações no Instagram e cerca de 166 mil no YouTube.

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