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Motorista de Bolsonaro está internado com problemas respiratórios

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Isac Nóbrega/PR

Presidente Jair Bolsonaro nega que tenha contraído o novo coronavírus e afirma que testes não deram positivo.

Um dos motoristas do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) deu entrada em um hospital de Brasília com problemas respiratórios. O quadro levanta suspeitas sobre a contaminação do Covid-19, o novo coronavírus que já atingiu mais de 20 pessoas da equipe do presidente e contaminou cerca de 1890 pessoas no Brasil. 

Leia também: Coronavírus: Primeiro-ministro da Índia impõe confinamento total por 21 dias

A informação foi divulgada no blog de Vicente Nunes, do jornal Correio Braziliense. O jornalista afirma que o estado fontes asseguram que o estado de saúde do motorista é estável e que ele não tem febre , mas apresenta dificuldade para respirar . O funcionário foi submetido ao teste do Covid-19 e aguarda o resultado. 

Outro motorista do presidente Jair Bolsonaro foi submetido ao teste, tendo o primeiro exame positivo e contraprova negativa para o coronavírus. O presidente Bolsonaro também diz que os exames ao qual foi submetido deram negativo. Ao todo, 23 pessoas que participaram da comitiva de Bolsonaro aos Estados Unidos no início de março testaram positivo para o Covid-19.

Confira a lista dos integrantes da comitiva de Bolsonaro que viajaram ao lado do presidente aos Estados Unidos e testaram positivo para o novo coronavírus .

  • Fabio Wajngarten, secretário de Comunicação da Presidência da República
  • Nelsinho Trad, senador pelo PTB-MS
  • Nestor Forster, embaixador e encarregado de negócios do Brasil nos EUA
  • Karina Kufa, advogada e tesoureira do Aliança pelo Brasil
  • Sérgio Lima, publicitário e marqueteiro do Aliança pelo Brasil
  • Samy Liberman, secretário-adjunto de comunicação da Presidência
  • Alan Coelho de Séllos, chefe do cerimonial do Itamaraty
  • Quatro integrantes não identificados da equipe de apoio do voo presidencial aos EUA
  • Robson Andrade, presidente da Confederação Nacional da Indústria
  • Marcos Troyjo, secretário especial de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais do Ministério da Economia
  • Flávio Roscoe, presidente da Federação das Indústria do Estado de Minas Gerais
  • Daniel Freitas, deputado federal (PSL-SC)
  • Augusto Heleno, ministro-chefe do GSI
  • Bento Albuquerque, ministro de Minas e Energia
  • Sérgio Segovia, presidente da Apex
  • Filipe Martins, assessor internacional da Presidência
  • Major Cid, chefe da ajudância de ordens
  • Coronel Suarez, diretor do Departamento de Segurança Presidencial
  • Carlos França, chefe do Cerimonial
  • Marcelo Thomé, presidente da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia
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Caso Lázaro: Ainda não é possível ligar serial killer a organização criminosa

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Lázaro Barbosa foi morto pela polícia após passar mais de 10 dias foragido
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Lázaro Barbosa foi morto pela polícia após passar mais de 10 dias foragido

A Polícia Civil de Goiás finalizou 13 inquéritos que tinham como objetivo investigar quais crimes tinham o envolvimento de Lázaro Barbosa , mas não conseguiu comprovar a existência de uma organização criminosa ligada ao serial killer. As informações são do portal G1.

Havia a crença de que empresários e políticos poderiam ter envolvimento com as mortes causadas por Lázaro, porém, até o momento, não foi o que as investigações mostraram.

É o que explica o delegado Cléber Martins: “Organização criminosa não está claramente evidenciada neste momento, nos procedimentos concluídos, porém novos levantamentos seguem e, tendo elementos de justa causa nesse sentido, novos procedimentos poderão ser instaurados para responsabilização”.


Dos inquiéritos que foram concluídos pela polícia, dez deles tiveram pedidos de arquivamento por considerar que Lázaro agiu sozinho. Um fazendeiro, a ex-mulher de Lázaro, a mãe da ex-esposa e a viúva do foragido responderão na Justiça por ajudar o serial killer em suas fugas.

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RJ: Milicianos filmavam e divulgavam cenas de violência sexual em Jacarepaguá

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Grupo apelidado de
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Grupo apelidado de “Bonde do Magrinho” tem como líder o policial militar Eduardo Maia Rodrigues Silva

Além de praticar extorsões e de cobrar taxas de segurança, homens de uma milícia que age na Taquara, em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio , são suspeitos de crimes de tortura e estupro. De acordo com o Ministério Público do Rio de Janeiro, que denunciou três integrantes do bando, cenas da violência sexual foram gravadas e divulgadas pelos milicianos para intimidar suas vítimas.

De acordo com promotores do Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (GAECO), os paramilitares são liderados pelo PM Eduardo Maia Rodrigues Silva. O grupo é apelidado de “Bonde do Magrinho”.

O PM foi preso no dia 21. Ele e outros dois homens foram denunciados pelos promotores por crimes de extorsão, tortura, adulteração de sinal identificador de veículo automotor, estupro e divulgação de cena de estupro.

Segundo as investigações da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco), as cenas de violência sexual eram gravadas pelos próprios milicianos e divulgadas para impor medo e respeito aos moradores da Taquara.

De acordo com a polícia, a série de crimes ocorreu por pelo menos um ano. O caso foi denunciado por um morador que enviou fotos e vídeos dos atos de violência para agentes da Draco. Além do PM, a 1ª Vara Criminal Especializada da Capital decretou as prisões e sequestro de bens de Cristiano Jorge Braga Sanches e Phillip Henrique Leal Bastos. Cristiano foi preso dia 21.


Já Philip é considerado foragido. De acordo com o Ministério Público, outras pessoas suspeitas de integrar o bando também estão sendo investigadas pela Draco.

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