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Internacional

Motociclistas venezuelanos protestam pela falta de gasolina

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Milhares de motociclistas venezuelanos protestaram pela falta de gasolina, nessa terça-feira (14), uma situação cada vez mais frequente no interior do país e, nas últimas semanas, também na capital.

O protesto ocorreu em Valência, a cerca de 170 quilômetros a oeste de Caracas. Os motociclistas bloquearem a circulação de veículos, entre eles um caminhão que transportava alimentos.

Testemunhas contaram que muitos motociclistas não usavam máscaras de proteção, exigida pelas autoridades venezuelanas no âmbito das medidas de prevenção da covid-19, em vigor desde 13 de março no país.

Nas redes sociais, internautas exigiram mais atenção das autoridades à falta de combustível no país queixaram-se de que os postos atendem apenas a uma quantidade reduzida de motociclistas por dia, vendendo apenas quatro litros por pessoa.

Na Venezuela são cada vez mais frequentes as queixas da população sobre a falta de combustível.

Em algumas regiões, as pessoas passam entre dez e 14 horas em filas nos postos que têm combustível, muitas vezes sem conseguir abastecer.

Os agricultores de várias regiões do país também se queixam de que estão perdendo as colheitas por não conseguir combustível para distribuir legumes e frutas nas grandes cidades

*Emissora pública de televisão de Portugal

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Internacional

Clima deve dominar cúpula do G20 antes de conferência da ONU

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Se for para as conversas climáticas de novembro em Glasgow, na Escócia, terem sucesso, os primeiros sinais de progresso podem surgir neste final de semana, quando líderes das 20 maiores economias do mundo realizam sua primeira reunião presencial em dois anos.

Há obstáculos pelo caminho. O G20 está dividido em questões como a eliminação gradual do carvão e a limitação do aquecimento global a 1,5 grau Celsius, o que dá aos diplomatas pouco tempo para acertar um acordo antes do encontro sobre o clima, nos dias 30 e 31 de outubro.

Muitos dos líderes que irão a Roma, incluindo o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, voarão em seguida para a Escócia, para a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas de 2021 (COP26), que é considerada vital para se enfrentar a ameaça da elevação das temperaturas.

A COP26 envolve quase 200 países, mas o G20, que inclui Brasil, China, Índia, Alemanha e Estados Unidos, é a força dominante, respondendo por mais de 80% do Produto Interno Bruto (PIB) mundial, 60% de sua população e cerca de 80% das emissões globais de gases de efeito estufa.

“Acabou o tempo das gentilezas diplomáticas. Se os governos, especialmente os do G20, não se pronunciarem e liderarem esse esforço, estamos a caminho de um sofrimento humano terrível”, disse o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, na semana passada.

Contrariando as esperanças de uma reação robusta do G20, as expectativas de Biden, de seguir para a Europa com um acordo doméstico forte a respeito da política do clima, diminuem muito por causa de divisões políticas a respeito de um pacote de gastos mais abrangente.

Para aumentar a decepção da anfitriã Itália, os líderes da China, do Japão, México, da Rússia e Arábia Saudita decidiram não comparecer à reunião, que será realizada em um subúrbio de Roma chamado EUR, construído pelo ditador fascista Benito Mussolini.

Segundo relatos, o presidente chinês, Xi Jinping, e o presidente russo, Vladimir Putin, teriam desistido por causa de temores relativos à pandemia de Ccvid-19, mas devem acompanhar os debates por videoconferência, disseram diplomatas.

A covid-19 transformou a cúpula do G20 no ano passado em evento virtual, e suas consequências ainda presentes terão destaque nas conversas em Roma, nas quais a Itália está determinada a fazer as grandes economias coordenarem a recuperação global.

*Reportagem adicional de Angelo Amante, Gavin Jones e Michel Rose 

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Internacional

Escola dos EUA será investigada após alunas fazerem lap dance em professores

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Alunos fazem lapdance em professores em escola nos Estados Unidos
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Alunos fazem lapdance em professores em escola nos Estados Unidos

Uma escola do estado de Kentucky, nos Estados Unidos, está sendo investigada após um usuário das redes sociais compartilhar fotos em que alunas fazem lap dance (dança erótica performada no colo de uma pessoa sentada) em professores e no diretor da Hazard High School.

“O incidente está sob investigação e, como é em qualquer investigação, eu realmente não posso falar sobre o caso”, disse a superintendente de escolas, Susan Combs, ao tablóide Daily Mail.

“Assim que a investigação for concluída, as ações apropriadas serão tomadas”, complementou.

Aster Sizemore, membro do Hazard Independent School Board, disse que esteve na escola na terça-feira, mas não no evento onde a atividade questionável ocorreu.

“Normalmente, o diretor, Happy Mobelini, é muito rígido, então isso me surpreende”, disse. “Quando uma criança vem para a escola com um vestido curto, ele manda ela ir para casa se trocar”, relatou.

Fonte: IG Mundo

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