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Mortes por Covid-19 no Brasil vão dobrar até janeiro, diz Conass

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Carlos Lula%2C secretário de Saúde do Maranhão
Karlos Geromy/Governo do Maranhão

Carlos Lula, secretário de Saúde do Maranhão

As mortes pela Covid-19 , doença causada pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2), podem chegar a 150 mil até o final do ano e atingir o dobro da quantidade de hoje em janeiro do ano que vem. A informação é do secretário de Saúde do Maranhão Carlos Lula, que também é presidene do Conselho Nacional dos Secretários de Saúde (Conass).

O secretário também falou sobre a falta de equipamentos para intubar pacientes com Covid-19 em estado grave nos estados e alertou para o aumento das taxas de contágio e mortalidade nas regiões Sul e Centro-Oeste do País. A entrevista foi para a Agência Efe .

Para o líder do Conass, o general Eduardo Pazuello, que comanda interinamente o Ministério da Saúde, não deve sair da chefia da pasta. O motivo seria o bom diálogo que ele tem com o conselho. Na visão do secretário, uma saída não seria positiva nesse momento.

“Já houve grandes ministros da Saúde que não eram da área, como (o economista de formação e atual senador) José Serra. O importante é quem cerca o ministro. Neste caso, seria muito melhor que esses cargos de confiança sejam da saúde pública”, disse o secretário ao comentar o fato de Pazuello ser um militar.

Carlos Lula assumiu a presidência do Conass depois da renúncia de Alberto Beltrame , que era secretário de Saúde do Pará. Ele deixou o cargo em meio a acusações de irregularidades na compra de respiradores no estado.

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Funcionários de hospital usam filtro de ‘jacaré’ após vacinação; veja as imagens

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Funcionários de hospital usam filtro de 'jacaré' após vacinação; veja a imagem
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Funcionários de hospital usam filtro de ‘jacaré’ após vacinação; veja a imagem

Funcionários da área da saúde que trabalham na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Várzea Paulista, no interior de São Paulo, foram advertidos pela prefeitura da cidade depois de postarem fotos em suas redes sociais com um filtro de ‘jacaré’, em alusão às notícias falsas sobre a vacina transformar as pessoas no animal. O caso aconteceu no último sábado (23).

Na última semana, eles foram vacinados contra a Covid-19 e, após receberem a primeira dose da vacina CoronaVac, postaram as fotos em tom de brincadeira. A Prefeitura de Várzea Paulista não informou o número de funcionários que foram advertidos.

Após a repercussão negativa do caso, a prefeitura publicou em seu site oficial um parecer explicando o caso.

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“Alguns funcionários da UPA que trabalham no enfrentamento ao coronavírus foram vacinados nessa semana e após isso, publicaram em suas redes sociais particulares fotos de uma brincadeira que vem sendo feita em vários lugares do país. Os funcionários foram advertidos pela diretoria do ISSRV (Instituto Social Saúde Resgate à Vida), se desculparam e retiraram as postagens. A Unidade Gestora de Saúde reiterou que essas brincadeiras são desaconselhadas e aprovou a advertência dada aos trabalhadores”, diz um trecho do texto.

Após a advertência, todos os funcionários se desculparam e apagaram as postagens de suas redes sociais.

A brincadeira, que está sendo feita na internet, remete à declaração dada pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido), em dezembro de 2020,  que insinuou que vacinas contra a covid poderiam transformar brasileiros em jacarés.

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Operação da PF combate desmatamento ilegal na Floresta Amazônica

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Agência Brasil

Operação Okê Arô
Polícia Federal

Operação Okê Arô

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta quarta-feira (27), uma operação para combater o desmatamento ilegal de floresta amazônica . Policiais cumprem três mandados de busca e apreensão, expedidos pela 1ª Vara da Justiça Federal em Roraima, em Rorainópolis (RR).

Os mandados foram expedidos após manifestação favorável do Ministério Público Federal . Também foi solicitado o sequestro de R$ 80, 2 mil, em bens e valores. O inquérito policial, instaurado em 2017, indica que o dono de uma madeireira teria sido responsável pelo desmatamento em uma área de quase 5 mil hectares.

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A perícia da Polícia Federal calculou a exploração de mais de 215 mil metros cúbicos (m³) de madeira, o suficiente para carregar mais de 7 mil caminhões. O valor das toras extraídas ilegalmente totaliza mais de R$ 80 milhões.As investigações identificaram diversas fraudes na documentação para regularizar a retirada das árvores.

A PF realizou 15 abordagens a carregamentos da madeireira investigada, das quais 14 apresentavam fraudes na documentação. A mais comum das fraudes consistia em adquirir permissão para transporte de madeiras “legais”, de baixo valor econômico, mas de fato transportar madeiras nobres e proibidas, como a massaranduba.

Os dois principais suspeitos de comandarem o desmatamento são investigados pelos crimes de desmatamento ilegal, furto, falsidade ideológica e lavagem de bens e capitais, cujas penas podem ultrapassar 23 anos de prisão, além de multa. A operação foi batizada de Okê Arô , que é uma saudação a Oxóssi, orixá caçador que se manifesta na fauna e na flora.

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