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Saúde

Mortes por covid-19 chegam ao menor nível desde maio, diz Fiocruz

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O Brasil registrou 461,14 mortes diárias por covid-19, de acordo com a média móvel de sete dias. Segundo os dados da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), esse é o menor patamar de óbitos diários desde 6 de maio, quando ocorreu uma média de 437,57 mortes pela doença.

Os dados divulgados ontem (24) também mostram que houve quedas de 6,5% no número de mortes em relação à média móvel de sete dias registrada uma semana antes (493,43) e de 33,4% na comparação com os óbitos de um mês antes (692,43).

O pico de mortes por covid-19 no país (1.094,14) foi atingido no dia 25 de julho.

Casos

A média móvel de sete dias de novos casos ficou em 22.483,14 ontem (24). Nesse tipo de análise, no entanto, houve alta de 11% em relação aos casos da semana anterior. Na comparação com o mês anterior, foi observada uma queda de 22,1%.

O pico de casos diários (47.514,57) foi registrado em 28 de julho.

Estados

Doze unidades da federação tiveram queda na média de mortes em relação à semana anterior. Entre os maiores recuos estão Rondônia (-47,9%), Ceará (-44,6%) e Distrito Federal (-33,8%). Dez estados tiveram aumento na média de óbitos, com destaque para locais como Pará (95,4%), Amapá (66,3%) e Acre (40,8%).

Os estados com maior média de mortes ontem foram São Paulo (104,86), Rio de Janeiro (65,14) e Minas Gerais (46,71). Santa Catarina manteve o número de mortes entre uma semana e outra. Roraima, Tocantis e Mato Grosso do Sul não tiveram seus dados divulgados.

Edição: Maria Claudia

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Hemocentros se unem em campanha no Dia Nacional do Doador de Sangue

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No Dia Nacional do Doador de Sangue, comemorado nesta quarta-feira (25), o hemocentro do Distrito Federal e de 14 estados brasileiros –  Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Santa Catarina e São Paulo – se uniram na campanha “Somos todos do mesmo sangue”. A ação inédita vai até o dia 28 e pretende ressaltar a importância desse gesto, especialmente durante a pandemia de covid-19, já que houve queda de até 50% no número de doações em algumas regiões do Brasil.

“Ver os hemocentros unidos em celebração a um dia tão especial tem um significado muito importante. Só é possível garantir a continuidade das coletas de sangue durante a pandemia com uma grande corrente de solidariedade. Só é possível salvar vidas juntos” , destacou o diretor geral do Hemorio, Luiz Amorim.

Cada hemocentro vai desenvolver ações locais para agradecer e incentivar os doadores de sangue.  Em Brasília serão homenageados doadores, multiplicadores e entidades que se destacaram neste ano por desenvolverem ações de incentivo à doação voluntária de sangue, como o simples gesto de doar regularmente e a organização de grupos de doadores. “É muito significativo o esforço nacional coletivo para agradecer o doador pelo gesto tão valioso – e expressado com mais intensidade durante a pandemia. A esperança tem chegado aos pacientes que precisam de transfusão”, pontua a diretora-presidente da Fundação Hemocentro de Brasília, Bárbara Simões.

Números

Segundo o Ministério da Saúde, 1,8% da população doa sangue de forma regular. A estatística fica um pouco abaixo dos 2% ideais definidos pela Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) e bem atrás dos 5% registrados em países da Europa. As doações constantes são essenciais para os estoques de plaquetas, que ajudam no controle de sangramentos e são usadas em tratamentos contra o câncer, por exemplo.

Segurança

A quantidade de sangue retirada não afeta a saúde do doador, pois a recuperação ocorre imediatamente após a doação. Uma pessoa adulta tem em média cinco litros de sangue e em uma doação são coletados, no máximo, 450 ml de sangue.

Ao se candidatar a doar é preciso passar por uma entrevista que tem o objetivo de dar maior segurança para o doador e para os pacientes que receberão o sangue, sendo de extrema importância responder as perguntas com sinceridade.

Todo sangue doado é separado em diferentes componentes (hemácias, plaquetas e plasma) e assim um único doador pode beneficiar mais de um paciente. Os componentes são distribuídos para os hospitais para atender aos casos de emergência e aos pacientes internados.

Quem pode doar?

Podem doar sangue as pessoas que tiverem idade entre 16 e 69 anos, sendo que a primeira doação deve ser feita, obrigatoriamente, até os 60 anos. Menores de 18 anos só podem doar com a autorização dos responsáveis legais. Todo doador deve apresentar um documento original com foto.

Se o voluntário tiver almoçado, o procedimento deve ser feito três horas depois. Se for um doador frequente, é preciso obedecer ao intervalo para a doação, que deve ser de dois em dois meses para homens, que podem doar no máximo quatro vezes por ano, e de três em três meses para mulheres, que podem doar no máximo três vezes por ano.

Condições básicas:

– ter entre 16 e 69 anos de idade (Menor de 18 anos deve apresentar o formulário de autorização e cópia do documento de identidade com foto do pai, mãe ou tutor/guardião);

– idosos devem ter realizado pelo menos uma doação de sangue antes dos 61 anos);

– pesar mais de 51 quilos e ter IMC maior ou igual a 18,5 (descontar o vestuário);

– há medicamentos que podem impedir a doação. Confira algumas restrições na lista de impedimentos;

– apresentar documento de identificação oficial com foto (original ou cópia autenticada em cartório), em bom estado de conservação e dentro do prazo de validade.

Documentos aceitos: carteira de identidade, carteira de trabalho, certificado de reservista, carteira nacional de habilitação, passaporte, carteira profissional emitida por classe ou carteira de doador. Não são aceitos crachás funcionais, carteiras estudantis nem certidão de nascimento;

– dormir pelo menos seis horas, com qualidade, na noite anterior à doação;

– não ingerir bebida alcoólica nas 12 horas anteriores à doação;

– não fumar duas horas antes da doação.

Doações na pandemia

Durante esse período, os atendimentos em todas as unidades estão acontecendo, preferencialmente, por meio de agendamento. A medida visa a reduzir a circulação de pessoas nos locais para evitar aglomerações e reduzir a possibilidade de transmissão do vírus.

São Paulo comemora o dia com Campanha “Vem doar”

No Banco de Sangue de São Paulo, os doadores de sangue que salvam vidas estão sendo homenageados ao longo do mês, com a Campanha “Vem doar”, com mensagens de agradecimento veiculadas nas redes sociais. E ainda, até o dia 30 de novembro, os doadores que praticarem esse ato solidário, serão presenteados com uma camiseta alusiva à data (ou até enquanto durarem os estoques).

A líder de captação do Banco de Sangue de São Paulo, Bibiana Alves, ressalta ainda a importância de ações de conscientização especialmente neste cenário de pandemia, em que os estoques de sangue oscilaram ao longo do ano com um déficit em torno de 35%. “Ainda estamos enfrentando um momento crítico, operando com os nossos estoques sanguíneos com uma baixa de 20%. Necessitamos de mais de 160 doações diárias, para atender com segurança a todos os pacientes dos hospitais conveniados que necessitam de transfusões e outros procedimentos”.

Serviço:

Banco de Sangue de São Paulo

Unidade Paraíso

Endereço: Rua Tomas Carvalhal, 711 – Paraíso

Atendimento: Segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, e Sábado, Domingos e feriados das 8h às 16h.

Estacionamento gratuito no Hotel Matsubara (Rua Tomas Carvalhal, 480)

Unidade Hospital Edmundo Vasconcelos

Endereço: Rua Borges Lagoa, 1450 – Vila Clementino

Atendimento: Segunda a sexta-feira, das 8h ao 12h

Estacionamento gratuito.

Edição: Valéria Aguiar

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Busca por testes de Covid-19 na rede privada volta a crescer em São Paulo

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PCR
Rovena Rosa/Agência Brasil

Testagem em São Paulo aumenta na rede privada, assim como diagnósticos positivos

De acordo com representates de laboratórios em São Paulo, a busca por testes da Covid-19 – o que pressupõe pessoas com suspeita da doença – aumentou até 30% na última quinzena. Além disso, o percentual de resultados positivos também apresentou uma alta perceptível. As informações foram divulgadas pelo G1.

O aumento nos números usa como comparação o mês de outubro. De acordo com a Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica (Abramed), não há relatos de escassez de insumos nos laboratórios e, apesar de altos, os índices ainda estão abaixo dos registros do primeiro semestre.

“Desde o final do 1º semestre o número de testes de Covid-19 foi caindo, de agosto pra final de outubro, e a partir do final de outubro e começo de novembro tem esse salto. Nos últimos 15 dias houve um aumento de 30%. E o aumento da taxa de positividade mostra que esses exames não são feitos apenas por curiosidade ou precaução: são pessoas que tiveram sintomas ou contato com algum caso confirmado”, disse a diretora ao portal G1.

Testagem diminui na rede pública

No caminho contrário aos laboratórios particulares, a testagem nas unidades púlicas de saúde do estado apresentam queda. Após 36 dias sem informações sobre o volume de testagem, a secretaria estadual de Saúde anunciou que houve uma queda de 3% entre julho e agosto, 22% entre agosto e setembro e mais 6% em outubro em relação a agosto.

Fonte: IG SAÚDE

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