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Mortes no Leblon: Nathalia Marques era psicóloga e deixa um filho de 8 anos

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Psicóloga tinha 30 anos e deixa filho de 8
Foto: Reprodução

Psicóloga tinha 30 anos e deixa filho de 8

A psicóloga Nathalia Guzzardi Marques, de 30 anos, que foi encontrada morta no box do banheiro de um apartamento no Leblon , deixa um filho de 8 anos. A família da jovem não tinha informações sobre ela desde as 16h de segunda-feira. O desaparecimento chegou a ser registrado na 41ª DP (Tanque) , e amigos compartilharam nas redes sociais publicações pedindo informações sobre o sumiço.

Familiares contam que na segunda-feira, depois de almoçar com a mãe, na Freguesia, Nathalia explicou que tinha um compromisso e pediu que a mãe buscasse o filho dela na escola. A mãe da jovem levou o neto para a casa da filha, no Pechincha. Como não conseguiu falar com a psicóloga, acabou dormindo no local com a criança.

No dia seguinte, a mãe de Nathalia ligou por volta de meio-dia para a clínica onde ela trabalhava e da qual era sócia, mas descobriu que a filha não tinha ido trabalhar e nem havia desmarcado os pacientes agendados. Foi quando a família decidiu registrar o desaparecimento na Polícia Civil.

Uma prima de Nathalia contou que parentes e amigos estão em choque.

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— A Nathalia era uma pessoa maravilhosa. Boa mãe, boa profissional. Linda por dentro, linda por fora. Só tenho memórias muito boas com ela. A gente está em choque. Todas as pessoas da nossa família, amigos… É até difícil ter palavras nesse momento. Ela vai fazer muita falta, muita falta mesmo — contou a prima, em entrevista ao “RJ1”.

A Polícia Civil informou à família de Nathalia que o GPS do carro dela indicava que ela passou pelo túnel Rebouças na tarde de segunda-feira. O veículo foi encontrado na Rua Adalberto Ferreira, a poucos metros do apartamento de Mateus, localizado na Rua Bartolomeu Mitre, onde foram encontrados os corpos.

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Ex-ministro de Ciência e Tecnologia Marco Antônio Raupp morre aos 83 anos

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Morre Marco Antônio Raupp, aos 83 anos, ex-ministro de Ciência e Tecnologia
Divulgação/Unifesp

Morre Marco Antônio Raupp, aos 83 anos, ex-ministro de Ciência e Tecnologia

O ex-ministro de Ciência e Tecnologia Marco Antônio Raupp morreu neste sábado, aos 83 anos. Ele ocupou o cargo por pouco mais de dois anos, entre janeiro de 2012 a março de 2014, no governo de Dilma Rousseff, do PT. Raupp, atualmente, era diretor-geral da Associação Parque Tecnológico de São José dos Campos (SP), função que ocupava há quase oito anos.

Raupp já foi diretor e pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Ele também presidiu a Agência Espacial Brasileira (AEB) e a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). Doutor em Matemática pela Universidade de Chicago, Raupp era livre-docente pela Universidade de São Paulo, onde foi professor associado no Instituto de Matemática e Estatística.

Ele dividiu sua vida profissional entre as atividades acadêmicas e a gestão de instituições de ciência e tecnologia, tornando-se defensor da integração entre a instituição de pesquisa e o setor produtivo.

Na AEB, levou seu conhecimento de tecnologia espacial e integrou ainda o Conselho Administrativo da Alcântara Cyclone Space (ACS).

Marco Antônio Raupp enfrentava nos últimos anos um tumor cerebral e morreu de insuficiência respiratória aguda, em decorrência do avanço da doença.

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Caso Lázaro Barbosa: Polícia Civil coloca sigilo de 5 anos sobre operação

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Caso Lázaro: Polícia Civil coloca sigilo de 5 anos sobre operação
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Caso Lázaro: Polícia Civil coloca sigilo de 5 anos sobre operação

A Polícia Civil de Goiás impôs sigilo de cinco anos aos dados da operação que culminou na morte do serial killer Lázaro Barbosa. Informações como os custos envolvidos e o efetivo deslocado para atuar nas buscas ao criminoso foram colocadas em caráter “reservado” por ora.

A restrição aos números da operação foi revelada em resposta a um pedido via Lei de Acesso à Informação (LAI) feito pelo jornal “Correio Braziliense”, endereçado às secretarias de Segurança Pública do Distrito Federal e de Goiás. A justificativa apresentada foi que a divulgação das informações neste momento colocaria em risco a instituição.

No pedido, foram questionados dados referentes ao valor investido na operação, o tamanho da área monitorada pelas autoridades nas buscas e os gastos com combustível por viaturas e helicópteros e informações. Também foram solicitadas informações sobre o efetivo de agentes deslocado para atuar no DF e arredores.

Segundo o documento citado pelo Correio, o delegado-geral adjunto Deusny Silva Filho argumentou que a divulgação das informações iria expor os equipamentos de que a instituição dispõe para investigação e operações policiais, a estratégia e os recursos usados, bem como projetos futuros.

“Outrossim, as informações não se restringem somente ao caso encerrado, mas fazem parte de toda a estrutura pertencente à Polícia Civil, usada em outras circunstâncias, e, também, a projetos que ainda nem foram implementados. A divulgação desses dados vulnerabiliza a instituição em sua função investigativa, pondo em risco a segurança e o sucesso de outras apurações”, diz o o texto.

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Lázaro Barbosa, de 32 anos, foi morto pela polícia no final de junho, após confronto com agentes que integravam a força-tarefa que tentava capturá-lo há 20 dias. Alvejado por quase 40 tiros, ele chegou a ser encaminhado para um hospital da região, mas não resistiu aos ferimentos.

Depois de sua morte, a polícia de Goiás começou a investigar a rede de apoio do matador de aluguel. As autoridades acreditam que o criminoso não agia sozinho. Segundo reportagem do Fantástico, da TV Globo, ele fazia parte de uma organização criminosa que reunia de fazendeiros a políticos da região.

“Nessa organização criminosa, a gente já levantou que pessoas importantes participam dela. Nós temos empresários, fazendeiros, políticos…”, disse a delegada Rafaela Azzi. Um dos suspeitos é o fazendeiro Elmi Caetano, que segundo as investigações teria escondido Lázaro em uma de suas propriedades.

Preso no decorrer das investigações, o fazendeiro foi solto na última semana, após a Justiça revogar sua prisão preventiva. Mesmo liberado, ele terá de usar tornozeleira eletrônica e se recolher à noite.

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