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Morre mãe que foi atropelada com filhos no Rio de Janeiro

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Reprodução

Bebê, de apenas um ano, acabou não resistindo aos ferimentos e morreu

Morreu na madrugada deste domingo (2) Maria Janaína dos Santos Lopes, mãe de Maria Luiza dos Santos, de 1 ano, que também morreu na última quarta-feira. Elas foram atropeladas há uma semana quando atravessavam a Estrada da Barra da Tijuca, no Itanhangá.

O motorista que atropelou sua família, Danilo Marques Santos, de 28 anos, não prestou socorro e estava alcoolizado, segundo o carona, Luiz Henrique Ferreira dos Santos, relatou no registro de ocorrência.

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Após ser perseguido e parado por motociclistas, Danilo foi preso e indiciado na 16ª DP (Barra da Tijuca) por lesão corporal culposa qualificada e homicídio culposo (quando não há intenção de matar), segundo a Polícia Civil. A corporação informou ainda que ele foi encaminhado para a audiência de custódia. A delegacia pediu à Justiça a prisão preventiva do motorista.

Maria Luiza morreu no Hospital municipal Lourenço Jorge, para onde foi socorrida. O enterro dela foi nesta-quarta feira, ao meio-dia, no Cemitério do Caju, na Zona Portuária. A mãe da bebê, Maria Janaína dos Santos Lopes, de 32 anos, está internada em estado grave no Hospital estadual Getúlio Vargas, na Penha, na Zona Norte, com traumatismo craniano.

Câmera mostra acidente

Uma câmera de um posto de gasolina perto do local do atropelamento mostra o momento em que um grupo de pessoas atravessa a Estrada da Barra da Tijuca, no trecho perto do acesso ao Morro do Banco. Logo em seguida é possível ver um carro de cor clara passando e atingindo mãe e filhos — o momento não está no vídeo por ser muito forte.

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Maria Janaína mora na favela da Rocinha, na Zona Sul, e estava indo buscar um celular que estava no conserto em Rio das Pedras, na Zona Oeste. No caminho, soube que o aparelho ainda não estava pronto e desembarcou do ônibus para voltar para casa. A família foi atropelada na faixa de pedestres, diante de um semáforo. Segundo a CET-Rio, a perícia policial vai detectar se o motorista avançou o sinal vermelho. A companhia afirma que, no momento do acidente, o sinal não estava piscante.

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Solução para Amazonas é “usar o oxigênio de forma sustentável”,  diz Pazuello

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Ministro da Saúde, Eduardo Pazuello,
Euzivaldo Queiroz/ Ministério da Saúde

Ministro da Saúde, Eduardo Pazuello,

Nesta terça-feira (26), o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello , anunciou  uma série de medidas de enfrentamento à pandemia de Covid-19 e disse que a crise que atingiu Manaus fez com que o governo trabalhasse para equalizar o oxigênio em níveis estadual e federal. 

“Estamos trabalhando em revisar todas as redes de gases dos hospitais para reduzir as perdas, são redes antigas e precisam ser trabalhadas para redução de perda. E estamos trabalhando, também, com concentradores de oxigênio individuais”, disse Pazuello.

O ministro reforçou que a solução é usar o oxigênio “de forma sustentável”. De acordo com ele, é necessário trabalhar com usinas geradoras individualizadas nos hospitais, concentradores do insumo, e deixar o oxigênio de grande porte, comprado normalmente da White Martins, como reserva.

Ampliação de leitos

Pazuello afirmou que 81 leitos com concentradores de oxigênio foram levados para o Hospital Nilton Martins, e 30 deles estão em funcionamento. Ele disse que a totalidade pode ser usada em pouco tempo, já que o material já está no local.

A ideia é ajustar os serviços de facilities dos hospitais com os recursos humanos disponíveis. “A sustentabilidade já está garantida, que são concentradores de oxigênio”, disse o ministro.

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Falha em brinquedo deixa pessoas de cabeça pra baixo a 18 metros de altura

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Pessoas ficaram presas a 18m de altura de cabeca para baixo
G1/santos

Pessoas ficaram presas a 18m de altura de cabeca para baixo

Um incidente em um parque de diversões em Praia Grande, no litoral de São Paulo , assustou as pessoas que passavam pelo local na última segunda-feira (25) quando um brinquedo travou no ar e deixou os participantes de cabeça para baixo.

O ‘Kamikaze’ é um brinquedo que gira em 360 graus. Contudo, ele parou de funcionar e deixou as pessoas de cabeça para baixo por quase dez minutos .

Testemunhas que estavam próximas da atração disseram que as pessoas presas na cabine estavam desesperadas: “”Foi uma das cenas mais terríveis da minha vida porque eu fiquei ouvindo os pais, embaixo, gritando para as meninas dentro do brinquedo ficarem mais calmas, segurarem forte e levantarem a cabeça. Lá em cima, elas gritavam por socorro”, conta uma pessoa, que não se identificou, ao G1.

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O Yupie! Park, responsável pelo brinquedo, alegou  “que é característica do brinquedo parar em cima para inverter o giro e, nesse momento, houve uma oscilação de energia que fez com que o brinquedo ficasse parado por alguns segundos a mais que o habitual”, e que apesar da situação, ele já está funcionando normalmente.

No início de janeiro, no mesmo parque, uma outra atração quebrou e caiu, deixando uma jovem ferida.

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