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Moro aceitou participar de reunião para discutir futuro da Lava Jato, diz site

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Deltan Dallagnol e Sergio Moro arrow-options
Divulgação

Sergio Moro aceitou convite para reunião sobre a Lava Jato


Em novos diálogos divulgados pelo jornalista Reinaldo Azevedo em parceria com o site The Intercept Brasil , o procurador Deltan Dallagnol convida o então juiz federal Sergio Moro a participar de uma reunião junto com a Polícia Federal em que seria discutida a coordenação para processos futuros da Operação Lava Jato.

Leia também: Dallagnol pediu a Moro dinheiro da Vara Federal para pagar publicidade, diz site

Na conversa, Dallagnol pergunta qual seria o melhor dia e horário para que Moro pudesse participar da reunião e afirma que sua presença seria bom para dar “força moral” ao caso que seria discutido.

3 de setembro de 2015

00:41:04 Deltan – Caro, quando seria um bom dia e hora para reunião com a PF, aí, sobre aquela questão das prioridades? Sua presença daria uma força moral nessa questão da necessidade de priorização e evitaria parecerr que o MPF quer impor agenda.

12:18:30 – Sem tempo para reuniões nesta ou na próxima semana.

O procurador voltou ao tema no dia 16 de setembro do mesmo ano:

23:53:00 Deltan – Caro juiz, seria possível reunião no final de segunda para tratarmos de novas fases, inclusive capacidade operacional e data considerando recesso? Incluiria PF também.

17 de Outubro de 2015

08:41:56 Moro – Penso que seria oportuno. Mas segunda sera um dia difícil. Terca seria ideal.

10:53:00 Moro – A não ser que seja segunda pela manhã

22:43:54 Deltan – Terça 9am, pode ser? 22:44:00 Deltan – Ou 10?

18 de outubro de 2015

03:02:28 Moro – 10:30

19 de outubro de 2015

11:41:24 Moro – Marcado então? Decretei nova prisão de tres do Odebrecht, tentando não pisar em ovos. Receio alguma reação negativa do stf. Convem talvez vcs avisarem pgr.

13:13:44 Deltan – Marcado. Shou.

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Nacional

Governo volta a fechar bares e casas de show em Manaus; decisão vale por 30 dias

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As novas restrições, que ainda serão publicadas no Diário Oficial do Estado
Foto: Reprodução/Internet

As novas restrições ainda serão publicadas no Diário Oficial do Estado



Bares, balneários, flutuantes, praias, casas de show e aluguel de sítios estão proibidos de funcionar pelos próximos 30 dias no Amazonas. A decisão foi anunciada pelo governador Wilson Lima, durante uma live, na manhã desta quinta-feira (24). De acordo como gestor, os casos da Covid-19 apresentaram uma tendência de crescimento.

Manaus tem 48.389 pessoas infectadas pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2) desde o início da pandemia e começou a flexibilizar o isolamento social em junho. Ainda de acordo com o governador do Amazonas, as aulas presenciais nas escolas públicas estão mantidas.

“Estamos tomando essa decisão por conta da falta de respeito de alguns de seguir os protocolos. Ninguém usava mais máscaras e juntava em uma aglomeração. E aí acabava sendo um foco de transmissão do Covid-19”, disse o governador na live desta quinta.

Ele explicou que a Vigilância Epidemiológica do estado constatou que o aumento de casos da Covid-19 nas últimas semanas se de, principalmente, por causa das aglomerações.

“Só no último fim de semana, fechamos dois estabelecimentos que juntos reuniam algo em torno de 7 mil pessoas. Um tinha 4 mil e o outro 3 mil participantes. É esse tipo de conduta que tem causado o aumento no número de casos, não a abertura de escolas”, destacou. “É o copo da balada que passa de boca em boca, a aglomeração sem cuidados, o não uso de máscaras, e não os estudantes”, concluiu.

Em média, o Amazonas contabilizou 9 novas mortes por dia na última semana, uma alta de 39% em 14 dias, quando a média estava em 7. 

“Estamos tomando hoje medidas restritivas e fechamento de estabelecimentos para priorizar o que é importante. Não vou deixar balada aberta e escola fechada”, disse Wilson Lima.

As novas restrições, que ainda serão publicadas no Diário Oficial do Estado. Lojas de conveniência e restaurantes poderão funcionar até as 22h.

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Nacional

PF investiga exploração de diamantes em terras indígenas

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garimpo
Ibama

Motivados pelo preço do ouro, cerca de 5 mil garimpeiros atuam dentro da Terra Indígena Kayapó, um dos últimos redutos de mata nativa no Estado.


A Polícia Federal (PF) realizou nesta quinta-feira (24) a Operação Crassa, com o objetivo de investigar a exploração ilegal de diamantes na Reserva indígena Roosevelt, em Rondônia. Ao todo foram expedidos 53 mandados de busca e apreensão no interior de Rondônia e em São Paulo, Roraima, Paraná, Piauí, Mato Grosso, Minas Gerais e Distrito Federal. Uma pessoa chegou a ser presa em flagrante por posse ilegal de arma.


A PF investiga empresários, indígenas, garimperios, e intermediários, que analisam os diamanetes e encontram compradores. Segundo os responsáveis pela operação, os indígenas permitiram a entrada de garimpeiros para explorar as pedras na reserva.

Os diamantes são retirados sem autorização legal para serem vendidos em joalherias de São Paulo e no exterior, como França, Itália, e Suíça. Os objetos retirados da reserva estão listados entre as pedras mais valiosas do mundo

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