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Missão brasileira de ajuda ao Líbano volta para o Brasil

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Agência Brasil

Destroços Líbano
CivilDefenseLB / Reprodução

Delegação transportava materiais doados pelo Ministério da Saúde e pela comunidade libanesa no Brasil.

O s integrantes da comitiva brasileira que viajou ao Líbano na última quarta-feira (12) chegaram há pouco a Brasília. Segundo a Força Aérea Brasileira, os dois aviões em que a delegação viajou, um KC-390 Millennium e um VC-2 (Embraer 190), deixaram a capital libanesa, Beirute, no início da tarde de ontem (14) e pousaram no Distrito Federal pouco depois das 9 horas de hoje (15), tendo feito paradas técnicas para reabastecimento no percurso.

Chefiada pelo ex-presidente da República Michel Temer, a delegação acompanhou o transporte de seis toneladas de alimentos e medicamentos que o Estado brasileiro doou ao Líbano. A doação, de caráter humanitário, visa a ajudar a população libanesa, minimizando as consequências de uma grave explosão ocorrida no último dia 4, em um armazém da região portuária de Beirute, onde cerca de 2.750 toneladas de nitrato de amônio estavam armazenadas.

O total de mortes em decorrência da força da explosão que destruiu a região com a força de uma bomba já passa de 100. Além disso, o porto de Beirute era o principal local de armazenamento de grãos do país. Com a explosão, restaram reservas de grãos suficientes para alimentar a população, de cerca de 6,8 milhões de habitantes, por menos de um mês.

Além de seis toneladas de alimentos, medicamentos e insumos básicos de saúde (antibióticos, corticoides, analgésicos, ataduras, seringas, cateteres, máscaras cirúrgicas e 300 ventiladores pulmonares), o Brasil doou mais 4 mil toneladas de arroz que estão sendo transportadas para o Líbano a bordo de navios. Com a comitiva brasileira viajaram peritos brasileiros em explosões e incêndios que permanecerão no país até o fim do mês, ajudando as autoridades locais e identificando outras situações em que o Brasil possa ajudar.

Além de Temer, que é filho de libaneses e, ontem (14), se reuniu com o primeiro-ministro interino do Líbano, Hassan Diab, integraram a delegação brasileira os senadores Nelson Trad Filho e Luiz Pastore, o secretário de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, Flávio Viana Rocha, e o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, entre outros membros nomeados pela Presidência da República.

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Nacional

Sem chuvas, calor retorna nesta quarta em São Paulo

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céu com algumas nuvens
Reprodução/CreativeCommons/Spraf

A quarta-feira não traz previsão de chuvas, e o calor deve retornar em São Paulo

Não há previsão de chuvas para esta quarta-feira (30) em São Paulo . O último dia de setembro começa com poucas nuvens e predomínio de sol durante a tarde. O Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE) divulgou que a mínima será de 18ºC e a máxima de 34ºC.

A umidade do ar em São Paulo volta a cair significativamente, com valores mínimos próximos dos 25%. 

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Nacional

Justiça suspende decisão de Salles que acabou com proteção a manguezais

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salles
Ricardo Salles / Twitter

Ricardo Salles, Frederico D’Ávilla e Jair Bolsonaro

A Justiça Federal do Rio de Janeiro suspendeu, nesta terça-feira (29), a extinção de duas resoluções do Conselho Nacional do Meio Ambiente, que é presidido pelo ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, que delimitavam as áreas de proteção permanente (APPs) de manguezais e de restingas do litoral brasileiro.

A decisão permitia a exploração comercial e imobiliária de regiões protegidas por determinações ambientais. “Tendo em vista o evidente risco de danos irrecuperáveis ao meio ambiente, defiro antecipação dos efeitos da tutela para suspender os efeitos da revogação apreciada na 135ª Reunião Ordinária do Conama”, escreveu a juíza Maria Amélia Almeida Senos de Carvalho.

A decisão tem caráter liminar e foi protocolada com a justificativa de que a ação do Conama “viola o direito constitucional a um meio ambiente ecologicamente equilibrado”.

Ao explicar a extinção das normas, governo havia dito que essas resoluções já não eram mais cumpridas na prática. Especialistas em meio ambiente apontaram, porém, que até hoje essas normas são aplicadas, porque são os únicos instrumentos legais que protegem, efetivamente, essas áreas. 

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