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Política Nacional

Ministro Marco Aurélio Mello encaminha pedido de afastamento de Bolsonaro à PGR

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Carlos Moura/SCO/STF

Ministro Marco Aurélio, do STF

O pedido de afastamento do presidente Jair Bolsonaro do cargo, protocolado em forma de notícia-crime pelo deputado federal Reginaldo Lopes (PT-MG), foi recebido pelo ministro Marco Aurélio de Mello e repassado à Procuradoria Geral da República na noite da segunda-feira (30).

A notícia-crime foi feita após “irresponsáveis declarações” do presidente Jair Bolsonaro sobre a epidemia de Covid-19 que assola o país desde o fim de fevereiro. “A peça pode levar ao afastamento do presidente por 180 dias ou mesmo à perda do mandato”, celebrou o deputado nas redes sociais.

Leia também: “Ou o governo libera dinheiro ou o povo sairá para ganhar seu pão”, adverte Lula

Agora, como a queixa não foi arquivada, a PGR, sob comando de Augusto Aras, deverá se pronunciar sobre o caso. Nem Bolsonaro nem o Palácio do Planalto se pronunciaram sobre o assunto.

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Política Nacional

Carla Zambelli justifica ausência em ato pró-Bolsonaro com laudo médico

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Zambelli
Divulgação/PSL na Câmara

Zambelli afirmou que pensa em desistir da política neste domingo (31)

Na manhã deste domingo (31), a equipe da deputada federal Carla Zambelli (PSL) foi ao Twitter justificar sua ausência nos atos pró-Bolsonaro. 

“A Deputada @CarlaZambelli38 passou mal às 5h40 e não estará presente no ato pró Bolsonaro deste domingo. Já foi medicada, mas recomendam que ela fique em repouso. Desejamos sorte e luz para quem for”, diz o post.

Veja:  Quem é Carla Zambelli? As polêmicas da deputada ex-fã de Moro

Em seguida, Zambelli respondeu ao próprio tuíte dizendo que houve pessoas que duvidaram do problema de saúde. A deputada postou a imagem um laudo médico como comprovação, mostrando diagnóstico de fibromialgia.


Em seguida, um internauta escreveu que ela “deveria desistir da carreira de política”. Zambelli respondeu: “É uma possibilidade que está sendo estudada”.

As  manifestações acontecem neste domingo em Brasília contra o Supremo Tribunal Federal (STF) e em apoio ao presidente Jair Bolsonaro.

Leia:  Bolsonaro critica notícias: ‘Tudo aponta para uma crise’

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Política Nacional

Datafolha: 72% discordam da frase de Bolsonaro sobre armar população

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Bolsonaro
Marcos Corrêa/PR

Segundo levantamento, população discorda de posicionamento do presidente sobre armas

Na noite deste sábado (30), uma nova  pesquisa do Datafolha mostrou que mais de 70% da população discorda da ideia do presidente de dar armas para a população, frase proferida por ele durante a reunião ministerial que se tornou pública após autorização do ministro Celso de Mello.

Leia também: Bolsonaro ataca imprensa e fala em “negociar bilhões” para acabar com fake news

Segundo o levantamento, que ouviu, por telefone, 2.069 pessoas nos dias 25 e 26 de maio e tem margem de erro de dois pontos percentuais, 72% discordam da frase de que “povo armado não é escravizado”, enquanto outros 24% concordam, 2% não concordam e nem discordam e 2% não souberam responder.

Entre os grupos ouvidos, as maiores desaproações são de pessoas que consideram o governo Bolsonaro ruim ou péssimo (92%), quem votou em Fernando Haddad no segundo turno das eleições de 2018 (91%), mulheres (80%, contra 62% dos homens) e de quem recebe até um salário mínimo (77%).

Por outro lado, o único grupo que registra aprovação maior do que desaprovação ao discurso armamentista do presidente é o de apoiadores do governo que avaliam a gestão como ótima ou boa (54% aprovam, contra 40%).

Leia também: Com máscaras e tochas, grupo “300 do Brasil” protesta em frente ao STF; assista

A pesquisa Datafolha mostra que, mesmo em grupos que estão sintonizados com Bolsonaro – como empresários, a faixa da população que recebe mais de dez salários mínimos e até mesmo os eleitores do presidente no segundo turno na última eleição -, a aceitação não é das maiores: 50% dos empresários discordam, 60% de quem tem maior renda e 52% dos eleitores de 2018.

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