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Saúde

Ministro faz apelo para público-alvo se vacinar contra a gripe

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Com o início, hoje (10), da Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, fez um apelo para que o público-alvo compareça às unidades de saúde para se imunizar. A expectativa, de acordo com o Ministério da Saúde, é imunizar 58 milhões de pessoas até o dia 31 de maio.

O chamado do ministro foi feito principalmente aos grupos prioritários dessa primeira fase da campanha, que vai de 10 a 18 de abril, que são as crianças de 6 meses a menores de 6 anos; as grávidas e as puérperas, mulheres até 45 dias após o parto. Neste ano, a faixa etária do público infantil foi ampliada de crianças menores de 5 anos para até menores de 6 anos, incluindo 2,8 milhões de crianças na campanha.

O chamado foi feito pelo ministro durante cerimônia, em Porto Alegre, que marcou o lançamento oficial da campanha. “Serão doses de vacina onde vamos garantir o inverno para aqueles que necessitam e evitar que aquela gripe se transforme em pneumonia, em tristeza e óbito”, disse Mandetta.

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Doses

O governo federal enviou aos estados 63,7 milhões de doses da vacina.

A partir de 22 de abril, todo o público-alvo da campanha poderá receber a dose. Fazem parte desse grupo os trabalhadores da saúde, povos indígenas, idosos, professores de escolas públicas e privadas, pessoas com comorbidades e outras condições clínicas especiais, jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas, funcionários do sistema prisional e pessoas privadas de liberdade.

A vacina

O Ministério da Saúde informou que houve alteração de duas cepas na vacina, em relação ao ano passado. Por isso, recomenda que os grupos selecionados, ainda que já tenham sido imunizados anteriormente, recebam a nova dose este ano.

Edição: Fernando Fraga

Fonte: EBC Saúde
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Saúde

Casos de HIV no Brasil aumentaram 21% entre 2010 e 2018, diz UNAIDS

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Segundo dados da UNAIDS, iniciativa global da Organização das Nações Unidas (ONU) para o combate ao vírus HIV, os casos de HIV no Brasil apresentaram um aumento de 21% entre os anos de 2010 e 2018.

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Pessoa segurando laço de prevenção contra o HIV arrow-options
shutterstock

Os casos de HIV no Brasil tiveram aumento de 21% em 8 anos, superando índices de vizinhos como Argentina e Uruguai

O número de novos casos de HIV no Brasil  supera os índices de vizinhos como Argentina (aumento de 2%), Uruguai (aumento de 9%) e Paraguai (redução de 11%) e fica abaixo apenas da Bolívia, que apresentou um aumento de 22% e do Chile, cujo índice viu um aumento de 34%, o maior da América Latina .

Nem todos os países do continente, porém, apresentaram aumento nas infecções pelo vírus HIV . Além do Paraguai, El Salvador (redução de 48%), Nicarágua (queda de 29%) e Colômbia (diminuição de 22%) apresentaram progresso significativo no combate e prevenção contra a doença.

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A demografia dos casos de HIV no Brasil e na América Latina

De acordo com a UNAIDS , 40% dos novos casos de HIV no Brasil e em outros países da América Latina ocorreram entre homens homossexuais e outros homens que têm relações sexuais com homens.

Além desse grupo, os clientes de profissionais do sexo respondem por 15% dos novos casos de infecção pelo vírus HIV no continente, enquanto as mulheres transexuais, usuários de drogas injetáveis e profissionais do sexo correspondem, cada um, por menos de 5% dos novos diagnósticos.

Leia também: HIV e onda anti-vacina são algumas das principais ameaças para a saúde em 2019

O restante da população, por sua vez, corresponde a 35% dos novos infectados, segundo a UNAIDS. E para combater esse avanço dos casos de HIV no Brasil , as Nações Unidas apoiam projetos como o Viva Melhor Sabendo Jovem, que conscientiza os jovens a respeito da importância da prevenção e diagnóstico da doença. 

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Fonte: IG Saúde
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Saúde

Exame para identificar Zika vírus é comercializado no país

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Um exame sorológico capaz de identificar a contaminação por Zika vírus mesmo depois da infecção por dengue começou a ser comercializado no país. Os kits são voltados principalmente para mulheres em idade fértil e para estudos epidemiológicos que pretendam determinar pessoas que já tenham sido expostas ao vírus. Essa era uma das principais demandas após a epidemia de Zika no Brasil, entre 2015 e 2016.

O teste é resultado de uma pesquisa iniciada há dois anos por um grupo de pesquisadores do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo. O estudo foi apoiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo e teve o pedido de patente licenciado pela empresa AdvaGen Biotec e recentemente aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária para uso comercial. O produto foi testado em cerca de 3.200 mulheres no Brasil.

O exame detecta a presença de anticorpo específico do Zika vírus produzido pelo organismo depois de 15 a 20 dias, após o indivíduo ser infectado. Entretanto, como os vírus da Zika e da dengue são muito parecidos, os testes disponíveis no mercado acabam por confundir com resultando em falso positivo ou negativo, dificultando ou impedindo o diagnóstico preciso em áreas endêmicas para a dengue. O teste possui 95% de especificidade para Zika, enquanto os outros do mercado possuem até 75%.

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“Esse anticorpo dá proteção para o resto da vida e é muito difícil achar uma proteína que seja específica para o Zika. Mas achamos um local na proteína, que chamamos de Delta NS1, e que não dá reação cruzada com a dengue”, explicou um dos pesquisadores, o especialista em virologia Edison Luiz Durigon.

Segundo o pesquisador, o kit facilitará o acompanhamento de gestantes que farão o exame a cada três meses para prevenir a microcefalia em bebês. Caso a mulher seja infectada só no período final da gestação, o bebê corre o risco de desenvolver problemas neurológicos.

“Se a gestante tiver Zika o teste acusará. E aí muda-se a conduta médica, com a possibilidade de acompanhar essa criança para que ela seja conduzida a um padrão normal na infância e adolescência”, disse.

O exame é baseado no método Elisa e também será útil para estudar a prevalência do vírus porque a maioria das pessoas infectadas não apresentam sintomas, assim a mulher pode ter o vírus sem saber e passar para o feto. Dessa forma, algumas crianças podem nascer sem microcefalia, mas podem ter lesões invisíveis no cérebro em um primeiro momento, podendo desenvolver problemas cognitivos severos.

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“O exame deve ser feito em laboratório e fica pronto em três horas e meia. É um teste que qualquer laboratório clínico está equipado para fazer. Esse foi um cuidado nosso”, explicou o especialista.

Edição: Valéria Aguiar

Fonte: EBC Saúde
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