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Política Nacional

Ministro do Meio Ambiente diz que atua para coibir desmatamento e crimes ambientais

Publicado

Alan Rones/Câmara dos Deputados
Ministro do Meio Ambiente fala ao microfone
Joaquim Leite rebateu críticas e listou ações do governo

O ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite, compareceu à Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara dos Deputados nesta quarta-feira (6) e afirmou que o governo federal atua para coibir o desmatamento e crimes ambientais. Deputados da oposição e do governo discordaram ao avaliar a gestão do ministro, após um ano à frente da Pasta.

O deputado Leo de Brito (PT-AC), que pediu a vinda do ministro, afirmou que a gestão de Leite à frente do ministério representa uma continuidade da gestão de seu antecessor, Ricardo Salles. Brito citou matéria da imprensa afirmando que Leite acumula números piores do que Salles.

“Os incêndios na Amazônia e no Cerrado estão 20% maiores neste ano em relação ao mesmo período de 2021. Só em maio deste ano, a Amazônia brasileira teve o pior número de incêndios desde 2004. O Cerrado também teve recorde de queimadas para o mês de maio. O desmatamento na Mata Atlântica cresceu ainda mais e atingiu em 2022 nível 66% maior que no ano passado”, comparou Brito.

Ele disse ainda que normas assinadas por Salles e criticadas por ambientalistas foram mantidas por Leite, como a flexibilização de regras que deram margem à comercialização de madeira ilegal.

Além disso, Leo de Brito destacou a fragilização de órgãos como Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMbio) e questionou a paralisação de aplicação dos recursos do Fundo Amazônia, criado em 2008 para apoiar projetos de combate ao desmatamento.

Billy Boss/Câmara dos Deputados
Deputado Leo de Brito fala ao microfone
 Leo de Brito disse que Leite dá continuidade à gestão Salles

O parlamentar chamou a atenção para a ausência da presença do Estado especialmente na Amazônia, possibilitando crimes como ocorridos com o  indigenista Bruno Pereira e o jornalista britânico Dom Philips, no Amazonas.

O deputado Elias Vaz (PSB-GO), que também pediu a audiência, disse que a questão ambiental é uma marca negativa deste governo e que os dados demostram que isso continua na gestão de Leite à frente da pasta. Entre esses dados, ele citou que o desmatamento na Amazônia em 2021 foi o pior dos últimos dez anos. Para ele, “passar a boiada” é uma política clara do governo.

“As declarações [do presidente Bolsonaro] via de regra são encorajando o garimpo ilegal, encorajando a extração de madeira ilegal, o desmatamento, a pesca irregular, uma série de situações em que a própria postura do presidente da República expressa isso”, disse Vaz.

O parlamentar questionou ainda por que até o momento, já na metade do ano, apenas 18,28% do orçamento destinado à fiscalização ambiental foi aplicado e por que apenas 15,8% do orçamento do ministério destinado à prevenção e controle de incêndios florestais foi liquidado. “Se é uma questão de prevenção de incêndio, vocês esperam gastar isso quando? Depois que tiver o incêndio?”.

Ações do governo
O ministro refutou as críticas. Ele disse, por exemplo, que o governo tem sido mais rígido no controle de produtos florestais. “O Sistema Nacional de Controle da Origem dos Produtos Florestais (Sinaflor) foi aperfeiçoado agora, e estabelece um mecanismo de rastreabilidade da madeira”, mencionou. E acrescentou  que o Ibama lançou a Plataforma de Análise e Monitoramento Geoespacial de Informação Ambiental (Pamgia), para auxiliar técnicos e gestores na prevenção e combate ao desmatamento e queimadas.

Além disso, informou que o governo federal reforçou recentemente as agências do Ibama e do ICMBio, com a contratação de 739 servidores, que começaram a atuar nos órgãos na semana passada e já estão dentro dos dois órgãos.

Leite afirmou ainda que o governo estipulou normas mais rígidas para o crime de desmatamento ilegal. “Em 24 de maio de 2022, foi publicado no Diário Oficial o Decreto 11.080, que aumenta a multa para o comércio ilegal de madeira nativa, o teto era de R$ 1 milhão passou para R$ 50 milhões. Então, estamos sendo mais rígidos”, avaliou.

Ele também salientou a atuação do programa Guardiões do Bioma, coordenada pelo Ministério da Justiça, para combater o crime ligado a produtos florestais. Segundo ele, o ICMbio já lavrou 118 autos de infração. “O valor das multas simples passou de R$ 270 milhões no ano passado para R$ 328 milhões neste ano, são números bastantes expressivos, e o número de áreas embargadas dentro de unidades de conservação passou 72 mil hectares para 233 mil hectares”, disse.

Ele acrescentou que os garimpos desativados passaram de uma média de 16 para 84, de outubro de 2021 para maio de 2022.

Orçamento
Sobre o orçamento, o ministro disse que já foram executados 68% do atribuído ao Ministério do Meio Ambiente, 75% do ICMbio e 67% do Ibama. O deputado Elias Vaz, no entanto, observou que esses não são os dados que estão no Sistema Integrado de Planejamento e Orçamento (Siop).

Sobre o Fundo Amazônia, Joaquim disse que o governo aguarda análise do tema pelo Supremo Tribunal Federal. A corte analisa Ação Direta de Inconstitucionalidade por Omissão em que partidos de oposição apontam omissão da União quanto à suspensão do Fundo.

Elaine Menke/Câmara dos Deputados
Deputado Evair Vieira de Melo fala ao microfone
Vieira de Melo disse que o grande problema ambiental do País é a falta de saneamento

Defesa do ministro
O deputado Evair Vieira de Melo (PP-ES) criticou a oposição por debitar na conta do governo federal o crime cometido na Amazônia e disse que mais de 50 crimes foram cometidos nos governos petistas e não tiveram resposta.

O parlamentar elogiou ainda a concessão de parques nacionais, como do Parque Nacional do Caparaó, em Minas Gerais que, segundo ele, havia sido abandonado nos governos petistas.

Melo afirmou ainda que o grande problema ambiental do Brasil é o saneamento básico e criticou a oposição por votar contra o Marco Legal do Saneamento Básico, aprovado pelo Congresso Nacional em 2020.

O ministro informou aos parlamentares que essa lei já trouxe investimento de R$ 50 bilhões para o setor. E citou os esforços do governo em relação aos resíduos sólidos. “O governo federal fechou 645 lixões, e o número deste ano deve superar 700 lixões fechados”, apontou, acrescentando que ainda há 2.600 lixões a céu aberto no Brasil. Além disso, o ministro disse que o País atingiu recorde de logística reversa de eletroeletrônicos, bateria automotivas e latas de alumínio.

Atuação na COP
Evair Vieira de Melo elogiou a atuação do ministro, especialmente na Conferência do Clima das Nações Unidas em Glasgow, Escócia – a COP26 . “O Brasil tem pela primeira vez um papel preponderante, uma agenda positiva para o País, a sua capacidade, ministro, de construção, de diálogo, de proposição, deu um cala boca naqueles pessimistas, que torciam contra”, opinou.

O deputado Marcel van Hattem (Novo-RS) também considerou positiva a participação do Brasil na COP, mas observou que ainda sim o País continua sendo alvo de críticas na área ambiental em âmbito internacional.

O ministro garantiu que houve protagonismo do governo brasileiro nas negociações na Conferência do Clima e citou alguns compromissos do governo federal. “O governo federal, no ano passado, foi mais ambicioso em relação ao compromisso anterior e aumentou a meta de redução de emissões na COP 26 para 50% até 2030 e trouxe a neutralidade climática, que é tão desejada por todos os países, como uma das metas do compromisso firmado pelo governo federal, que traz a neutralidade climática até 2050.”

Além disso, continuou Joaquim Leite, o Brasil assinou a declaração de florestas, que tem como compromisso reduzir o desmatamento e a degradação florestal até 2030.

Ainda segundo o ministro, o Brasil tinha interesse em criar um mercado global de caborno e conseguiu concluir acordo de regras multilateral. Em seguida, ressaltou, o governo federal publicou em maio um decreto para regulamentar as regras do mercado de baixo carbono no País.

A deputada Caroline de Toni (PL-SC) também elogiou a gestão do governo Bolsonaro na questão do meio ambiente. Para ela, estão sendo reproduzidas narrativas falsas sobre essa atuação. “O Brasil é referência mundial em proteção ambiental. A nossa legislação é uma das mais rigorosas do mundo”, disse.

Além disso, ela destacou que o Brasil se destaca na produção de energia limpa e elogiou o programa Lixão Zero e os títulos de regularização fundiária entregues durante o governo.

Segundo Leite, durante o governo Bolsonaro já foram entregues mais de 340 mil títulos de regularização fundiária. Ele também informou que, com o novo modelo de concessão para turismo de natureza, já houve concessão de quatro parques atingindo o valor de R$ 4 bilhões com esses contratos.

Reportagem – Lara Haje
Edição – Natalia Doederlein

Fonte: Câmara dos Deputados Federais

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Política Nacional

Eleição no DF cria racha entre Damares e aliado de Malafaia

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Eleição no DF cria racha entre Damares e aliado de Malafaia
Reprodução

Eleição no DF cria racha entre Damares e aliado de Malafaia

A ex-ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos  Damares Alves (Republicanos) entrou em rota de colisão com o líder da Frente Parlamentar Evangélica, deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), ao se lançar candidata ao Senado pelo Distrito Federal, cadeira que disputará contra outra ex-ministra Flávia Arruda (PL), que foi titular da Secretaria de Governo. O parlamentar acusa Damares de dividir os votos da direita e classifica sua candidatura como “desserviço de última hora”. Ao GLOBO, ela rebate as críticas: “ele cuide do Rio de Janeiro, que do DF cuido eu”.

Na avaliação do congressista, a decisão de Damares correr numa raia em que já há uma candidata da base do governo vai beneficiar a esquerda.

“Nos 45 minutos do segundo tempo aparece a Damares com a candidatura avulsa. Isso pode fragmentar os votos da direita e dar a vitória ao PT, pois a esquerda só tem uma candidata a senadora”, justificou Sóstenes.

O congressista diz que a ex-ministra só mira os próprios interesses: “Damares faz política com olhar pessoal, nunca de grupo. Sua candidatura é desserviço em última hora”.

O Republicanos lançou o nome da ex-ministra para concorrer à Casa Legislativa na semana passada, em uma reviravolta cenário da capital. Damares chegou a anunciar que havia desistido de se candidatar ao ser informada de que o presidente Jair Bolsonaro (PL) iria apoiar Flávia Arruda (PL) para o Senado. Damares, porém, voltou ao páreo, encorajada pela primeira-dama, Michelle Bolsonaro, que declarou publicamente o voto na ex-ministra.

Ao tomar conhecimento das primeiras críticas feitas por Sóstenes, Damares o bloqueou no Whatsapp, como informou o site “Metrópoles”. Embora ambos tenham suas trajetórias políticas vinculadas ao segmento evangélico, eles mantêm uma relação fria desde o início do governo. O deputado é extremamente ligado ao pastor Silas Malafaia, líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo e conselheiro de Bolsonaro.

Neste domingo, o próprio Malafaia se pronunciou e também condenou o movimento da ex-auxiliar de Bolsoanro.

“Damares é abusada e tentou passar a frente de Bolsonaro”, disse o pastor ao portal “Metrópoles”.

A ex-ministra rechaça a tese de Sóstenes a respeito da possível fragmentação do eleitorado conservador no Distrito Federal.

“Ele tem que pesquisa? Quais dados e números sobre a eleição para o Senado no DF ele tem? Ele tem que cuidar do Rio, a criminalidade lá está crescendo todo dia. Do DF, cuido eu (…). Eu não entro em briga com pastor, eu já tenho bandido demais para brigar”, provocou.

No primeiro momento, Bolsoaro teria em seu palanque da capital o governador e candidato à releição, Ibaneis Rocha, e Damares concorrendo ao Senado. Os planos mudaram quando o ex-governador José Roberto Arruda (PL), marido de Flávia, ameaçou entrar na disputa contra Ibaneis. Nesse cenário, Bolsonaro aceitou apoiar Flávia para o Senado, desde que Arruda abrisse mão do governo para se candidatar a deputado. O acordo foi fechado, e Damares perdeu o posto.

Ela afirma, contudo, que o presidente não se posicionou contrariamente à sua decisão de manter-se no páreo: “Eu não sou louca de fazer nada sem o apoio, a aprovação do capitão. Eu tenho um comandante na minha vida que se chama Jair Bolsonaro”.

Diante da cizânia, Sóstenes afirmou que vai marcar uma reunião com a bancada evangélica em setembro para discutir a situação. Ele não detalhou, porém, se poderão ser tomadas providências práticas contra a candidatura de Damares.

Integrante da frente parlamentar evangélica, o deputado Lincoln Portella (PL-MG) bota água na fervura ao dizer que não vê problemas no fato duas ex-ministras competirem na urna pela mesma cadeira.

“Qualquer candidatura que surge dentro da cobertura do seu partido é democrática e republicana. Hoje não vejo problema na candidatura de Damares”, afirmou.

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Fonte: IG Política

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Política Nacional

Seguidores de Bolsonaro têm 15% mais chance de serem robôs, diz estudo

Publicado

Jair Bolsonaro
Isac Nóbrega/PR – 07.06.2022

Jair Bolsonaro

A chance de um seguidor do presidente Jair Bolsonaro ser um robô é 15% maior que a de um internauta que segue o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A conclusão é de um estudo de pesquisadores da Universidade Federal do Pernambuco (UFPE) e da Universidade Católica do Pernambuco (Unicap). Os dados foram obtidos a partir de uma amostra aleatória de 40 mil perfis – 20 mil de cada um dos dois principais candidatos.

Os perfis artificiais costumam reunir algumas características em comum: publicam pouco, estão ativas há pouco tempo e deixam claro o posicionamento político que defendem por meio dos conteúdos que curtem e comentários que postam. O GLOBO analisou alguns dos perfis que, de acordo com os pesquisadores, têm alta chance de serem falsos.

O @LulaSil26913685, um dos seguidores de Lula, foi criado em julho deste ano, não tem nenhuma publicação. Nesse período, porém, curtiu diversos conteúdos postados por outros perfis declaradamente anti-bolsonaristas, como @desmentindobolsonaro. Deu “like” em uma publicação crítica ao discurso da primeira-dama Michelle Bolsonaro durante a convenção de PL, assim como num conteúdo que propagava a tese de que Bolsonaro não era a favor do Auxílio Brasil de R$ 600.

A reportagem identificou casos semelhantes entre os internautas que acompanham o presidente da República nas redes sociais. Um deles é BHBRASIL16. Também criado em julho deste ano, o perfil compartilhou mensagens favoráveis a Bolsonaro, como trechos de discursos do presidente e publicações do próprio chefe do Executivo. Embora não se possa ter certeza, tanto o perfil que segue Lula quanto o que segue Bolsonaro, o algoritmo identificou comportamento similar ao de robôs.

Outros que, segundo a pesquisa, têm alta probabilidade de serem automatizados são “Nicolly123aia” e “Cleusa73993330”, na rede de Lula, e “ykwin_xz” e “SilvioR35399779”, no Twitter de Bolsonaro.

A presença de robôs já foi uma discussão nas eleições de 2018, quando aliados do presidente Jair Bolsonaro foram acusados de impulsionar narrativas favoráveis aos presidentes nas redes sociais com o uso desse tipo de perfil automatizado. Em abril deste ano, o presidente ganhou 64 mil seguidores em dois dias e especialistas apontaram a utilização de robôs. O quantitativo, à época, superava em mais de 10 vezes a média mensal do presidente, que era de 4,3 mil novos usuários.

Uma análise do perfil feita pelo site Bot Sentinel, plataforma que identifica contas administradas por robôs, apontou que ao menos 61 mil perfis foram criados no dia anterior. No Twitter, Bolsonaro tem mais do que o dobro de seguidores de Lula: 8,5 milhões contra 3,9 milhões até esta quinta-feira.

Metodologia

Os pesquisadores estimaram um número de 0 a 1 para cada perfil: quanto maior, mais chance de ser um robô. Os resultados apontaram que, em média, a chance de um seguidor do presidente Bolsonaro ser um robô é 15% maior que a de um seguidor petista. Os resultados são relevantes porque adotam um método estatístico para estimar a prevalência de perfis possivelmente automatizados entre os seguidores.

Para classificar se um perfil tem uma chance maior ou menor de ser automatizado, o modelo usa um algoritmo de aprendizagem de máquina para examinar o conteúdo e as informações de cada um dos seguidores. A taxa de acerto do modelo, segundo os desenvolvedores, é de 93,8%. Diversas informações entram na conta, como as publicações, a localização, o número de seguidores, além de histórico de postagens como hashtags.

“Quanto mais próximo de 1, maior a chance do seguidor ser artificial. Uma forma mais fácil de interpretar esse número seja fazer uma analogia com o futebol. Em uma partida entre Flamengo e um time da terceira divisão do campeonato brasileiro, com certeza o mercado de apostas vai indicar maior chance de vitória do Flamengo. Mas podemos ter 100% de certeza disso? A resposta é não”, afirma o professor da UFPE, Dalson Figueiredo, que realizou a pesquisa com Juliano Domingues e Ricardo Rique.

Segundo os pesquisadores, a ação de grupo de perfis com alta chance de serem automatizados são associados a um comportamento que reforça a polarização, já que privilegia conteúdos que confirmam crenças pré-existentes de usuários reais. Em outras palavras, suas publicações viralizam porque, via de regra, dão razão ao que o indivíduo já acredita e, portanto, com mais chances de serem repassados, ampliando o efeito de uma mentira ou de algo não comprovado.

“O uso dos bots se consolidou como uma prática de estratégia de comunicação política para influenciar a opinião pública. Os resultados desta pesquisa são importantes porque contribuem para desvendar a influência ilegítima desses robôs na formação da agenda. Esses bots não refletem os sentimentos das pessoas sobre os temas de interesse. Pelo contrário, acabam atuando para desinformar e atrapalhar a construção coletiva de agendas. O debate político deve ser feito entre pessoas e não entre robôs”, explicou Figueiredo.

A presença de robôs também é o foco do processo de venda do Twitter para o empresário americano Elon Musk. Segundo dados divulgados pela plataforma no segundo quadrimestre, dos 238 milhões de perfis ativos na rede, 5% são automatizados. Musk, entretanto, questiona essa informação e se recusa a confirmar a aquisição bilionária.

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Fonte: IG Política

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