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Ministro de Infraestrutura visita o Terminal Ferroviário de Rondonópolis

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Foto: SAMANTHA DOS ANJOS FARIAS

Com a participação na audiência pública para tratar sobre a Ferrovia de Integração do Centro Oeste (Fico) que é promovida pela Comissão de Infraestrutura do Senado e Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), em Água Boa (MT), nesta sexta-feira (14), o ministro de Infraestrutura, Tarcísio Freitas, visitou primeiramente Rondonópolis (MT) para conhecer o Terminal Ferroviário de Cargas que é conduzido pela operadora logística Rumo.

O deputado Delegado Claudinei (PSL) acompanhou a visita e reconheceu a importância da presença do ministro para conhecer as potencialidades existentes no município e como é realizado o transporte de cargas agrícolas para outras regiões com a operação ferroviária. “Uma das principais atividades que favorece a economia de Rondonópolis é o ramo do agronegócio. O terminal ferroviário contribui bastante na exportação de produtos agrícolas. Hoje, tivemos a oportunidade de conhecer como é o processo de condução dos contêineres carregados e conduzidos através de vagões. Isso é muito importante para o setor produtivo de Mato grosso”, opina o parlamentar.

Em relação ao transporte ferroviário, o ministro de Infraestrutura conta que os investimentos por parte do governo federal para o estado de Mato Grosso é uma prioridade devido o potencial existente. “Muitas coisas estão sendo planejadas. Existem os investimentos no próprio Estado e aqueles que vão beneficiar indiretamente. A gente vai fazer a Ferrovia de Integração Centro Oeste (Fico) que, a gente deve assinar o contrato este ano ainda. Existe uma quantidade de investimento muito grande que vai ser aportada no Estado nos próximos anos para que a gente justamente aproveite este potencial logístico e produtivo e viabilize a produção. O Estado tem que fazer a sua obrigação e proporcionar os meios de fazer com que os produtores continuem produzindo riquezas”, explica. Foto: SAMANTHA DOS ANJOS FARIAS

Para o governador de Mato Grosso, Mauro Mendes (DEM), o ministro ocupa uma das mais importantes pastas do Ministério do presidente da República, Jair Bolsonaro. “Para nós, em especial, o ministro tem mostrado grande conhecimento e capacidade técnica de compreender os desafios da pasta do ministério e acima de tudo, conhecimento do problema do nosso Estado. Todos nós, mato-grossenses, sabemos do potencial que este Estado tem e conhece também as enormes dificuldades que nós fomos capazes de vencer ao longo de tantos anos, fazendo aqui a mais competitiva na economia privada do agronegócio brasileiro e, talvez, do mundo”, destaca.

O prefeito de Rondonópolis, Zé do Pátio (SD), explica que o município praticamente se tornou uma referência nacional devido ser considerada um dos 100 municípios com maior Produto Interno Bruto (PIB). “É a cidade que mais exporta no Mato Grosso. Está entre as 40 cidades que mais exporta no país e a que mais importa no Mato Grosso também. Quero dizer da satisfação da presença do governador na cidade e da bancada federal”, posiciona o gestor municipal.

Anel Viário – Na oportunidade que trata sobre a infraestrutura no estado de Mato Grosso, o governador Mauro Mendes esclareceu a situação do Anel Viário Conrado Salles Brito, que liga a rodovia BR-364 às MT-270 e MT-130, em Rondonópolis. Ele reconhece o nível de deterioração da malha viária que praticamente compromete toda a infraestrutura e a espera da população para solucionar a situação. “Refazemos o projeto e lançamos o edital. Tínhamos uma previsão para o dia 27 de junho. Lamentavelmente, houve um equívoco técnico e foi descoberto, ainda bem que a tempo, isso já foi corrigido e a licitação foi suspensa e vai ser publicada novamente essa licitação. Vamos torcer para que nos trâmites legais possamos escolher uma boa empresa na ordem de serviço e o mais rápido possível este Anel Viário esteja à disposição da população”, explica. Foto: SAMANTHA DOS ANJOS FARIAS

No final da visita técnica, as autoridades federais, estaduais e municipais almoçaram na Chácara Vó Miné, do senador Wellington Fagundes que esteve presente no encontro. Outros representantes da política que estiveram presentes foram os deputados estaduais Janaina Riva (MDB), Nininho (PSD), Valmir Morreto (PRB), Dr. Eugênio (PSB), deputado federal Neri Geller (PP) e o senador Jayme Campos (DEM).

Fonte: ALMT
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No bastidor, Taques tenta superar preferência por Leitão para disputa ao Senado

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Embora afastado da vida política desde que terminou seu mandato no governo do Estado, após ser derrotado na tentativa de se reeleger, o ex-governador Pedro Taques (PSDB), está trabalhando nos bastidores a possibilidade de disputar a eleição suplementar do Senado da República, já marcada para o próximo dia 26 de abril, com a cassação da senadora Selma Arruda (Podemos), por caixa 2 e abuso de poder econômico.

No seu partido, o PSDB, Taques tem como adversário o ex-deputado federal Nilson Leitão, que dificilmente perderá a condição de disputa para o ex-governador. Os dois foram derrotados na campanha de 2018. Pedro Taques era candidato à reeleição e ficou em terceiro lugar no pleito e Nilson Leitão ficou em 5° lugar na disputa ao Senado.  “Não debati isso com o PSDB. O nosso partido tem sim bons candidatos, mas precisamos aguardar a Justiça Eleitoral decidir sobre as regras”, diz o ex-governador.

Empolgado com resultado de uma pesquisa interna, na qual estaria bem pontuado, aparecendo entre os preferidos ao Senado, mesmo após deixar o cargo de governador com grande desgaste, Pedro Taques vem flertando com alguns partidos, como o Cidadania, comandado em Mato Grosso pelo seu ex-secretário Marco Marrafon, e também com o Solidariedade.

O líder do Solidariedade no Estado, o prefeito de Rondonópolis, José Carlos do Pátio, deseja atrai-lo para partido. Acontece que Taques perdeu espaço no PSDB, cuja maioria prefere apostar de novo na candidatura de Nilson Leitão.

Agora, o ex-governador entende que só vai conseguir ser candidato se o Tribunal Regional Eleitoral permitir filiações às vésperas do pleito suplementar de 26 de abril e concorrer por outra legenda. Na eleição de 2018, Taques, que disputou a reeleição, entrou para a história em Mato Grosso como o primeiro governador no exercício do cargo que não conseguiu se reeleger.

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Com três aliados pré-candidatos ao Senado, Mauro adia a anuncio público de quem apoia

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O governador Mauro Mendes (DEM), apesar dos apelos de aliados para que fique neutro em relação à eleição suplementar do Senado, já marcada para 26 de abril próximo, decidiu colocar um fim ao assunto: “vou, como cidadão, dizer a minha opinião, mas tenho tempo para fazer isso”, resumiu.

Conforme Mendes, “a eleição tem passos e datas definidas. Portanto, vou esperar  esses passos serem dados para ter um cenário concreto. Eu não preciso ficar antecipando um problema que vou ter daqui a 20, 30 dias”, observou.

Segundo o democrata, “uma possível declaração de apoio poderia causar ciúmes nos outros. Digo sempre: há pessoas que ficam contentes e pessoas que ficam descontentes quando assumimos um lado. Então, nesse momento, o mais sábio é que eu continue cuidando de Mato Grosso”, disse.

Mendes adiantou que na reunião do DEM que oficializou a autorização para que o ex-governador Júlio Campos movimentasse sua candidatura, decidiu ficar neutro apenas por enquanto. “O cenário não está definido. Então vamos esperar os candidatos registrarem as suas candidaturas e aí nós vamos analisar, conversar, para ver se muda alguma coisa”, comentou. “Eu acho natural os candidatos que pretendem disputar essa vaga comecem a fazer suas movimentações

“Sobre eu apoiar mais incisivamente alguém, eu acho que a população é muito sabida, muito esperta, muito conectada, então, eu tenho um voto apenas e vou dizer como cidadão qual é minha opinião, mas tenho tempo para isso”.

Mendes vem desde o início do ano sento aconselhado por aliados a se manter neutro em relação a eleição do Senado da República. O fato de o governador ter pelo menos três aliados com pretensão de disputa, o próprio Júlio Campos (DEM), o ex-vice-governador do Estado e atual representante do escritório de Mato Grosso em Brasília, Carlos Fávaro (PSD) e o vice-governador Otaviano Pivetta (PDT), no entendimento dos aliados, é a grande justificativa para a neutralidade do governador.

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