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Política Nacional

Ministro da Educação vai falar sobre volta às aulas na comissão da covid-19

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O ministro da Educação, Milton Ribeiro, vai participar nesta quinta-feira (17) de audiência pública remota na comissão que acompanha as ações do governo em relação à pandemia. O presidente, senador Confúcio Moura (MDB-RO), informou que o ministro deverá apresentar protocolos pra a retomada das aulas presenciais. Para o presidente da Comissão de Educação (CE), senador Dário Berger (MDB-SC), é importante que o ministro, o quarto a assumir a pasta no governo Bolsonaro, esclareça as prioridades da nova gestão. A reportagem é de Marcella Cunha, da Rádio Senado.

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Política Nacional

Bolsonaro diz que imprensa quis causar pânico na população com novo coronavírus

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homem de terno e gravata
TV Brasil/Reprodução

Bolsonaro falou sobre novo coronavírus durante discurso na ONU

O presidente Jair Bolsonaro afirmou na manhã desta terça-feira (22) em discurso na 75ª edição da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), que a imprensa brasileira politizou o novo coronavírus (Sars-Cov-2) e causou pânico na população.

De forma virtual, o presidente fez um discurso de cerca de 15 minutos que foi gravado anteriormente e transmitido ao vivo em Nova York.

“Sob o lema ‘fique em casa’ e ‘a economia a gente resolve depois’ [eles] quase trouxeram o caos social ao país”, garantiu o presidente, que apontou o auxílio emergencial como uma medida econômica que “evitou o mal maior”. Segundo Bolsonaro, o valor somado das parcelas do auxílio chegariam a US$ 1 mil para 65 milhões de pessoas em necessidade.

Bolsonaro lembrou, ainda, que as medidas de isolamento foram delegadas aos governadores e que “ao presidente coube envio de recursos e meios a todo o país”. Durante abertura do discurso, o presidente afirmou que alertou sobre o problema do desemprego “desde o princípio”.




A crise causada pelo novo coronavírus foi lembrada durante a abertura do evento, em fala do Secretário-Geral da ONU, António Gutierres. “A pandemia atacou os mais vulneráveis e varreu o progresso de décadas”, disse o representante ao vivo diretamente de Nova York.

Ele disse, ainda, que solidariedade é esperada para aqueles países carentes que têm menos condições de lutar contra o vírus. Gutierres falou, ainda, sobre o combate de líderes populistas e nacionalistas à pandemia e disse que “o poder não é sempre associado com a liderança necessária”.

As ações de Bolsonaro para conter a pandemia do novo coronavírus foram questionadas por autoridades e marcadas por falas polêmicas, nas quais o presidente desencorajava o isolamento social em prol do desenvolvimento econômico do país.

Ao longo dos meses de pandemia, Bolsonaro participou de aglomerações e chegou a contrair o novo coronavírus, afirmando que tratou-se com hidroxicloroquina e chegando a fazer “propaganda” do remédio em transmissões ao vivo. Até o momento, o Brasil registrou mais de 130 mil mortes e mais de 4,5 milhões de pessoas infectadas.

Ainda nesta terça, líderes mundiais como Vladimir Putin e Donald Trump devem falar na assembleia. É esperado que outros líderes mundiais também falem sobre o controle da doença nos países.

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Política Nacional

Senadores pedem em manifesto que SUS distribua remédios à base de canabidiol

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O senador Eduardo Girão (Podemos-CE) apresentou ao Ministério da Saúde na sexta-feira (18) um manifesto sugerindo que o Sistema Único de Saúde (SUS) inclua os remédios à base de canabidiol (CBD), uma das substâncias da maconha (Cannabis sativa), na lista de medicamentos fornecidos gratuitamente aos pacientes que fazem uso desses produtos em seus tratamentos.

Segundo o manifesto, que conta com o apoio de Styvenson Valentim (Podemos-RN), Romário (Podemos-RJ), Leila Barros (PSB-DF) e outros 25 senadores, com a anuência do Conselho Federal de Medicina (CFM), os médicos brasileiros têm feito a prescrição do uso do CBD, principalmente para tratar epilepsias refratárias em crianças e transtornos como esquizofrenia, mal de Parkinson e ansiedade, entre outros. O texto cita haver melhoras nesses pacientes, principalmente para a redução da frequência dos episódios de crise convulsiva.

O uso do medicamento foi liberado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), mas o custo ainda é muito elevado. Ele não é adquirido em farmácias convencionais. Quase sempre os pacientes precisam importar os remédios feitos com CBD ou adquiri-los de organizações voluntárias que manipulam a planta para extrair o óleo sem o devido respeito aos protocolos sanitários.

Girão lembrou que é obrigação do SUS prover a seus usuários assistência integral à saúde — com assistência farmacêutica incluída.

“Reconhecemos as necessidades das famílias, o alto custo dos produtos importados e, em alternativa ao enorme risco da permissão do plantio e o cultivo da Cannabis no território brasileiro, por isso pedimos a distribuição do medicamento a base de canabidiol pelo SUS”, disse o senador via Twitter.

O senador é contrário ao Projeto de Lei (PL) 399/2015, que busca viabilizar a comercialização de produtos e medicamentos que contenham extratos, substratos ou partes da planta Cannabis sativa em sua formulação e o cultivo da planta por pessoas jurídicas, em situações específicas. A proposta feita por Girão ao Ministério da Saúde busca dar uma alternativa a quem necessita usar a substância.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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