conecte-se conosco


Agro News

Ministra visita cooperativa que é considerada exemplo de sucesso em Alagoas

Publicado

A ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) visitou na tarde desta sexta-feira (29), em Coruripe (AL), a Cooperativa Pindorama, considerada uma das maiores referências em agricultura familiar do país. A ministra disse que a Pindorama é um exemplo de sucesso do cooperativismo no Nordeste, e que fez questão de conhecê-la por achar que a organização dos agricultores familiares em cooperativas é fundamental. De manhã, ela esteve em Canindé do São Francisco, em Sergipe, onde visitou o Projeto Jacaré Curituba, considerado o maior assentamento da América Latina.

A ministra explicou que os pequenos produtores serão prioridade do ministério, e que o governo Bolsonaro quer facilitar a vida do empreendedor, destravar a burocracia e simplificar os processos. “Como temos poucos recursos, vamos priorizar e pôr no lugar certo. Queremos atender a maior parte da população com menos recursos, democratizar esses recursos”, disse ela.

Questionada sobre o projeto de compras governamentais, do qual a Pindorama participa, a ministra afirmou que o governo não vai deixar de manter nenhuma política pública que está dando certo. “Nós queremos aprimorá-las, queremos fazer com que os recursos cheguem na ponta, a quem precisa deles para produzir”, afirmou a ministra.

Na Pindorama, Tereza Cristina visitou a usina de álcool, a unidade de secamento da levedura de cana-de-açúcar, a fábrica de alimentos e a de álcool gel. Conheceu ainda o museu da cooperativa, com seus veículos antigos. A cooperativa se destaca pela produção de alimentos e pela pecuária bovina leiteira e de corte. Os associados exploram diversas culturas, com ênfase na produção de cana-de-açúcar e na fruticultura.

Mais informações à ImprensaCoordenação-geral de Comunicação Social
[email protected]

publicidade
Clique para comentar

Deixe seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Agro News

ALGODÃO/CEPEA: Valor externo cai e pressiona cotações no BR

Publicado

Cepea, 29/6/2022 – Os preços do algodão em pluma estão em queda nos mercados externo e interno. O cenário inflacionário e as perspectivas de recessão econômica mundial e de redução na demanda global, sobretudo por parte da China, são alguns dos fatores que exerceram pressão sobre os valores internacionais e, consequentemente, domésticos. No Brasil, as cotações, que já estavam enfraquecidas, operam atualmente nos patamares observados no início deste ano. Parte dos vendedores segue mais flexível em suas pedidas, mas, ainda assim, alguns compradores ofertam valores ainda menores, limitando a liquidez. A demanda, por sua vez, está enfraquecida. Segundo pesquisadores do Cepea, muitos compradores estão atentos aos avanços da colheita e do beneficiamento, que têm elevado o número de lotes da safra nova disponibilizados no spot, e, com isso, têm expectativa de conseguirem negócios a preços inferiores. Entre 21 e 28 de junho, o Indicador CEPEA/ESALQ, com pagamento 8 dias, caiu 12,7%, fechando a R$ 6,4822/lp nessa terça-feira, 28, o menor valor desde o dia 5 de janeiro de 2022 (R$ 6,4446/lp). Na parcial de junho, a baixa é de expressivos 20,3%. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Fonte: CEPEA

Continue lendo

Agro News

CAFÉ/CEPEA: Colheita avança, mas volume disponível e liquidez seguem baixos

Publicado

Cepea, 29/6/2022 – A colheita da safra 2022/23 de arábica está ganhando ritmo, porém, a quantidade de café novo a chegar no mercado nacional segue limitada, com o volume de negócios sendo fechados no spot está abaixo do esperado para a época. Os fechamentos para entregas futuras também estão lentos, uma vez que a maior parte dos cafeicultores está cautelosa, devido às incertezas em relação ao clima no Brasil e à oferta do grão. Colaboradores do Cepea seguem reportando dificuldades na contratação de mão de obra e aumento dos gastos com colhedores. Além disso, têm crescido as reclamações de quebra de rendimento na secagem dos grãos. Esse cenário reforça as preocupações em relação aos custos de produção desta temporada, que já vinham sendo impulsionados pela elevação dos preços dos insumos e combustível. Para o robusta, a colheita avança gradualmente. Cafeicultores também continuam relatando problemas na contratação de mão de obra. Colaboradores do Cepea alegam que, nos locais onde a colheita é predominantemente manual, cafés estão secando nos pés, em decorrência da falta de trabalhadores, fator que pode influenciar no volume final da produção. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Fonte: CEPEA

Continue lendo

Política MT

Policial

Mato Grosso

Esportes

Entretenimento

Mais Lidas da Semana