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Saúde

Ministra Damares Alves pede união em torno do tema “doenças raras”

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A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, participou hoje (30) do Fórum de Políticas Públicas para Pessoas com Doenças Raras, realizado em Brasília. O evento tem a finalidade de mapear os maiores desafios enfrentados pelos pacientes diagnosticados com doenças raras. Durante o discurso, a ministra pediu união em torno do tema. “O que interessa é que a gente está motivado a fazer alguma coisa. Não gosta de mim, mas no tema raros vamos nos unir. Ah, mas esse não é o governo que eu queria. E daí? É o governo que abriu a porta pra nós. É o governo que está sensível ao tema. Então, nesse quesito, dos raros, meu convite é: vamos estar juntos”, afirmou.

A ministra destacou também que divergências ideológicas não podem afetar a condução do trabalho da Coordenação-geral das Pessoas com Doenças Raras. Criada este ano, a divisão tem a função de defender os direitos dos pacientes, frente ao Ministério da Saúde e ao Congresso Nacional. O governo federal estima que, atualmente, 13 milhões de brasileiros sejam acometidos por essa condição. 

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“Nós vamos acertar o tempo todo? Acredito que não. Mas não vamos errar nessa coordenação, nessa secretaria, nesse ministério, por omissão, acreditem. Também não vamos errar com relação ao tema dos raros, motivados por ideologias ou por interesses próprios. Nós podemos errar apenas por limitação. Limitação da equipe, limitação de falta de conhecimento da gente. E, quando errarmos, queremos ter as orelhas puxadas, que vocês venham nos ajudar, que nos chame a atenção. Vamos querer acertar sempre”, acrescentou.

São consideradas doenças raras aquelas que se manifestam em 65 pessoas a cada 100 mil indivíduos. Geralmente, são quadros crônicos, progressivos e degenerativos e que podem evoluir para óbito. Além disso, não há cura para esse tipo de doença. Outro fator relevante é o fato de que as doenças assim classificadas são bastante distintas entre si e que pessoas com o mesmo diagnóstico podem apresentar diferentes sintomas. Existem de seis a oito mil tipos de doenças raras, em que 30% dos pacientes morrem antes dos cinco anos de idade; 75% delas afetam crianças e 80% têm origem genética. Algumas dessas doenças se manifestam a partir de infecções bacterianas ou causas virais, alérgicas e ambientais, ou são degenerativas e proliferativas.

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Ilha de Marajó

Ainda durante o evento, a ministra Damares Alves rebateu críticas às suas colocações sobre denúncias de violência sexual cometida contra mulheres na Ilha da Marajó, no Pará. No último dia 22, ela afirmou que as vítimas sofrem abuso por não usarem calcinha e a declaração foi criticada pelo Ministério Público do Pará. 

O arquipélago paraense foi contemplado, este mês, pelo programa Abrace o Marajó, que tem por objetivo o combate à exploração sexual e à violência contra crianças, adolescentes e mulheres. Conforme destacou a pasta, a escolha da localidade se deu como “proposta de choque social que deve servir como laboratório para a implementação de ações em outros lugares do país”.

Edição: Narjara Carvalho

Fonte: EBC Saúde
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Saúde

Nariz entupido? Saiba as causas, o que fazer e quando partir para a cirurgia

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Nariz entupido é um problema que atrapalha – e muito – a rotina de qualquer pessoa. Quando a obstrução nasal é crônica, ela é capaz de afetar drasticamente a qualidade de vida e traz prejuízos ao sono, como roncos e apneia. Além disso, causa sinusite, dores de cabeça e muito desconforto no dia a dia.

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Nariz entupido é um problema que afeta – e muito – a qualidade de vida das pessoas que sofrem com o problema no dia a dia

“Quando o nariz entupido se torna frequente ou persistente, devemos investigar o que está acontecendo”, aponta Gustavo Gosling, otorrinolaringologista do Rio de Janeiro. “Nas crianças, em longo prazo, poderá induzir uma série de problemas, incluindo distúrbios de sono e comportamento, além de alterações irreversíveis no desenvolvimento da arcada dentária e da face”, completa.

Diante dessas questões, é importante procurar pelo médico o quando antes quando sentir que há algo de errado. No geral, o incômodo é passageiro e persiste apenas por, no máximo, duas semanas. “Se o nariz entupido não melhora após esse período, já é hora de uma investigação com um especialista”, ressalta Gosling.

A causa mais comum da obstrução nasal está relacionada com processos infecciosos virais ou bacterianos, como gripe, resfriado e sinusite. No caso em que o entupimento persiste, geralmente tem relação com rinites alérgicas, desvios no septo nasal, presença de pólipos ou tumores. Nos pequenos, hipertrofia das adenoides e amígdalas são as causas.

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Quais os tratamentos?

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O uso descongestionante nasal é bem-vindo, mas deve ser usado com cautela para evitar o surgimento de complicações

O especialista destaca que o tratamento vai depender da causa. De acordo com ele, não há necessidade de medicação no caso das infecções virais. Geralmente, o processo regride de forma espontânea em duas semanas. Por outro lado, algumas medicações e técnicas podem ser usadas para diminuir os sintomas e deixar o indivíduo mais confortável.

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“Contamos com um grande arsenal de medicamentos que podem ajudar a melhorar o nariz entupido. Antialérgicos, anti-inflamatórios e descongestionantes são os mais utilizados, dependendo da causa. Por isso, é importante que a pessoa seja avaliada por um otorrinolaringologista para diagnóstico e tratamento específico”, alerta Gosling.

No entanto, apesar do uso de descongestionantes nasais ser válido, a utilização abusiva deve ser evitada. O especialista ressalta que, por trazerem alívio rápido, esses itens têm sido usados de forma exagerada. “Quando utilizados de forma crônica, podem causar rinite medicamentosa, provocando um ‘efeito rebote’ e piorando a obstrução nasal”, detalha.

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Em alguns casos, o otorrinolaringologista ainda destaca que a situação pode evoluir para hipertensão, arritmia cardíaca e problemas pulmonares. “Essas medicações devem ser utilizadas com muito critério e acompanhamento médico”, alerta o profissional. Com isso, é importante não se automedicar.

“Já as rinites alérgicas costumam ser crônicas e não podem ser curadas. Apenas seus sintomas são controlados com antialérgicos e vacinas. As obstruções causadas por desvios do septo nasal, hipertrofia das adenoides ou cornetos nasais inferiores e pólipos nasais poderão ser corrigidos com cirurgia”, pontua Gosling.

Quando chega a hora da cirurgia?

A pessoa que sofre com o problema deve procurar um otorrino para avaliar a possibilidade de uma cirurgia quando a obstrução se torna persistente, mesmo após a utilização das medicações usuais. Ainda deve procurar o especialista quando há piora de outros sintomas, como dor de cabeça recorrente, diminuição do olfato ou secreção nasal com pus ou sangue.

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A cirurgia, independente da causa, pode trazer muito alívio para o indivíduo com nariz entupido , na maioria das vezes. Isso mesmo naqueles casos incuráveis de rinite alérgica. “Corrigindo as alterações estruturais do nariz como desvios do septo e reduzindo as ‘carnes esponjosas’, conseguimos melhorar muito a qualidade vida do paciente”, finaliza.

Fonte: IG Saúde
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Saúde

Criança contrai meningite durante férias e precisa amputar as duas pernas

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Brogan Partridge tinha sete anos quando perdeu as duas pernas devido à meningite depois que os médicos a mandaram para casa após a diagnosticarem apenas com dor de barriga. Segundo a agência de notícias Caters News Agency , a menina, hoje com 11, estava de férias com seus pais quando contraiu uma infecção.

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Reproduçao/DailyMail

A pequena Brogan Partridge precisou amputar as duas pernas após ser diagnosticada dom meningite

Na época, ela começou a vomitar depois de um dia na praia, mas os pais pensaram que não era nada grave e disseram-lhe para descansar. Quando a situação piorou, ela foi levada ao hospital, mas liberada rapidamente. 

Logo depois, a mãe, Aimee, começou a notar “hematomas” aparecendo em suas pernas e foi levada às pressas para a emergência. “Ela contraiu meningite B. Os médicos confirmaram nossos piores medos. Temos tanta sorte que ela foi salva, mas ficamos arrasados quando ela teve que amputar o pé esquerdo por conta de uma infecção generalizada”, diz, segundo o The Sun .

A mulher explica que, mais tarde, ainda lhe informaram que a filha teria que amputar também o pé direito. “Quando descobrimos que ela iria perder as pernas , pensamos que não havia absolutamente nenhuma maneira de isso acontecer. Eu não queria que minha garotinha perdesse as pernas, mas era a única opção”, continua.

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Brogan perdeu as duas pernas para a doença  e, hoje, Aimee diz que os hematomas não se pareciam em nada com com erupções cutâneas que as pessoas geralmente se preocupam e pediu aos pais que sejam mais consistentes com os sintomas dessa complicação que pode levar à morte.

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Atualmente, Aimee elogia sua filha por reconstruir sua vida após o episódio de meningite . “Agora, ela tem 11 anos e está tudo muito bem. Ela sempre teve uma boa mentalidade e está determinada a recuperar sua total independência”, finaliza. 

Fonte: IG Saúde
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