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Ministra da Agricultura vem a Cuiabá

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Defesa Agrícola

Ministra da Agricultura vem a Cuiabá

Na pauta temas de interesse da produção de soja e milho, especialmente a “Calendarização do Plantio da Soja”

24/09/2020

A convite da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja), a Ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, virá a Cuiabá no próximo dia 28.

 

Na pauta estará temas de interesse da produção de soja e milho, especialmente a “Calendarização do Plantio da Soja”, oportunidade onde em reunião fechada na sede da Aprosoja, a Ministra ouvirá os produtores, já que a maioria destes é contra essa limitação de plantio, respeitando, todavia, o vazio sanitário.

 

Em um primeiro momento, a reunião seria realizada em Brasília, mas a convite da Associação, feito pessoalmente no último dia 14, a Ministra preferiu vir à Capital Mato-grossense.

 

Fonte: Ascom

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: [email protected]

Fonte: APROSOJA

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New Beef Company e Origem Premium estabelecem parceria na região do Vale do Araguaia/MT

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A produção de carne de qualidade ainda não é suficiente para atender à procura do mercado consumidor interno por produtos selecionados. A demanda crescente, levou os criadores da Raça Araguaia a aumentar os investimentos nos plantéis e a estabelecer novos acordos comerciais.

Apostando em um produto voltado para o segmento de carnes nobres , o frigorífico New Beef Company, localizado em Nova Xavantina-MT, estabeleceu parceria comercial com a empresa Origem Premium, para aquisição de animais da Raça Araguaia. Segundo o diretor-presidente da New Beef, Sr. James Cruden, a companhia investe em qualidade e diferenciação , para garantir a entrega de produtos de alto valor agregado.

“Por oferecer um padrão de carne diferente das raças britânicas e seus cruzamentos, o bovino da Raça Araguaia apresenta baixo teor de gordura , um sabor diferenciado aliando suculência e maciez. A originação dos animais é outro benefício pois a rastreabilidade desde o nascimento dos bezerros é garantida. Tais características permite bonificar o pecuarista.” ressalta Cruden.

O acordo entre a Origem Premium e a New Beef Company visa alavancar a expansão da Raça Araguaia e valorizar os negócios mantidos com os produtores parceiros. A conquista é comemorada pelo criador do bovino, Raul Almeida Moraes Neto.

“Com a parceria estabelecida, o programa terá uma maior penetração no Vale do Araguaia, tornaremos os nossos produtos disponíveis para diferentes públicos e mercados, vamos trabalhar para ampliar a produção. Uma das vantagens para o criador é a bonificação recebida ao entregar os bovinos para abate. Devido a precocidade de nossos animais, o programa prevê abates com no máximo duas quedas de dentes, ou seja, em torno de 22 meses de idade, contribuindo desse modo, para a qualidade da carne e a conservação dos recursos naturais”, salienta Almeida.

Após recente consolidação, o primeiro abate de acordo com o protocolo da planta, está programado para dezembro, com previsão de elevação dos volumes a partir de 2021, afirma o consultor em sustentabilidade Mathias Almeida da empresa Natcap.

“Pretendemos agregar mais animais ao portfólio de carne premium certificada, valorizando o gado do pecuarista e possibilitando ao consumidor acesso a um produto de qualidade que atende uma demanda mais exigente”.

A parceria estabelecida entre o frigorífico New Beef Company e a Origem Premium visa ampliar o compromisso de uma presença e atuação no mercado do Vale do Araguaia, conforme destaca a médica Veterinária e consultora da Agrossec, Fernanda Faraone.

“O frigorífico ajudará no custeio da produção, fornecendo um suporte financeiro no protocolo de inseminação e sêmen para o produtor de bezerros. A nossa meta é captar pecuaristas para inseminar 2.500 matrizes ainda nesta estação de monta 2020”, ressalta Fernanda.

A grande demanda do planeta é por produtos sustentáveis que contribuam com o meio ambiente. Os animais da Raça Araguaia, além das características genéticas das raças Blond D’Aquitaine, Caracu e Nelore, é criado no sistema de pecuária regenerativa proporcionando bem-estar animal aliado a sustentabilidade ambiental, social e econômica.

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O Boletim do Leite de outubro já está disponível em nosso site!

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Cepea, 19/10/2020 – Nesta edição, confira:

 

Preço do leite captado em setembro e pago em outubro deve se manter em elevado patamar
Pesquisas em andamento do Cepea apontam que o preço do leite captado em setembro e pago ao produtor em outubro deve se manter em patamar elevado, devendo registrar estabilidade em algumas regiões e altas em outras. Assim, é possível que haja um novo recorde real do preço da “Média Brasil” do Cepea, superando o valor do leite captado em agosto e pago ao produtor em setembro, de R$ 2,1319/litro. Desde o início do ano, o preço do leite no campo registra alta acumulada de 55,4%, em termos reais (dados deflacionados pelo IPCA de setembro/20). Essa expressiva valorização é explicada pela maior concorrência das indústrias de laticínios pela compra de matéria-prima, já que a produção de leite seguiu limitada e abaixo das expectativas dos agentes. Leia mais. 

 

Lácteos seguem valorizados, mas demanda enfraquecida limita negócios 
As cotações de leite longa vida (UHT), do queijo muçarela e do leite em pó (400g) seguiram avançando em setembro, com respectivas altas de 0,8%, 3,5% e 4,9% em relação ao mês anterior. Assim, o queijo muçarela e o leite em pó (400g) registraram, pelo segundo mês consecutivo, novo recorde real da série histórica do Cepea, com as médias de setembro fechando a R$ 29,21/kg e a R$ 24,52/kg, respectivamente, 68,3% e 45,4% acima dos verificados no mesmo mês de 2019. O leite UHT seguiu na mesma tendência, com valorização de 39,6% frente a setembro/19, e com a média a R$ 3,54/litro. Todas os valores foram deflacionados pelo IPCA de setembro/20. Leia mais.

 

Com baixa oferta doméstica, importação cresce mais de 60% no 3º trimestre
As importações de produtos lácteos somaram 54,2 mil toneladas no terceiro trimestre deste ano, crescimento de 62,8% frente ao volume adquirido de julho a setembro de 2019, segundo dados da Secex. Em setembro, especificamente, foram importadas 23,2 mil toneladas de lácteos, 27,8% acima do adquirido em agosto/20 e 80% a mais que em setembro/19. Esse cenário é resultado da oferta limitada de matéria-prima no Brasil, que tem feiro com que indústrias busquem alternativas no mercado externo para abastecer seus estoques e garantir produção nacional.Leia mais.

 

Valorização do concentrado eleva custos
O Custo Operacional Efetivo (COE) da pecuária leiteira aumentou 3,57% entre e agosto e setembro na “média Brasil” (BA, GO, MG, PR, RS, SC e SP). No ano, a alta acumulada é de 11,41%. Segundo colaboradores do Cepea, o principal fator influenciador na elevação dos custos da atividade continua sendo a valorização do concentrado. Nos últimos nove meses, o aumento nos preços desse insumo foi de significativos 20,89%. Outro insumo que também elevou os custos de produção foi a suplementação mineral, cujos valores subiram 1,05% na comparação mensal e 9,59% no acumulado do ano. Leia mais.

Fonte: CEPEA

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