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Ministério participa de projeto da FAO para mapear perdas e danos na agricultura

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O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, em parceria com a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), está participando da elaboração de um projeto sobre gestão de riscos rurais e avaliação de perdas e danos. O objetivo é constituir um sistema de coleta e processamento de dados sobre perdas e danos na agricultura.

O tema foi debatido em uma reunião na sede do Ministério. O professor de Economia Rural da Universidade Federal do Paraná, Gilson Martins, que está cooperando com a FAO na elaboração do projeto, diz que a ideia é identificar o que já está sendo feito na coleta de dados sobre perdas e danos, quais são as instituições envolvidas e ao final ter um mapa do que existe e gerar recomendações de como a gente poderia ter um sistema de informação de perdas e danos no país

“A gente vê que existem dados, mas muitas vezes não há uma conversa entre as instituições. Há a necessidade de uma integração maior para ter um ponto focal onde se consiga juntar as informações e disponibilizá-las de forma adequada”, explica o professor. 

O projeto está sendo desenvolvido pela FAO em vários países, dentro dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável. Ao final do trabalho, as recomendações serão reunidas em um relatório final, que deverá estar pronto em agosto.

“A segurança alimentar é um tema mundial. E essas perdas que ocorrem principalmente por conta de eventos naturais catastróficos ameaçam essa segurança alimentar, tanto na quantidade como na qualidade dos alimentos disponíveis”, diz Martins.

A reunião contou com a participação de representantes da FAO, do Mapa, da Conab, da Embrapa, do IBGE, do Inmet e da Anater. 

Mais informações à imprensa:Coordenação-geral de Comunicação Social
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CITROS/CEPEA: Maior oferta pressiona cotações da tangerina poncã

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Cepea, 03/04/2020 – No mercado de mesa, a maior disponibilidade de tangerina poncã limitou os valores da fruta na semana. Além disso, com o isolamento social da população, a saída de mercadoria foi mais retraída, segundo pesquisas do Cepea. De acordo com agentes, os mercados estão bem abastecidos, assim como as ceasas, que já recuaram as cotações a fim de escoar as frutas e reduzir os estoques. Na parcial da semana (segunda a quinta-feira), a de 27 kg, poncã tem média de R$ R$ 36,53/cx na árvore, queda de 13,5% em relação à anterior. A laranja pera também se desvalorizou nas praças citrícolas, conforme apontam pesquisas do Cepea, diante da restrição na demanda e do aumento na oferta de precoces. A média está em R$ 34,62/cx de 40,8 kg, na árvore, baixa de 3,2% em relação à semana passada. Já no caso da lima ácida tahiti, o cenário de demanda limitada voltou a pressionar os valores. Na média, a variedade é negociada a R$ 15,53/cx de 27 kg, colhida, queda de 12,5% em relação à semana passada. Vale ressaltar que a qualidade das frutas está satisfatória, uma vez que são provenientes de uma segunda florada e contaram com clima favorável para o desenvolvimento. Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br

Fonte: CEPEA

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FRANGO/CEPEA: Enquanto exportação segue estável em março, liquidez e preço diminuem no BR

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Cepea, 03/04/2020 – O volume de carne de frango exportado pelo Brasil em março foi praticamente o mesmo do registrado em fevereiro. Segundo dados da Secex, foram embarcadas 324,64 mil toneladas de proteína de frango in natura em março, leve alta de 0,1% frente ao resultado de fevereiro/20 e aumento de 2,2% frente a março/19. O ritmo dos embarques, no entanto, diminuiu de fevereiro para março. Ainda de acordo com a Secex, o Brasil embarcou 14,76 mil toneladas por dia no mês passado, contra 18 mil toneladas/dia em fevereiro e 16,7 mil toneladas/dia em março/19. Diante disso, a sustentação no volume embarcado em março esteve atrelada ao maior número de dias úteis. Para os próximos meses, agentes de mercado têm expectativa de que o ritmo dos embarques volte a crescer, fundamentos em uma possível intensificação das compras chineses no Brasil. No mercado interno, após o setor ter registrado incremento nos pedidos em meados de março, principalmente por parte de mercados, as vendas de carne de frango se desaqueceram de 25 de março a 1º de abril. Segundo colaboradores do Cepea, além da retração da demanda por ser a última semana do mês, a redução das compras por parte de restaurantes, hotéis e demais serviços de alimentação, reforçaram a baixa liquidez e, consequentemente, as quedas nos preços. Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br

Fonte: CEPEA

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