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Ministério da Agricultura, Senar, CNA e Sebrae terão juntos R$ 1 bi para assistência técnica, diz Tereza Cristina

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A ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) anunciou nesta segunda-feira (15), em Juazeiro (BA), que o Ministério da Agricultura (Mapa), a Confederação da Agricultura e da Pecuária do Brasil (CNA), o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) e o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) vão dispor, juntos, de R$ 1 bilhão para proporcionar assistência técnica aos pequenos produtores rurais de todo o país. O programa de assistência técnica, segundo ela, vai começar atendendo os pequenos agricultores do semiárido do Nordeste. Esta é a terceira viagem da ministra à Região Nordeste desde que tomou posse no cargo.

A ministra afirmou que o Senar é um grande parceiro do produtor rural brasileiro e dos programas do ministério. As verbas serão disponibilizadas em conjunto pelo Senar e pela Secretarias de Agricultura Familiar e Cooperativismo do ministério, além de outras secretarias. A prioridade absoluta que a ministra está dedicando à assistência técnica já tinha sido noticiada nas viagens anteriores à região. Para Tereza Cristina, é preciso fazer a assistência chegar ao produtor para que ele produza mais e melhor, comercialize a produção e, com isso, irá aumentar sua renda.

“Minha grande agonia hoje, como ministra, é levar assistência técnica de qualidade aos pequenos agricultores”, disse a ministra ao participar de evento com produtores rurais em Juazeiro.

Em entrevista, a ministra elogiou a produção irrigada da região do Vale do Rio São Francisco. “O que eu vi hoje me deixou encantada, com o profissionalismo da área sanitária, dos cuidados com perímetro irrigado. Pequenos, médios, grandes produtores, aqui é o exemplo do Brasil que dá certo”, disse Tereza Cristina, confirmando que vai fazer gestões em sua viagem ao Japão, à China e ao Vietnã para abrir novos mercados para as exportações de frutas do Brasil.

“A uva é superdoce, tem uma apresentação excelente. Nós temos tudo para exportar cada vez mais e trazer mais empregos e mais desenvolvimento a esta região”, disse a ministra.

À noite, de volta a Petrolina, em Pernambuco, a ministra participou de reunião com exportadores da região na Fundação Nilo Coelho. Os produtores pediram esforços públicos e privados contra a ameaça da mosca da fruta, mais defensivos agrícolas novos para substituir os antigos, que já foram retirados do mercado em países da Europa, e mais fiscais agropecuários. A ministra explicou a barreira sanitária que está sendo feita nos estados do Norte do país para impedir que a mosca da fruta chegue ao Nordeste e cause mais prejuízos. Ela foi chamada pelos exportadores de “Parceira do Vale”.

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Energia solar na Bahia

Ainda, em Juazeiro, a ministra participou da assinatura de um convênio do Banco do Nordeste com a Codevasf (Companhia de Desenvolvimento do Vale do São Francisco) no valor de R$ 22 milhões para financiar projetos de energia solar no Distrito de Irrigação de Maniçoba. A energia solar vai baratear os custos da irrigação, que hoje depende de energia elétrica.

A ministra visitou o Distrito de Maniçoba, que funciona em sistema de autogestão e independe do governo federal financeiramente. A manutenção das bombas de irrigação e a assistência técnica é paga com recursos próprios das 625 famílias de assentados. O projeto gera 25 mil empregos diretos e indiretos e fatura mais de R$ 270 milhões por ano. A ministra percorreu as plantações ao lado dos produtores. Mais cedo, ela visitou uma agroindústria que exporta as frutas para diversos países, com qualidade garantida por certificados de excelência.

Em entrevista, a ministra disse ter ficado “positivamente impressionada” com o que vi e reforçou a intenção de abrir mais mercados externos para que os produtores da região do Vale do Rio São Francisco exportem mais suas mangas e uvas de qualidade. “Hoje a gente está aqui vendo um exemplo do que deu certo na Codevasf. Os produtores não precisam do governo, pagam sua assistência técnica. Nós precisamos é de políticas públicas para facilitar a vida daqueles que já estão produzindo e fazendo com a melhor qualidade e competência”, disse a ministra, que foi acompanhada na visita pelo superintendente da Codevasf, pelo prefeito de Juazeiro e pela comitiva do ministério.

A ministra elogiou o projeto de energia solar que vai ser financiado pelo Banco do Nordeste: “Nós estamos chegando na modernidade, principalmente a fruticultura, que depende muito da energia elétrica. Este talvez seja um dos itens mais caros na produção. Eu fico muito feliz de estar aqui, junto com o Banco do Nordeste, que vai assinar o contrato trazendo uma energia moderna, limpa, para que os produtores tenham mais abundância de energia e produzam cada vez mais”.

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Produtores locais informaram à ministra sobre problemas relacionados à invasão de terras na região. Tereza Cristina disse que o governo tem que fazer com que se cumpra a lei, para que os produtores tenham segurança jurídica e possam investir.

“Invasor não pode ficar ali, nós temos de colocar ordem e fazer com que todos tenham oportunidade de produzir. Todo mundo paga a água, aqueles que estão de maneira ilegal ou eles têm de pagar pela água ou pela ocupação ou então sair. A gente vai fazer uma força-tarefa, vamos mandar pessoas para cá fazer um diagnóstico, examinar, sentar com a comunidade. Acho que esse assunto precisa ser resolvido”, disse a ministra.

Tereza Cristina também visitou o Centro de Excelência em Fruticultura, do Senar, que tem salas de aula, laboratórios e auditório.

Em discurso à noite, a ministra elogiou os projetos de agricultura irrigada que viu no Vale do São Francisco, em Juazeiro e Petrolina: “Os perímetros irrigados emancipados me deram muita esperança. A fruticultura do vale é um sonho realizado. Caminhamos e temos a obrigação de dar certo. Chega de ser o país do futuro. Somos o país do presente. Temos um presidente com uma boa vontade com o agronegócio brasileiro, que acredita no setor e vai ajudar. O empresariado fez sozinho, mas quer o governo parceiro para nos ajudar a ser protagonista no mundo.

A ministra também reclamou dos ataques no exterior ao produtor rural brasileiro: “Denegriram a imagem do produtor rural lá fora. Ninguém sabe que Petrolina é o terceiro PIB agrícola do pais. Precisamos mudar a imagem do agronegócio. Não somos atraso; somos vanguarda”, disse ela.

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Mais informações à imprensa:Coordenação-geral de Comunicação Social
[email protected]

Fonte: MAPA GOV
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TRIGO/CEPEA: Preços caem no mercado externo e divergem no interno

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Cepea, 23/07/2019 – Enquanto no Brasil os preços de trigo registraram movimentos distintos dentre as regiões acompanhadas pelo Cepea, no mercado externo, as cotações seguem em queda. Tanto nos Estados Unidos quanto na Argentina, o movimento baixista se deve à necessidade de menores valores para que o produto fique mais competitivo no mercado internacional. No spot, por sua vez, as perdas causadas pelas geadas na atual temporada têm deixado alguns produtores consultados pelo Cepea cautelosos em precificar lotes remanescentes do grão. Quanto aos derivados, para as farinhas, indústrias alimentícias estão retraídas, à espera de um consumo maior, sem necessidade de voltar ao mercado e refazer parte de seus estoques. Para o farelo de trigo, o cenário é de ligeiras valorizações. Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br

Fonte: Diárias de Mercado
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ETANOL/CEPEA: Comercialização do hidratado cresce 64% no mercado paulista

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Cepea, 23/07/2019 – O volume comercializado de etanol hidratado cresceu 64% no mercado paulista entre 15 e 19 de julho na comparação com o período anterior – em intervalo equivalente de 2018, o aumento havia sido de 28%, de acordo com dados do Cepea. Quanto aos preços, o valor do etanol hidratado registra a terceira semana consecutiva de alta no estado de São Paulo, devido à demanda aquecida das distribuidoras. Do lado vendedor, aumentou a presença de usinas no mercado paulista, por causa da proximidade do pico de colheita no Centro-Sul, o que não foi suficiente para reverter o movimento de alta. Mesmo assim, de acordo com levantamento do Cepea, o patamar de preço esteve atrativo ao vendedor, elevando levemente a oferta na semana. Entre 15 e 19 de julho, o Indicador CEPEA/ESALQ do etanol hidratado fechou a R$ 1,6654/litro (sem ICMS e sem PIS/Cofins), avanço de 0,89% em relação à semana anterior. No caso do etanol anidro, o Indicador CEPEA/ESALQ foi de R$ 1,8525/litro (sem PIS/Cofins), pequeno aumento de 0,21% no mesmo período. Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br

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Fonte: Diárias de Mercado
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