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Ministério da Agricultura abre inscrições para feiras internacionais de alimentos e bebidas

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O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) abriu as inscrições para empresas e entidades interessadas em participar das feiras internacionais de bebidas e alimentos que ocorrerão neste ano em diferentes países.

O objetivo do ministério é organizar, em parceria com o Ministério de Relações Exteriores e com o apoio da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), missões comerciais para atrair Investimentos Estrangeiros Diretos (IED) e promover o desenvolvimento do agronegócio nacional.

>> A programação internacional do primeiro semestre de 2020 inclui as seguintes feiras:

– Food and Hotel Asia 2020
Local: Singapura 
Data: 31/03 a 03/04
Inscrições até 31/01 em www.agricultura.gov.br/fha2020 

– EXPO ANTAD & Alimentaria 2020
Local: Guadalajara (México)
Data: 31/03 a 02/04
Inscrições até 31/01 em www.agricultura.gov.br/expoantad2020 

– SIAM 2020
Local: Meknes (Marrocos)
Data: 14/4 a 19/4
Inscrições até 31/01 em www.agricultura.gov.br/siam2020 

– SIAL Canada
Local: Montreal (Canadá) 
Data: 15/4 a 17/4
Inscrições até 31/01 em www.agricultura.gov.br/sialcanada2020 

Seul Food and Hotel 2020
Local: Seul (Coreia do Sul)
Data: 19/5 a 22/5
Inscrições até 15/02 em www.agricultura.gov.br/seoulfood2020 

THAIFEX – Anuga Asia
Local: Bangkok (Tailândia) 
Data: 26/5 a 30/5
Inscrições até 15/02 em www.agricultura.gov.br/saitex2020

SAITEX 2020
Local: Joanesburgo (África do Sul)
Data: 21/6 a 23/6
Inscrições até 22/03 em  www.agricultura.gov.br/thaifex2020

A seleção das empresas e entidades interessadas em participar das missões e/ou serem expositoras nas feiras é realizada no Mapa, por meio da Secretaria de Comércio e Relações Internacionais. Os eventos internacionais são considerados plataformas estratégicas para ampliar a visibilidade dos produtos brasileiros e promover contatos.

Nesses eventos, vários atores do mercado externo se reúnem em um mesmo ambiente, permitindo a redução de custos de promoção transacional. Além disso, os eventos representam oportunidade para aprofundar o conhecimento sobre o mercado-alvo, tendências e estratégias dos concorrentes.

Inscrições/Participação

Em todos os eventos, o Mapa e o MRE são responsáveis pelos custos de contratação de espaço na feira, apoio de recepcionistas bilíngues e confecção do catálogo do Pavilhão Brasil.

Cada empresa participante fica responsável pelas despesas de passagens aéreas, hospedagem e alimentação, além da inscrição junto ao promotor do evento. O candidato também deve aceitar os Termos e Condições de Participação.

A inscrição no processo seletivo não garante a participação na missão comercial, serve apenas para manifestar o interesse do inscrito no processo de seleção. O resultado da seleção é enviado às instituições por e-mail.

>> Saiba mais aqui sobre as características e os prazos de inscrição de cada evento 

Feiras

No ano passado, 71 empresas e entidades setoriais participaram das feiras organizadas pelo Mapa, fechando US$ 8 milhões em negócios durante os eventos, com a expectativa de US$ 706 milhões em novos negócios para os 12 meses subsequentes.

Informações à imprensa 
Inez de Podestà
[email protected]

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IPPA/CEPEA: Demanda aquecida mantém preços agropecuários em alta e IPPA/CEPEA avança 5% no 3º tri

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Cepea, 28/10/2020 – Os preços da maioria dos produtos agropecuários seguiram avançando no Brasil no terceiro trimestre de 2020. Diante disso, o IPPA/Cepea (Índice de Preços ao Produtor de Grupos de Produtos Agropecuários) subiu 5,09% entre o segundo e terceiro trimestres deste ano, de acordo com cálculos do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP.

 

Conforme modelo do Cepea, de julho a setembro, o IPPA/Cepea se manteve próximo ao limite superior do intervalo esperado para seu comportamento nesse período. E esse resultado refletiu os avanços observados nos IPPAs de pecuária, grãos e hortifrutícolas, de respectivos 8,65%, 7,68% e 1,53%. Já o IPPA-Café+Cana/Cepea caiu 10,03% entre o segundo e terceiro trimestres.

       

PARCIAL DE 2020 – Na comparação dos valores médios de janeiro a setembro de 2020 e do mesmo período de 2019, o IPPA/Cepea cresceu expressivos 16,84%, refletindo as altas reais de 24,10% no IPPA-Grãos/Cepea, de 15,61% no IPPA-Pecuária/Cepea e de 5,83% no IPPA-Café+Cana/Cepea. O IPPA-Hortifrutícolas/Cepea, por outro lado, apresentou queda real de 4,55%.

 

Segundo pesquisadores do Cepea, ao longo deste ano, os choques estiveram relacionados sobretudo às dinâmicas do IPPA-Grãos/Cepea, em decorrência da soja, do arroz e do algodão, e do IPPA-Pecuária/Cepea, atrelado ao comportamento da arroba bovina, dos suínos e do leite. Esse aumento dos preços agropecuários, por sua vez, se deve especialmente à aquecida demanda, tanto externa (reforçada pelas compras chinesas) quanto doméstica (ancorada no programa de Auxílio Emergencial do governo federal). Nesse sentido, os preços aumentaram mesmo diante de uma expansão da oferta agropecuária brasileira no ano.

 

Com o forte aumento dos preços agropecuários desde o segundo semestre de 2019, impulsionados pela demanda aquecida, o IPPA passou a apresentar vantagem frente aos preços industriais – cenário que não era observado desde meados de 2017.

 

                                                                                                 

ASSESSORIA DE IMPRENSA: Outras informações sobre o IPPA/Cepea aqui e por meio da Comunicação Cepea, com o prof. Geraldo Barros e a pesquisadora Nicole Rennó: [email protected]

Fonte: CEPEA

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MILHO/CEPEA: Indicador supera R$ 80/sc e atinge recorde real da série do Cepea

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Cepea, 28/10/2020 – O Indicador do milho ESALQ/BM&FBovespa (Campinas – SP) está em alta consecutiva há 20 dias e, nessa terça-feira, 27, atingiu R$ 81,48/saca de 60 kg, recorde real da série histórica do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, iniciada em agosto de 2004 (os valores diários foram deflacionados pelo IGP-DI de setembro/2020).

 

No acumulado de 2020, o Indicador do milho ESALQ/BM&FBovespa (Campinas – SP) acumula alta de 67,7%, em termos nominais. Na parcial de outubro (até dia 27), a média é de R$ 71,11/sc, valor 45,6% superior ao do mesmo período do ano passado, em termos reais.

 

Segundo pesquisadores do Cepea, o impulso tem vindo principalmente da elevação dos valores nos portos – diante da maior paridade de exportação, por conta das valorizações internacionais e do dólar. Além disso, as aquecidas demandas doméstica e externa também influenciam os preços no Brasil. Atentos à baixa disponibilidade do cereal e aos possíveis impactos do clima sobre a próxima safra, vendedores limitam novas ofertas e sustentam o movimento de alta.

 

Muitos compradores consultados pelo Cepea já demostram dificuldades em encontrar novos lotes de milho no spot e também indicam ter margens comprometidas diante do atual preço. Com isso, no último dia 16, o governo anunciou a suspensão temporária das tarifas de importação de milho e também de soja. Contudo, ao avaliarem a viabilidade das importações, demandantes se esbarram nas dificuldades logísticas e no dólar elevado.

 

PORTOS – Enquanto a importação é facilitada, o milho brasileiro segue atrativo ao mercado internacional, contexto quem mantém firme as exportações. Nos primeiros 16 dias úteis de outubro, a Secex aponta que foram embarcadas 4,3 milhões de toneladas do cereal. Quanto aos preços, levantamento do Cepea mostra que, no acumulado da parcial de outubro (até o dia 27), as cotações do cereal subiram 21% em Paranaguá (PR) e 19% em Santos (SP).

 

REGIÕES – Os preços do milho estão em alta em todas as regiões acompanhadas pelo Cepea, mas as valorizações mais intensas são verificadas nas consumidoras, como São Paulo e Santa Catarina, devido a dificuldades em encontrar o cereal para negociar. Também há relatos de baixa disponibilidade de cereal no spot do Rio Grande do Sul, fazendo com que compradores busquem novos lotes de Mato Grosso do Sul, do Paraná e, até mesmo, de países vizinhos. No Paraná, apesar de a colheita da segunda safra ter sido finalizada há poucos dias, produtores consultados pelo Cepea limitam as ofertas e se concentram nos trabalhos de campo.

 

Quanto ao Centro-Oeste brasileiro, pesquisadores do Cepea indicam que a colheita foi elevada neste ano, mas produtores, aproveitando os altos preços, já comercializaram boa parte da produção, mantendo armazenado o volume restante, à espera de novas valorizações. No Nordeste, nem mesmo a colheita regional em estados como Sergipe limitou o avanço nas cotações.

 

Outras informações sobre as pesquisas do Cepea a respeito do mercado de milho aqui e por meio da Comunicação do Cepea e com o prof. Lucilio Rogerio Alves: [email protected] 

Fonte: CEPEA

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