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Mini Countryman SE híbrido: o pequeno irreverente que liga na tomada

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Carlos Guimarães/iG

Mini Countryman SE híbrido: estilo descolado com uma pitada de esportividade como receita para atrair o público de SUVs

Fim de semana à vista e um Mini Countryman SE híbrido (R$ 219.990) na garagem com tanque cheio e as baterias com carga total. Só não apenas peguei uma estrada como cruzei a fronteira de São Paulo com Minas Gerais para saber até onde vai a eficiência dessa versão. E o resultado foi surpreendente. Pisando de leve no acelerador, consegui fazer a viagem sem abastecer e ainda rodar por São Paulo na volta. 

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Se tivessem mais carregadores pelo caminho para completar a carga das baterias poderia ter ido ainda mais longe com o Mini Countryman SE . Pelo dados do Inmetro, o consumo na cidade fica em 19km/l, marca que cai para 17 km/l na estrada, onde a autonomia teórica e, trechos rodoviários fica em bons 612 quilômetros com o uso combinado do motor elétrico com o a combustão.

Ficou claro durante a avaliação que os modelos híbridos plug-in são os ideais para entrar no mundo da eletrificação no Brasil de hoje, enquanto não instalam mais pontos de recarga tanto nas estradas quanto em áreas urbanas.  Também vai ser preciso educar melhor os que estacionam indevidamente em vagas reservadas para carros elétricos e híbridos, mas isso será uma questão de tempo.

No caso do Mini Countryman SE, há três opções para rodar com ajuda da eletricidade. O primeiro poupa ao máximo a energia das baterias, outro alterna automaticamente o uso do motor elétrico e a combustão de acordo com as circunstâncias e o terceiro funciona apenas na eletricidade, quando o carro pode rodar até 52 km e atingir velocidade de até 125 km/h, o que pode ser menos do que alguns novos híbridos por aí, mas é considerável. Com os dois motores, o carro atinge 198 km/h.

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O carro tem tração integral, mas o eixo dianteiro funciona apenas com o motor a combustão (1.5, turbo, de três cilindros, a gasolina, de 136 cv) e as rodas traseiras são movidas pelo elétrico, de 88 cv. Como estão em eixos diferentes, há como considerar a soma das potências, que chega nos 224 cv. De fato, o carro tem boa disposição ao pisar com vontade no acelerador, sendo capaz de acelera de 0 a 100 km/h em apenas 6,8 segundos, mais rápido que os 7,6s do rival Golf GTE , que acaba de chegar. 

 Irreverência plugada em 220volts

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Divulgação

Botão no painel seleciona três modos de condução com motor elétrico conforme o gosto do freguês

Todo aquele jeito irreverente de ser do Mini Countryman em conjunto com a questão de ser ecologicamente correto faz as pessoas enxergarem quem está ao volante com outros olhos. Vi crianças apontando para o carro no trânsito e chamando atenção dos pais, admirados com os olhos arregalados dos filhos. Houve  também marmanjos com um sorriso discreto no canto da boca e senhoras de meia idade dobrando as sobrancelhas. 

Entre os detalhes que mais chamam atenção estão os faróis ovalados com as bordas iluminadas por LED, a pintura de dois tons, as rodas de aro 19 montadas em pneus 225/45R e a letra “E” nas laterais e na traseira, para identificar a possibilidade do carro ser plugado em uma tomada elétrica. A reportagem de iG Carros fez isso em um carregador de shopping e precisou de 3 horas para completar a carga das baterias. 

Boa notícia também é que o Mini Countryman híbrido não perdeu a agilidade nas curvas das versões a combustão. O carro mostra boa estabilidade, transmitindo segurança em qualquer situação. A contrapartida é que o ajuste mais firme da suspensão acaba causando alguns solavancos em piso irregular, o que acaba prejudicando o conforto. 

Porém, o interior do SUV está cheio de qualidades, como o bom acabamento e a central mulrtimídia com tela de alta resolução e conectada à internet por meio de um cartão SIM. Isso permite acessar o GPS atualizado em tempo real, mostrando as condições do trânsito com clareza. Entre outros recursos, também dá para acessar a previsão do tempo e conseguir uma série de outras informações.

O Mini Countryman SE também vem com um belo sistema de som de alta-fidelidade, da Karman-Hardon, com 12 alto-falantes. E o clima ainda pode ser incrementado pelas luzes diurnas reguláveis em várias cores e pela tela de 8,8 polegadas do sistema multimídia.

Como maior modelo da linha Mini, o Countryman leva cinco ocupantes sem aperto, com entre-eixos de 2,67 m e 405 litros de capacidade no porta-malas, o que é suficiente para levar a malas de todos. Além disso, o carro vem com barras metálicas na capota para ajudar a levar mais bagagem.

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Conclusão

Além do estilo irreverente, o Mini Countryman SE agrada quando o assunto é eficiência energética. Além disso, tem estilo ousado e bom nível de equipamentos, o que inclui multimídia conectada à internet entre vários outros itens. Mas ainda faltam carregadores no País, que dá poucos incentivos para híbridos e elétricos, que são (bem) caros.

Ficha Técnica

Preço:  R$ 219.990

 Motor: 1.5, três cilindros, turbo, gasolina

Potência: 136 cv  a 4.400 rpm + 88 cv (elétrico)= 224 cv ao todo

Torque: 22,4 kgfm  a 1.250 rpm  + 16,8 kgfm (elétrico) = 39,3 kgfm ao todo

Transmissão:  Câmbio automático, seis marchas, tração integral

Suspensão:Independente (dianteira) e multibraço (traseira)

Freios: Discos ventilados na dianteira e sólidos na traseira

Pneus: 225/45 R19 

Dimensões: 4,30 m (comprimento) / 1,82 m (largura) / 1,56 m (altura), 2,67 m (entre-eixos)

Tanque : 36 litros

Porta-malas: 405 litros 

0 a 100 km/h: 6,8 segundos 

Vel. Max: 198 km/h 

Fonte: IG Carros
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Volvo S60 T5 Inscription: liberal na economia, conservador nos costumes

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Cauê Lira/iG Carros

Por R$ 229.990, o novo Volvo S60 T5 Inscription terá que brigar em segmento de clientes fieis

Convenhamos, o Volvo S60 T5 Inscription é um pouco mais careta na comparação com os principais rivais do trio de ferro alemão. Ele tem silhueta sóbria, linguagem visual interessante e uma solução bem peculiar para o design das lanternas traseiras, mas ainda falta uma identidade mais despojada para aflorar o interesse.

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Se o novo BMW 330i não tem medo de usar jeans rasgado com blazer, o S60 está mais para esporte fino. O design é bacana, ainda mais com a acentuação do martelo de Thor nos faróis, mas talvez falte uma textura diferenciada na grade dianteira – ou rodas com traços mais esportivos.

Na comparação com a geração anterior do S60, não resta dúvida de que o novo evoluiu em vários aspectos. O carro fico mais longo (+12,6 cm), mais baixo (-5,3 cm) e com distância entre os eixos maior (+9,6 cm). A parte aerodinâmica recebeu atenção especial dos engenheiros suecos, atingindo o ótimo coeficiente de arrasto (Cx) de apenas 0,27.

Isso favoreceu a dinâmica do sedã, que também ganhou downforce para ficar pregado ao chão nas curvas mais intensas. Ajustes na suspensão também foram feitos para melhorar o desempenho, mas vale dizer que o vão livre do solo aumentou de 13,6 cm para 14,2 cm – bom para uma cidade cheia de lombadas e valetas como São Paulo.

Como o S60 está mais baixo e ao mesmo tempo tem maior vão livre do solo, os pés dos passageiros ficam apoiados no chão em posição mais elevada. Quatro adultos e uma criança viajam com conforto, mas um carro dessa categoria não ter saídas de ar-condicionado para quem vai atrás é, no mínimo, absurdo.

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Menos é mais

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O cluster 100% digital do Volvo S60 também exibe informações de navegação

Este Volvo não faz estardalhaço com sua tecnologia embarcada. Apesar da grande central multimídia em formato de tablet e o cluster 100% digital, o sedã sueco busca o design minimalista e limpo. Estilo escandinavo, como diriam os designers de interiores. Os comandos do ar-condicionado estão integrados à multimídia, a fim de eliminar botões físicos.

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O problema da tela de nove polegadas é o formato vertical, dificultando a navegação em apps do Apple CarPlay e Android Auto. Na parte de conectividade, um dos atrativos é o Volvo OnCall, que permite controlar diversas funções do carro por meio de aplicativo de celular, envio de mapa de GPS quando necessário, localização do veículo em caso de roubo ou furto, auxílio em emergências, entre outras funções disponíveis gratuitamente durante o prazo de garantia de dois anos. Depois disso, paga-se por um pacote à parte que custa R$ 800 por ano.

Rodando na cidade, o Inscription se mostra muito mais conveniente que A4 e Série 3 – culpa do bom acerto de suspensão que alivia bem os impactos do asfalto castigado. Os pneus ainda lêem as imperfeições e mudanças de textura das ruas, mas o trabalho da Volvo neste arranjo é digno de aplausos. Trata-se de um sedã muito macio e confortável.

A posição de guiar é baixa, facilitada pelas regulagens elétricas do banco do motorista. Se este “volantão” fosse menor, o S60 até poderia transmitir certa esportividade – mas não é o caso.

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Por conta da carroceria feita de aços de ultra, extra e alta resistência, o S60 ficou muito pesado. São 1.850 kg, contra apenas 1.470 kg do rival bávaro 330i. Aliando isso ao câmbio automático, de oito marchas, que prioriza giros mais baixos, o sedã sueco não passa a impressão de ter 254 cv de potência e 35,7 kgfm de torque.

Claro, a Volvo é famosa por colocar a segurança em primeiro lugar; uma vez que o objetivo é zerar mortes e ferimentos graves em seus automóveis novos até 2025. Também foram incluídos airbags nas laterais dianteiras e do tipo cortina.

O conjunto anima

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Divulgação

Apesar da simplicidade no desenho, habitáculo do Volvo S60 é feito de materiais de ótima qualidade

O motor 2.0 turbo pode levar o sedã de 0 a 100 km/h em 6,5 segundos, e também proporciona números adequados de consumo: 9,3 km/l na estrada e 12,5 km/l na rodovia, conforme o Inmetro. Bons resultados, considerando o corpanzil.

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Após um fim de semana muito agradável com o Volvo S60 , suas qualidades colocaram nuvens densas à frente dos defeitos. Mas ainda fico com a impressão de que ele poderia ser mais despojado para atrair um público mais jovial. Deixar a camisa social e alpargatas no guarda-roupas, às vezes, faz bem. Por R$ 229.990, o T5 Inscription tem atributos para balançar o segmento.

Volvo S60 T5 Incription

Motor: 2.0, quatro cilindros, gasolina 

Potência: 254 cv a 5.500 rpm 

Torque: 35,7 kgfm a  1.500 rpm

Transmissão:  Automático, 8 marchas, tração dianteira

Suspensão:Independente (dianteira) e multibraço (traseira)

Freios: Discos ventilados na dianteira e na traseira

Pneus: 235/45 R18 

Dimensões: 4,76 m (comprimento) / 1,85 m (largura) / 1,43 m (altura), 2,87 m (entre-eixos)

Tanque : 55 litros

Porta-malas: 442 litros

Consumo: 9,3 km/l (cidade) /12,5 km/l (estrada) com gasolina

0 a 100 km/h: 6,5 segundos 

Vel. Max: 220 km/h

Fonte: IG Carros
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VW Saveiro Robust foi feita para aguentar o tranco

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Rafael Poci Déa

VW Saveiro Robust é a versão para o trabalho na cidade

A Volkswagen Saveiro segue um clássico da nossa indústria, já somando 37 anos de mercado. A picape compacta chegou à linha 2020 nas versões Robust Cabine Simples (R$ 53.150), Robust Cabine Dupla (R$ 66.240), Trendline CS (R$ 65.090) e Cross CD (R$ 85.860). Voltada para o trabalho, a versão de entrada divide a preferência do público com a Fiat Strada Working (a partir de R$ 52.990), a Chevrolet Montana LS (R$ 55.190) e a Renault Duster Oroch Express (R$ 66.550).

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A tímida lista de equipamentos inclui faróis com máscara negra, tomada 12V, preparação para som/antena de teto, suporte para celular com entrada USB, banco do motorista ajustável em altura e o indispensável protetor de caçamba. O pacote “Robust Completo (R$ 7.440) adiciona ar-condicionado, direção hidráulica, grade protetora da janela traseira, iluminação do compartimento de carga, brake light, vidros e travas elétricos.

A única pintura metálica disponível é a prata Sirius (R$ 1.600). Completa, a Saveiro Robust CS sai por R$ 62.190 – quase o valor da Trendline CS (R$ 65.090), que já oferece de fábrica ar-condicionado, direção hidráulica, rádio ‘Media Plus’ com Bluetooth, MP3 Player, entradas USB, SD-Card e auxiliar, além dos para-choques na cor da carroceria. Ou seja, esta Robust é para ser comprada “pelada” mesmo.

Uma das novidades da família Robust 2020 está no novo painel alinhado ao dos irmãos Gol/Voyage, substituindo o antigo com saídas de ar circulares. A cabine surpreende pelo acabamento com elementos texturizados e pelo bom isolamento acústico. A posição de dirigir agrada, mas o ajuste de altura do banco do motorista não é milimétrico, tampouco a coluna de direção regulável em altura/profundidade. A ergonomia também ficaria melhor com os retrovisores elétricos.

A VW Saveiro mede 4,474 m de comprimento e 2,753 m de entre-eixos, enquanto a Strada Working 4,409 m e 2,718 m, respectivamente. Na ponta da fita métrica, a Montana LS possui 4,514 m e 2,669 m. O Duster Oroch Express é comercializado só na carroceria cabine dupla e quatro portas, com 4,936 m e 2,829 m, só para comparar.

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A Saveiro continua boa de guiar. O desempenho do motor 1.6 8V (EA111) nos baixos e médios giros aliado ao baixo peso, de 1.028 kg, coopera na dirigibilidade. Embora “livre de emoções”, a Saveiro Robust CS anda com desenvoltura, sendo mais potente e forte que Montana LS (até 99 cv e 13 kgfm) e Strada Working (88 cv e 12,5 kgfm). Só perde do utilitário da Renault (120 cv e 16,2 kgfm). O câmbio manual de cinco marchas da Volks (MQ200) tem engates leves e muito precisos. Já a direção hidráulica tem o peso correto ao trafegar acima dos 80 km/h.

As suspensões bem calibradas transmitem conforto. Mesmo de caçamba vazia, a dinâmica não fica comprometida, apesar do “pula-pula” ser inevitável, dependendo da qualidade do asfalto. As rodas de ferro de 15” vestem calotas e pneus 205/60, enquanto outro ponto positivo está nos freios, com discos ventilados na frente e sólidos atrás – Strada Working e Oroch Express têm discos tambor no eixo traseiro. Isso ajuda a picapinha da Volks a frear bem mesmo carregada (ainda conta com EBD, a distribuição da força de frenagem).

E a caçamba?

O compartimento de carga de 924 litros acomoda até 712 quilos e estão disponíveis o já citado protetor de caçamba e quatro ganchos de fixação. Faltam capota marítima e sensores de estacionamento. A tampa da caçamba tem amortecedores que impedem que ela desabe ao ser aberta e facilita seu fechamento.

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Enfim, esta versão de entrada pode não oferecer muitos luxos, mas cumpre o papel a que se destina com uma dirigibilidade acima da média. Não à toa, a despeito da idade avançada do projeto – defeito também da líder de vendas Strada – a VW Saveiro continua cobiçada por uma boa fatia dos consumidores.

FICHA TÉCNICA

Volkswagen Saveiro Robust Cabine Simples

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Preço básico: R$ 53.150
Carro avaliado: R$ 62.190
Motor: 4 cilindros em linha 1.6, 8V
Cilindrada: 1598 cm 3
Combustível: flex
Potência: 101 (g) e 104 cv (e) a 5.250 rpm
Torque: 15,4 kgfm (g) e 15,6 kgfm a 2.500 rpm
Câmbio: manual, cinco marchas
Direção: hidráulica
Suspensão: MacPherson (d) e eixo de torção (t)
Freios: disco ventilado (d) e disco sólido (t)
Tração: dianteira
Dimensões: 4,474 m (c), 1,713 m (l), 1,562 m (a)
Entre-eixos: 2,753 m
Pneus: 205/60 R15
Caçamba: 924 litros
Tanque: 55 litros
Peso: 1.028 kg
0-100 km/h: 10s5 (e)
Velocidade máxima: 176 km/h (e)
Consumo cidade: 10,8 km/l (g) e 7,5 km/l (e)
Consumo estrada: 12,4 km/l (g) e 8,8 km/l (e)
Emissão de CO 2 : 117 g/km
Nota do Inmetro: C
Classificação na categoria: C (Picape Compacta)

Fonte: IG Carros
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