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Mini Cooper SE: hatch elétrico mostra diversão em alta voltagem

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Mini Cooper SE: repare nas rodas exclusivas e com desenho mais moderno do que os mais conservadores gostariam
Carlos Guimarães

Mini Cooper SE: repare nas rodas exclusivas e com desenho mais moderno do que os mais conservadores gostariam

Cada vez mais os elétricos são fazer parte dos modelos avaliados pela reportagem de iG Carros. Já chegamos a andar em alguns deles, mas depois de ter entregue o Mini Cooper SE na concessionária ficou a impressão de que foram poucas as vezes em que andei em algo tão divertido que liga na tomada.

O Mini Cooper SE é vendido no Brasil em três versões: Exclusive (R$ 239.990), Top (R$ 264.990) e Top Collection (R$ 269.990). A mais em conta delas é R$ 25 mil mais cara que a S equipada com motor a combustão (R$ 214.990). Se optar por pagar a diferença vai viver uma experiência inusitada de acelerar e frear no mesmo pedal e sem gastar uma gota de gasolina.

O nível de equipamentos entre a versão elétrica e a combustão é parecido. Ambos contam com faróis de LED, ar-condicionado automático de duas zonas, central multimídia com tela de 8,8 polegadas sensível ao toque (compatível com Apple CarPlay, mas não com Android Auto) e teto solar panorâmico.

A questão que pesa contra o elétrico é a autonomia. A fabricante diz que o carro pode rodar até 234 km pelo ciclo WLTP, mas basta ter o ar-condicionado ligado para isso diminuir bastante para menos de 200 km. Portanto, é bom saber onde você vai. E ter certeza de que poderá contar com uma recarga para não corer o risco de ficar à pé.

Em uma unidade de recarga rápida, o Mini Cooper SE pode recuperar até 80% da energia em 30 minutos. No wall-box residencial, a mesma recarga dura em torno de 2 horas e 10 minutos, enquanto em uma tomada convencional (que precisa ser aterrada), a carga leva em torno de 14 horas.

Interior do Mini elétrico segue o padrão adotado nas demais versões e agradam aqueles que gostam de certa irreverência
Divulgação

Interior do Mini elétrico segue o padrão adotado nas demais versões e agradam aqueles que gostam de certa irreverência

O que contribui para essa limitação na autonomia é o fato do Mini Cooper SE ser um modelo elétrico adaptado , tanto é que as baterias ficam no lugar do tanque de gasolina. O peso de 1.365 kg não é dos mais leves da categoria e tiveram que deixar o carro 18 mm mais alto para protegê-las. Além disso, a suspensão se mostrou rigida demais para o piso crocante da maior parte das vias em São Paulo.

Então, prepare-se para os solavancos. Em compensão, terá uma estabilidade irrepreensível nas curvas, mantendo aquela pegada “Go Kart Feeling” de sempre. Com 184 cv e 27,5 kgfm de torque disponível logo ao encostar o pé no acelerador, o elétrico impressiona pela aceleração vigorosa , capaz de ir de 0 a 100 km/h em apenas 7,3 segundos ou de percorrer os primeiros 400 metros em meros 15,2 s, conforme a fabricante.

Na lista de equipamentos, na versão Top há head-up display , sistema de áudio premium Harman/Kardon, LEDs direcionais, sistema de navegação e rodas exclusivas aro 17. De fato, a qualidade de som empolga . E o GPS exibe informações do trânsito em tempo real já que fica ligado à internet o tempo todo. Bom também é todo o estilo descolado do carro , o que inclui até luz ambiente configurável.

Assim como as demais versões do Mini Cooper , o espaço interno é apertado para quem vai sentado atrás e no porta-malas vão somente 211 litros de bagagem mesmo sem estepe, já que os pneus 205/45R 17 são todos do tipo runflat montados nas rodas de desenho exclusivo e polêmico, já que podem parecer modernas demais para os mais conservadores.

Conclusão

Se por um lado o Mini Cooper SE vem bem equipado, tem estilo arrojado e empolga pelo desempenho, fica devendo uma maior autonomia, de 234 km. Entre os rivais elétricos podemos citar o Renault Zoe (300 km) e o JAC e-JS1 (304 km), além do Chevrolet Bolt, cuja nova geração está com chegada atrasada ao Brasil, as pelo o que diz a fabricante, o carro pode rodar até 416 km.

Apesar de não terem os devidos incentivos fiscais por parte do governo, os carros elétricos passarão a fazer parte da paisagem no Brasil com cada vez mais frequência. Segundo projeção da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE), cerca de 28 mil eletrificados devem ser vendidos no país neste ano, um crescimento de 42% sobre 2020.

Ficha Técnica

Mini Cooper SE

Preço: a partir de R$ 239.990 Motor: elétrico, tração dianteira Potência: 184 cv Torque: 27 kgfm Transmissão: automática Freios: discos ventilados (dianteira), disco sólido (traseira) Suspensão: McPherson (dianteira), multibraço (traseira) Dimensões: 3,84 m de comprimento, 1,72 m de largura, 1,41 m de altura e 2,49 m de entre-eixos Porta-malas: 211 litros Vel. Máx: 150 km/h 0 a 100 km/h: 7 segundos.

Fonte: IG CARROS

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Kia confirma chegada do Stonic híbrido em meados de novembro

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Kia Stonic já com o novo logo da marca coreana e disposição para enfrentar o Fiat Pulse entre os principais rivais
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Kia Stonic já com o novo logo da marca coreana e disposição para enfrentar o Fiat Pulse entre os principais rivais

A Kia confirma a chegada do SUV compacto Stonic ao Brasil na primeira quinzena de novembro, já com preço definido – R$ 149.990,00. Feito sobre a mesma base do compacto Rio, terá entre os rivais o novo Fiat Pulse , que acaba de chegar ao mercado.

O principal atributo da versão do Kia Stonic destinada ao mercado brasileiro é o seu motor Kappa de 3 cilindros, turbo GDI (injeção direta), de 1 litro, movido a gasolina, com sistema híbrido MHEV 48V (Mild Hybrid Electric Vehicle), capaz de gerar 120 cavalos de potência e 20,5 kgfm de torque.

O novo Kia Stonic é fabricado no México, mais exatamente no estado de Nuevo Léon, fruto de um investimento de US$ 3 bilhões. O SUV chegou a ser mostrado no Salão do Automóvel de 2018, no São Paulo Expo, mas apenas agora é que a marca coreana resolve confirmar que o carro vai mesmo ser vendido no Brasil.

No sistema híbrido leve , não há tração do motor elétrico, que apenas ajuda o motor a combustão e contribui no momento da partida e em acelerações e recupera energia de forma passiva. Portanto, não precisa ser plug-in .

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Em relação à versão mostrada em São Paulo, há quase três anos, o Stonic da linha 2021 recebeu apenas retoques no visual que incluem faróis redesenhados com filetes de LED como luzes diurnas. O para-choque dianteiro também ganhou novos detalhes que deixaram o carro com aspecto um pouco mais esportivo, assim como a grade frontal.


Por dentro, o Stonic 2021 lembra bastante o compacto Rio em vários aspectos, entre os quais o volante multifuncional de três raios e a central multimídia “flutuante”, com tela de 8 polegadas, meio do painel. O acabamento do novo Stonic é simples, mas há espaço suficiente para cinco ocupantes vijarem sem aperto. No porta-malas , vão apenas razoáveis 352 litros.

Fonte: IG CARROS

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Mercedes lança caminhão que leva 58 toneladas e custa mais de R$ 1 milhão

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Mercedes-Benz Arocs 8x4 vem com motor de 13 litros de cilindrada  que rende 510 cv e brutais 244,7 kgfm de torque
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Mercedes-Benz Arocs 8×4 vem com motor de 13 litros de cilindrada que rende 510 cv e brutais 244,7 kgfm de torque

A Mercedes-Benz apresentou o caminhão Arocs na versão Basculante 8×4 , modelo que tem como público alvo as mineradoras e construtoras.

Segundo a marca alemã, esta opção única disponibilizada para o Brasil – na Alemanha desde cavalo mecânico 4×2 até chassi rígido 8×8 – tem capacidade de transporte para até 58 toneladas de PBT – peso bruto total e 150 toneladas de CMT – capacidade máxima de tração. Além disso, permite transportar de 20 a 24 metros cúbicos de capacidade volumétrica de carga.

Quanto à motorização, o Arocs 8×4 está equipado com um propulsor MB OM 460 LA de 13 litros, que rende 510 cv de potência a 1.800 rpm e um torque de 244,73 kgfm de torque logo nas 1.100 rpm. Associado ao motor, está uma transmissão automatizada Mercedes PowerShift G340 de 12 marchas .  

A suspensão dianteira do Arocs é formada por molas parabólicas de 4 lâminas assimétricas, com capacidade de carga de 9 toneladas para cada um dos dois eixos dianteiros direcionais. Isso assegura maior capacidade de carga e melhor distribuição de carga no veículo, além de maior conforto de suspensão e estabilidade de direção.

As molas foram projetadas e testadas especificamente para condições extremas off-road , com barras estabilizadoras no primeiro e no segundo eixos. Buchas de metal-borracha livres de manutenção foram introduzidas nas molas, amortecedores e estabilizadores.

Curioso é que o tanque de diesel tem nada menos que 400 litros de capacidade. Além disso, por dentro o Mercedes Arocs 8×4 conta com rádio MP3 com Bluetooth e conector USB, tomada de ar comprimido para limpeza interna, tapetes de borracha, redes para objetos na traseira, preparação para câmera de ré e para rádio PX.  O modelo está disponível por R$ 1.100.000.

Fonte: IG CARROS

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