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Minas Gerais: Duas pessoas morrem após naufrágio de barco em Capitólio

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Minas Gerais: Duas pessoas morrem após naufrágio de barco em Capitólio
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Minas Gerais: Duas pessoas morrem após naufrágio de barco em Capitólio

Um acidente marítimo no Lago de Furnas, no município de Capitólio, em Minas Gerais, resultou na morte de duas pessoas neste sábado. As vítimas são uma mulher da cidade mineira de Paraguaçu e um homem de Guarulhos (SP).

As mortes foram confirmadas pela Associação Pública dos Municípios da Microrregião do Médio Rio Grande (Ameg). Em nota publicada nas redes sociais, a entidade informou que o acidente aconteceu no momento em que uma chalada tentava socorrer passageiros de uma lancha que tinha apresentado problemas técnicos.

“As primeiras informações dão conta de que uma lancha com 14 passageiros a bordo apresentou problemas mecânicos e solicitou apoio de outra embarcação nas proximidades para resgatar os passageiros. Uma chalana com outros 10 passageiros foi ao encontro da lancha à deriva e no momento do transbordo dos passageiros a chalana não suportou o peso e virou”, diz a nota. De acordo com a Ameg, as vítimas foram socorridas por marinheiros, que tentaram reanimá-las. Mas elas não resistiram e tiveram as mortes confirmadas pela equipe do Samu.

“Nosso respeito as famílias enlutadas neste acidente. Temos trabalhado constantemente para aumentar a segurança na região. Todas as embarcações são obrigadas a fornecer coletes salva-vidas em número suficiente para todos os passageiros e tripulação”, afirmou o prefeito de Capitólio, Cristiano Silva (PP).

Tragédia em janeiro

Na manhã de 8 de janeiro deste ano, um deslizamento de parte de um cânion atingiu quatro lanchas que estavam no lago de Furnas. O acidente deixou dez mortos. Segundo o Corpo de Bombeiros, mais de 30 pessoas ficaram feridas.

Em março, a Polícia Civil de Minas Gerais apresentou a conclusão do inquérito sobre a queda do paredão de rochas. A investigação concluiu que não houve interferência humana no acidente. Nenhum órgão ou indivíduo foi indiciado pelo que aconteceu.

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MP prende policiais civis por extorsão no Rio de Janeiro

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Na casa de um dos alvos os agentes do MP encontraram várias armas
Divulgação – 07.07.2022

Na casa de um dos alvos os agentes do MP encontraram várias armas

Agentes do Ministério Público do Rio (MPRJ), por meio do Grupo de Atuação Especializada de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), deflagraram a Operação Inimigo Íntimo contra três policiais civis na manhã desta quinta-feira (7). O objetivo é cumprir mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão contra dois policiais civis, então lotados na 64ª DP (São João de Meriti), e um terceiro, acusados pelos crimes de associação criminosa armada e concussão. Os mandados foram expedidos pela 1ª Vara Criminal de São João de Meriti. De acordo com o MP, os homens “realizavam operações e abordagens, mas, após a prática da extorsão e o recebimento de valores, não apresentavam a ocorrência em sede policial ou a apresentavam apenas parcialmente, para permitir o arbitramento de fiança pela autoridade policial”.

Foram denunciados os policiais civis Ruben José de Souza Neto, conhecido como Neto, e Carlos Alison Ramos da Silva, conhecido como Alison, além de André Luis Avoglio Ramos, o André Chupeta. De acordo com o MP, “as investigações que levaram à identificação do grupo criminoso, que atuou pelo menos até o dia 29 de junho de 2017, nos limites do Estado do Rio de Janeiro, e em especial no município de São João de Meriti, tiveram início após delação premiada realizada por denunciado em investigação anterior”. A promotoria aponta “que associação criminosa alvo da operação desta quinta utilizava armas de fogo para a consecução de seus objetivos”.

O MP disse que “restou apurado que os três denunciados integravam equipe de policiais e informantes que, diante da notícia da prática de algum crime, realizavam operações e abordagens, mas, após a prática da extorsão e o recebimento de valores, não apresentavam a ocorrência em sede policial ou a apresentavam apenas parcialmente, para permitir o arbitramento de fiança pela autoridade policial. A investigação que embasou o oferecimento da denúncia foi conduzida pelo Gaeco e pela extinta Subsecretaria de Inteligência da Secretaria de Segurança Pública do Estado (Seseg)”.

O GLOBO entrou em contato com a assessoria da Polícia Civil, que ainda não comentou as prisões.

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Fonte: IG Nacional

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CCJ do Senado aprova PL que proíbe tatuagens e piercings em animais

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Reprodução – 07.07.2022

Gato

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ0 do Senado aprovou nesta quarta-feira o projeto de lei que prevê a proibição de tatuagens e piercings em cães e gatos. O texto, que altera a Lei de Crimes Ambientais, segue agora pra a votação em plenário.

O projeto, de autoria do deputado Fred Costa (Patriota-MG), prevê multa e detenção de três meses a um ano para quem realizar um procedimento do tipo em algum animal.

O relator, senador Alexandre Silveira (PSD-MG) afirmou em seu parecer que a tatuagem é um procedimento doloroso em humanos, podendo ser mais ainda em animais devido às características das peles dos animais, que costumam ser mais finas.

“Além de provocar dor, as tatuagens expõem os animais a diversas complicações como o risco inerente aos procedimentos de sedação e anestesia, a possibilidade de reações alérgicas à tinta e ao material utilizado na tatuagem, de dermatites, infecções, cicatrizes, queimaduras, irritações crônicas e, em alguns casos, até de necrose da pele”, afirmou o senador.

A prática já foi proibida em alguns estados, como o Rio de Janeiro, Pernambuco, além do Distrito Federal, e vetada em alguns municípios, como Juiz de Fora (MG) e Barra Mansa (RJ). Os procedimentos não são amparados pelo Conselho Federal de Medicina Veterinária.

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Fonte: IG Nacional

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