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Agro News

MILHO/CEPEA: Retração compradora pressiona Indicador

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Cepea, 27/09/2021 – As cotações do milho estão em queda, conforme apontam dados do Cepea. Entre 17 e 24 de setembro, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa (Campinas – SP) do milho caiu 3,42%, fechando a R$ 90,47/sc nessa sexta-feira, 24. A pressão vem sobretudo da retração de compradores, mas também do avanço da colheita da segunda safra, da redução das exportações e, mais recentemente, do andamento da semeadura da temporada de verão 2021/22. Muitos demandantes negociam apenas lotes pontuais, enquanto vendedores estão mais flexíveis nos valores, especialmente os que precisam “fazer caixa” para pagar dívidas de custeio. Esse cenário tem sido observado mesmo após as confirmações de queda na oferta, devido ao clima desfavorável, e de estoques enxutos. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Fonte: CEPEA

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Aprosoja-MT alerta produtores para diminuir o uso de fertilizantes

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Defesa Agrícola

Aprosoja-MT alerta produtores para diminuir o uso de fertilizantes

Devido a falta de insumos no campo, a recomendação é reduzir ou até mesmo não utilizar o insumo na safra 2022/2023

21/10/2021

O presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso, (Aprosoja-MT) Fernando Cadore, enfatizou que o momento do mercado é de alta dos preços e que o produtor não precisa ter pressa para comprar.

“Não precisa ter pressa para pagar caro! Os preços de fertilizantes mais que dobraram no mercado. Essa é uma decisão pessoal de cada produtor, mas ele não pode pagar esse preço”, pontuou Cadore.

 A entidade ainda ressalta que a safra 2022/2023, com a alta dos preços e a falta de insumos, o produtor rural deve buscar uma consultoria agronômica e fazer uso racional de fertilizantes, usando a reserva de solo.

“Use menos adubo. Utilize sua reserva de solo e otimize a viabilidade da safra. Procure a orientação do seu agrônomo, avalie os nutrientes que seu solo possui e se for possível plante sem adubar, utilizando apenas a reserva de solo”, destaca o presidente.

Além dos fertilizantes, o preço de muitos outros itens utilizados na lavoura subiu. É o caso dos maquinários, combustível e matéria prima. Por isso a recomendação é evitar comprar sem necessidade para poder diminuir os custos.

“Não é hora de comprar maquinários e fazer dívidas. Os preços estão cada vez mais altos e a aquisição sem necessidade pode causar endividamento do produtor.” Frisa o presidente da Aprosoja-MT

Fernando Cadore ainda pontua que se for preciso o produtor tem que plantar sem fertilizantes. “Se possível, o produtor deve fazer o uso zero de adubos, para melhor a viabilidade da lavoura e se manter na atividade.”

CTECNO

O produtor pode consultar a Aprosoja-MT para analisar estudos de viabilidade realizados no Centro Tecnológico Parecis (CTECNO), onde os fatores testados são o uso racional dos adubos e também a redução da adubação em tempos de crise para não prejudicar a renda do produtor.

“Estamos há anos pesquisando no CTECNO Parecis a viabilidade da diminuição do uso de fertilizantes em tempo de crises. É melhor produzir menos e fechar a safra no lucro, do que adquirir insumos com preços muito elevados e no final ficar no prejuízo.”

RESERVA DE SOLO

A reserva ou poupança no solo é quando a lavoura retém nutrientes aplicados de outras safras. O produtor, ao longo do tempo, aplica os insumos projetando uma produção mais alta, fazendo com que permaneça no solo uma quantidade de nutrientes. Outro fator que auxilia na manutenção da adubação no solo é o plantio direto.

Fonte: Augusto Camacho

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: [email protected]

Fonte: APROSOJA

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MELÃO/CEPEA: Exportações têm significativa alta mensal

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Cepea, 21/10/2021 – As exportações de melão da safra 2021/22 do Rio Grande do Norte/Ceará subiram expressivamente em setembro. De acordo com dados da Secex, o volume enviado ao mercado internacional totalizou 28 mil toneladas, forte aumento de 951% frente ao embarcado em agosto, o primeiro mês da campanha. A receita (em dólar) registrou alta ainda maior, de 1.127%, somando pouco mais de US$ 19,5 milhões (FOB). Segundo agentes consultados pelo Hortifruti/Cepea, esses aumentos no volume e na receita são comuns para o período, devido ao fim da safra espanhola, a principal praça exportadora da fruta à Europa, que, por sua vez, é o maior destino do melão brasileiro. A taxa de câmbio também favoreceu a receita, visto que, com o dólar forte, eleva o retorno em Reais. No entanto, os elevados preços do frete marítimo e da embalagem de papelão limitaram os ganhos dos exportadores. Apesar deste aumento frente a agosto, as exportações de setembro, em termos de volume, ficaram 16% abaixo das de setembro de 2020, ainda segundo a Secex, o que pode ser resultado das dificuldades nas negociações com importadores neste ano, diante dos elevados custos de produção, de embalagem e do frete marítimo. Fonte: Cepea/Hortifruti – www.hfbrasil.org.br

Fonte: CEPEA

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